Cidade Livre, Avenida Central 385, Núcleo Bandeirante, Brasília - DF.

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NOV.B.07 (39)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra posto de gasolina (Posto Paulista), então localizado na Avenida Central 385, Núcleo Bandeirante. De acordo com documento ofical da NOVACAP, intitulado "Processo de Aquisição de Imóveis", sob notação NOV-B-10-0157 (27)d, do Arquivo Textual da NOVACAP, Arquivo Público do Distrito Federal, o posto situava-se na "esquina da primeira travessa com a rodovia asfaltada Brasília Anápolis". No mesmo documento, é solicitada, pelo proprietário Kioto Kahi, a cessão de novo lote para transferência do posto para a margem direita da rodovia Brasília - Anápolis. Na fotografia, o posto, construído predominantemente em madeira, com sua cobertura em duas águas (caimento para o centro), é registrado em perspectiva mostrando, na sua fachada frontal, o seguinte letreiro: "ATLANTIC; ATLANTIC LAVAGEM LUBRIFICAÇÃO." Pintadas, acima das esquadrias de vidro, as inscrições: "POS" e "PAULI", sugerem o nome do posto: Posto Paulista. Adjacente à fachada frontal, observa-se um veículo e uma bicicleta estacionados sobre terra batida. Na fachada lateral direita, vê-se esquadria de vidro com produtos visíveis no interior. Contíguos à fachada lateral, seis veículos do modelo DKW Vemag Candango, fabricados em homenagem aos operários que trabalharam na construção da Capital. Ver outra fotografia do Candango no item B.7 (26).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (101)

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção da estrada Aeroporto - cidade Bandeirante, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas brancas. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), essa estrada fez parte das obras advindas do Setor de estradas e rodagem, que tinham como objetivo interligar pontos estratégicas das primeiras construções da Nova Capital, sendo - no primeiro momento -, 3 vias, sendo elas: uma de ligação do aeroporto ao Cruzeiro, pensada para fornecer acesso direto ao centro da futura capital; uma de ligação do aeroporto ao sítio do Palácio Presidencial (Palácio do Planalto) e o Hotel de Turismo (Brasília Palace Hotel); uma de ligação do aeroporto à capelinha na Candangolândia, passando pelo Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (Santos, 1965). No registro, a via se estende aplainada por aclives e declives até sumir na linha do horizonte, estando margeada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O desmatamento recente na região se faz evidente devido à presença de galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (102)

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da estrada de terra que interligava o complexo do Aeroporto de Brasília à região onde hoje se encontra a Praça do Cruzeiro. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), essa estrada fez parte das obras advindas do Setor de estradas e rodagem, que tinham como objetivo interligar pontos estratégicas das primeiras construções da Nova Capital, sendo - no primeiro momento -, 3 vias, sendo elas: uma de ligação do aeroporto ao Cruzeiro, pensada para fornecer acesso direto ao centro da futura capital; uma de ligação do aeroporto ao sítio do Palácio Presidencial (Palácio do Planalto) e o Hotel de Turismo (Brasília Palace Hotel); uma de ligação do aeroporto à capelinha na Candagolândia, passando pelo Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (SANTOS, 1965). No registro, a via se estende aplainada por aclives e declives até sumir na linha do horizonte, estando margeada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O desmatamento recente na região se faz evidente devido à presença de galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (116)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro aéreo do viaduto da via Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB ou DF-075) com passagem sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). Abaixo da ponte, a EPIA se estende diagonalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a via Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via e nos retornos da estrutura viária, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra às margens, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No quadrante inferior direito, 16 alojamentos pertencente a região do Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (Santos, 1965). Caracterizando-se pela sua configuração estrutural retangular e quadrada com tamanhos variados, com telhados de uma e duas quedas e pequenas janelas superiores. Os alojamentos ficam às margens das vias vicinais ainda em terra batida, responsáveis por ditar parte do fluxo nas proximidades dos alojamentos. Além destas, as margens das vias, é possível identificar outras vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. Ao fundo, na parte superior do registro, após o viaduto, parte do córrego Riacho Fundo serpenteando abaixo da EPIA com presente vegetação de mata ciliar. Ao fundo, às margens do córrego Riacho Fundo, há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com a extensão de parte do solo com gramíneas baixa (fitofisionomia de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno e médio porte).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (22)

"Fotografia em cores, formato paisagem com risco no canto inferior direito e algumas manchas. Vista da Farmácia São João localizada na Cidade Livre, atual região administrativa Núcleo Bandeirante. A construção é longilínea e horizontalizada, com revestimentos de tábuas de madeira posicionadas verticalmente pintadas de verde claro, portas com detalhes em branco, telhado de uma água com inclinação mínima e sua base se eleva de acordo com a inclinação do terreno o qual é possível visualizar pelos tijolos rente ao chão de terra batida. Há uma figura humana masculina parada em uma das portas da construção e este está com veste formais (calça, camisa e terno). Acima desta porta há uma luminária de parede apontando para a rua. À direita da fotografia, a grande placa da farmácia escrito “Farmácia São João - manipulação, aplica-se injeções e domicílio”; uma bicicleta, parte da copa de um arbusto/árvore (espécie não identificada) e outra construção com telhado cerâmico com pelo menos duas águas.
Fotografia referência do item NOV-D-4-4-B-1 (246) a qual é possível visualizar ao fundo, à direita, escrito pintado em um edifício Farmácia São João. Esta fotografia está localizada na Avenida Central do Núcleo Bandeirante, mais especificamente na esquina da travessa Dom Bosco.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CIDADE LIVRE:
Conforme Jusselma Duarte Brito (2010, p. 68), o Núcleo Bandeirante foi idealizado como sede urbana temporária. Localizada à margem da rodovia que conectava com a cidade goiana de Luziânia (que abrigou os primeiros escritórios da Novacap na região), a pequena urbe mantinha em seu traçado primitivo apenas uma avenida central, duas secundárias e algumas ruas transversais, tinha seus terrenos cedidos em sistema de comodato, sem escritura definitiva, prevendo-se que fossem devolvidos aos domínios da Novacap em fins de 1959. As atividades comerciais eram facilitadas pela isenção de tributos, condição essa que inspirou o nome pelo qual o assentamento ficou mais conhecido em seus primeiros dias: Cidade Livre. Mas sagrou-se mesmo como Núcleo Bandeirante, onde cerca de duas mil pessoas habitavam em julho de 1957 (Geiger, 1963, p. 432).
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