Estados Unidos da América

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NOV.B.3 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-29
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  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. A imagem possui um enquadramento mais restrito, destacando a placa que celebra a entrega do terreno da embaixada dos Estados Unidos. A placa traz as seguintes informações: “O Presidente da República JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA com a presença do senhor secretário de Estado dos ESTADOS UNIDOS DA AMERICA DO NORTE JOHN FOSTER DULLES procedeu à entrega dêste terreno, escolhido pelo govêrno da nação amiga, dentre aquêles doados aos diversos países. Para nêles serem levantadas as sédes de suas embaixadas. BRASÍLIA, 8 de agosto de 1958.” Ao fundo, observa-se uma área desfocada, aparentemente um gramado.
Vale ressaltar que os terrenos das embaixadas foram doados pelo governo brasileiro. Estados Unidos foi o primeiro a estabelecer uma embaixada em Brasília, sendo o local escolhido por John Foster Dulles (1888 – 1959), o então Secretário de Estado norte-americano da época.
"

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-20
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-22
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-29
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-37
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Untitled

NOV.B.13 (68)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-68
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Registro de duas gruas auxiliando a colocação de vigas metálicas na estrutura do que veio a ser o Brasília Palace Hotel em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No registro, duas gruas - da fabricante Bucyrus Erie Co., fornecida pela construtora Coenge S.A. - posicionadas diagonalmente para o hotel, operadas por trabalhadores, que auxiliam na sustentação das vigas metálicas destinadas à montagem do esqueleto estrutural do Brasília Palace Hotel. No solo ao redor do hotel, peças metálicas aglomeradas. A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO. Entre estas, um trabalhador - trajando roupas sociais, camisa clara, calça marrom, luvas e chapéu, enquanto segura uma corda. Ao fundo do contexto de obra, o Cerrado - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas. 

Untitled

NOV.B.21 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada da Venezuela. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Venezuela Lote Nº 13. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. A Embaixada da Venezuela só se instalou em Brasília, DF em abril de 1972, sendo o autor do projeto o arquiteto Genry Tanededi. A Chancelaria da embaixada recebe obras de artistas venezuelanos. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p. 93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha (1927-2018): “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.

Untitled

NOV.B.21 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-2
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  • 1956 - 1960
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Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada da Argentina. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Argentina Lote Nº 12. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. A Embaixada da Argentina só foi inaugurada em 1994 (FICHER e SANTOS, 2018) e foi projetada pelo estúdio MSGSSS. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p. 93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um Cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida e algumas rebrotas de arbustos ou árvores, cuja vegetação foi removida recentemente por intervenção humana.

Untitled

NOV.B.21 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-23
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

" Fotografia preta e branca em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada do Canadá retirada em agosto de 1959. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Canadá Lote Nº 16. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. O projeto da Embaixada do Canadá foi feito por Thompson, Berwick, Pratt and Partners, com enfoque em um projeto preocupado com o conforto ambiental e aplicação de paisagismo de Ney Ururahy Dutra (1922-2013). A Chancelaria foi inaugurada em 13 de janeiro de 1977, com suas instalações em funcionamento desde 1976. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e na parte inferior da imagem nota-se terra batida com rebrotas, indicando remoção recente da vegetação pela intervençao humana.
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