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NOV.B.2 (270)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de noite de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício. Em segundo plano, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e ao fundo, dois abajures estão encostados em uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com seis poltronas Barcelona, na cor branco, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta. Em segundo plano, à esquerda, mais uma poltrona Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich e um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Ao fundo, o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (284)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, seis poltronas Barcelona, na cor branco, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta. Em segundo plano, à esquerda, mais uma poltrona Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich; sob a poltrona, ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; e um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Ao fundo, o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (286)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte da sala de estar no pavimento térreo do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, à direita da fotografia, um tapete bege com três poltronas Barcelona, na cor preta (sendo que uma está sem o estofado do encosto), de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Em centro, uma pequena mesa de centro com apenas os perfis metálicos em formato de X. Em segundo plano, à esquerda da fotografia, uma parede com revestimento espelhado que reflete parte dos móveis e da sala de estar (na parede há uma porta embutida no painel); ao lado, quatro poltronas Barcelonas, um sofá retilíneo de cor, aparentemente, marrom; ao centro, um tapete escuro com uma pequena mesa de centro com apenas os perfis metálicos em formato de X. Em terceiro plano, da esquerda para a direita, uma poltrona Barcelona preta, uma pequena mesa de centro, um tapete branco também ao centro e uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; atrás, a escada que leva para o pavimento superior onde fica a parte íntima do Palácio uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício, e um painel de madeira ripado; à direita, outra marquesa brasileira com um pequeno tapete ao lado, uma poltrona Barcelona preta, um recamier preto (um móvel de origem francesa que não tem encosto) e um tapete sob o mesmo; atrás uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício do guarda-corpo, ao seu lado direito, uma imagem religiosa que parece ser a de Nossa Senhora da Conceição (a mesma utilizada na Capela do Palácio da Alvorada e a qual a Capela é dedicada). Ao fundo, um homem com calça escura, camisa clara, próximo ao hall de entrada do Palácio e de uma pequena parede de madeira ripada com dois quadros (um pendurado no painel e outro no chão). À esquerda, a fachada leste do edifício todo envidraçado, podendo visualizar algumas das colunas externas e internas e parte das varandas do pavimento superior.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (322)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do segundo pavimento para da sala de estar do pavimento térreo do Palácio da Alvorada. Na sala de estar, em sentido anti-horário, relaciona-se os seguinte mobiliário: um sofá de quatro lugares na cor vinho em veludo, um recamier (móvel de origem francesa que não tem encosto), uma mesa de centro com pé metálico e tampo de vidro, cinco poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm, e um tapete de veludo em um tom bege. O piso da sala de estar é de madeira e cobrindo as janelas da fachada leste cortinas levemente transparentes na cor bege/branco.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (336)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de noite de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; atrás do guarda-corpo, um recamier mondrian (um tipo de sofá, no caso, sem encosto com um rolo de espuma que remete a uma almofada/travesseiro) linear com perfis metálicos e estofado vermelho e um tapete sob o mesmo; ao seu lado esquerdo, uma imagem religiosa que parece ser a de Nossa Senhora da Conceição (a mesma utilizada na Capela do Palácio da Alvorada e a qual a Capela é dedicada). Ainda ao centro, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e ao fundo, dois abajures estão encostados em uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com um pequeno sofá vermelho, um recamier (um tipo de sofá, no caso, sem encosto) preto e umas quatro poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; à direita, mais seis poltronas Barcelona, na cor branco. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta; à direita, um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Encostado na parede de mármore, há o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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NOV.B.2 (575)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do lado esquerdo do hall de entrada principal no térreo do Palácio da Alvorada. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Em primeiro plano, ao lado direito da fotografia, o início da rampa do hall de entrada que leva para a sala de estar com carpete vermelho. Em segundo plano, piso do hall com carpete branco e cinco poltronas Barcelona, sendo duas pretas e três brancas, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao fundo, à esquerda da fotografia, tem uma pequena escada que leva para um corredor no pavimento térreo com salas de espera e gabinete e a direita outra escada ao qual leva para o hall do subsolo. Adjacente as escadas, parte da parede do hall é revestida com espelho e está refletindo um pequeno pedaço do painel dourado sem título confeccionado por Athos Bulcão (1918-2008) em 1958 a partir de placas de latão dourado polido com dimensões de 800 cm x 915 cm x 37,5 cm. Na parede, há a frase do poeta Augusto Frederico Schmidt (1906-1965) para Juscelino Kubitschek (1902-1976) sobre o lançamento da pedra fundamental para o início da construção de Brasília: “Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Na fachada principal é possível visualizar as colunas do Palácio da Alvorada, o espelho d’água na entrada e algumas construções no horizonte.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (324) em cores.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (618)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de noite de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; atrás do guarda-corpo, um recamier mondrian (um tipo de sofá, no caso, sem encosto com um rolo de espuma que remete a uma almofada/travesseiro) linear com perfis metálicos e estofado vermelho e um tapete sob o mesmo; ao seu lado esquerdo, um biombo, aparentemente de madeira, com fundo escuro e desenhos que criam uma ornamentação em tons claros. Ainda ao centro, mais à direita, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; sob a marquesa, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e ao fundo, uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste refletidas por essa parede de espelho. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com um pequeno sofá vermelho, um recamier (um tipo de sofá, no caso, sem encosto) preto e umas quatro poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; à direita, mais seis poltronas Barcelona, na cor branco, e um sofá de mesma cor. Ao centro das poltronas Barcelona e do sofá está um tapete simples de cor, aparentemente azulado, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta; à direita, um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Encostado na parede de mármore, há o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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NOV.B.2 (645)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem levemente desfocada. Vista de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; atrás do guarda-corpo, um recamier mondrian (um tipo de sofá, no caso, sem encosto com um rolo de espuma que remete a uma almofada/travesseiro) linear com perfis metálicos e estofado vermelho e um tapete sob o mesmo; ao seu lado esquerdo, uma imagem religiosa que parece ser a de Nossa Senhora da Conceição (a mesma utilizada na Capela do Palácio da Alvorada e a qual a Capela é dedicada). Ainda ao centro, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com um pequeno sofá vermelho, um recamier (um tipo de sofá, no caso, sem encosto) preto e umas quatro poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; à direita, mais seis poltronas Barcelona, na cor branco. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta; à direita, um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Encostado na parede de mármore, há o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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