Rural Willys

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Rural Willys

Equivalent terms

Rural Willys

Associated terms

Rural Willys

45 Archival description results for Rural Willys

45 results directly related Exclude narrower terms

NOV.B.05(75)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-75
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, retrata a locação sequencial dos ministérios em processo de construção durante os anos 1957 a 1960, onde da esquerda para direita identificam-se como: Ministério da Cultura, Ministério da Aeronáutica, Ministério da Marinha e Ministério da Guerra – feita a colocação das esquadrias evidenciando uma etapa avançada de obra -, os andaimes presentes em alguns dos ministérios visíveis retratam o processo de finalização no acabamento das fachadas. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Automóvel - Rural Willys - passando em primeiro plano, ao fundo, dois grupos de trabalhadores aglomerados no plano centro-direito da fotografia. Ao fundo, em frente ao Ministério da Cultura, um carro de cor clara transita pela via principal. As vias com diversos materiais e amontoados de terra, ainda em terra batida, delimitam os trajetos e tráfegos possíveis em torno dos ministérios na Esplanada dos Ministérios. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Untitled

NOV.B.07 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem retrata em perspectiva trecho da Avenida W3 sul na altura das quadras 507/508 onde observa-se a presença de dois edifícios modernistas, alguns automóveis na via e pessoas dispersas. Nos edifícios destacam-se marquises sob lojas e janelas em fita. Em primeiro plano, uma via asfaltada com automóveis estacionados e um ônibus da marca Mercedes escrito "ESPECIAL" no letreiro frontal superior. O primeiro edifício, em segundo plano, possui em sua fachada o letreiro escrito: "DC - Brasília; S.A Diário Carioca" indicando o provável uso dado ao primeiro pavimento desse. Nota-se um comércio em funcionamento no térreo, em uma das lojas do mesmo edifício, com alguns cartazes na parede e dois letreiros com os dizeres: "CUBA LIBRE; RON MERINO" e "CINZANO; BAR RESTAURANTE; CHEZ WILLY", o primeiro referente a uma bebida cubana e o segundo à marca de um vinho e o nome do comércio. O nome "CHEZ WILLY" também consta na lataria de um automóvel Jeep Rural Willys estacionado em frente ao estabelecimento. Ao fundo, céu com nuvens em dia ensolarado. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro Ousadia em imagens na página 62. De acordo com o Arquivo Público do Distrito Federal o restaurante Chez Willy, citado acima, funcionava a princípio na Cidade Livre e foi o primeiro restaurante de comida internacional do Plano Piloto. No Depoimento de Eduardo Brandão Cavalcanti - Programa de História Oral, do ArPDF, também há duas menções ao restaurante

Untitled

NOV.B.13 (100)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-100
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Vista da fachada leste do bloco principal e a junção com o bloco secundário térreo. Entre eles está o jardim externo, composto de gramíneas e arbustos do Cerrrado como a canela-de-ema (Vellozia squamata), onde um trabalhador de vestimenta azul movimenta uma carriola sobre o gramado e, posicionado próximo ao Rural Willys verde, está um teodolito aberto. Do lado oposto ao carro, está o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Untitled

NOV.B.13 (115)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-115
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de parte da fachada leste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Este recorte da fachada ocupa os dois terços superiores da imagem em primeiro plano. O terço inferior compreende o pilotis do hotel, com um gramado plantado à frente, podendo -se visualizar à esquerda o volume protegido por pele de vidro que leva à rampa de entrada e no centro o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, atrás do edifício se enxerga parte da fachada do condomínio Lake Side, com árvores de médio e grande porte em frente aos edifícios. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do plano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Untitled

NOV.B.13 (116)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-116
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada leste do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Na parte direita da imagem, vista da fachada leste do volume laminar em barra sobre pilotis, sob ele o Rural Willys verde em exposição. Atrás, uma das torres de circulação em concreto alocadas na requalificação do edifício. Ocupando o centro da imagem, uma gameleira-branca (Ficus gomelleira) (Ficus gomelleira) e outra árvore cobrem a vista para a laje que une o bloco principal ao bloco de menor altura onde se localiza o restaurante e salão de eventos, sendo que em frente as árvores há gramado plantado com algumas partes de vegetação amarelada. À esquerda da imagem se vê parte deste bloco, a marquise se projetando sobre as paredes curvas que conformam o espaço interno e o painel do Athos Bulcão restaurado localizado na parede externa, voltado para as varandas dos quartos. À frente, na parte inferior da imagem, uma faixa de terra descoberta e tubulação exposta. Ao fundo, em ambas as laterais da imagem, nota-se copas de árvores (espécies não identificadas). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

NOV.B.13 (117)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-117
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachadas leste e norte do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Na parte central-direita da imagem, vista da fachada leste e norte do volume laminar em barra sobre pilotis, sob ele o Rural Willys verde em exposição. Atrás, uma das torres de circulação em concreto alocadas na requalificação do edifício. Ocupando a esquerda da imagem, uma Gameleira-branca (Ficus gomelleira) e outra árvore, e logo a frente grama plantada com alguns trechos amarelados. À frente, na parte inferior da imagem, uma faixa de terra descoberta e tubulação exposta. No canto inferior direito, em segundo plano, se vê parte do condomínio vizinho, Lake Side, algumas árvores de médio porte, iluminação e estacionamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

NOV.B.13 (118)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-118
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachada leste do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada leste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver as esquadrias e portas de madeira que levam às varandas. Parte do pilotis está protegida por cortina de vidro transparente, levando à rampa do saguão de entrada, à esquerda está a laje que une os dois blocos, coberta por divisória de vidro espelhado. Na quina onde se unem os dois volumes está uma árvore, e a frente da árvore, na parte inferior da imagem, nota-se gramado plantado com alguns trechos amarelados. Além disso, no canto esquerdo observa-se copa de uma árvore de grande porte (espécie não identificada). Atrás do hotel, há gramado e árvores pertencentes ao condomínio Lake Side. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

NOV.B.13 (119)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-119
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachada leste do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada leste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver as esquadrias e portas de madeira que levam às varandas. Parte do pilotis está protegida por cortina de vidro transparente, levando à rampa do saguão de entrada, à esquerda está a laje que une os dois blocos, coberta por divisória de vidro espelhado. Na quina onde se unem os dois volumes está uma árvore (espécie não identificada). No canto superior esquerdo se enxerga parte da marquise que cobre o salão de eventos. Na grama, na porção inferior esquerda da imagem se veem gradis de instalações e ventilação. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Untitled

NOV.B.13 (120)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-120
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da área externa próxima ao restaurante e salão de eventos do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Enfoque na passagem da área do hotel para área de eventos e painel do Athos Bulcão (1918-2008). No canto, vista da fachada leste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel. À esquerda, painel de azulejos de autoria de Athos Bulcão (1918-2008), nas dimensões de 3,18 x 34,74m composto por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo, composto de gramado plantado. Além disso, observa-se copa de uma árvore de grande porte na lateral direita e outra árvore atrás do edifício (espécies não identificadas). A recuperação dos painéis de Athos Bulcão, bastante danificados pelo incêndio e vandalizados no período de abandono do edifício, foi coordenada pelo próprio artista e constitui um aspecto bastante relevante no processo de reabilitação do edifício. Na grama, na porção inferior esquerda da imagem se veem gradis de instalações e ventilação. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

NOV.B.13 (121)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-121
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro do painel de Athos Bulcão na área externa do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Enfoque da imagem para o painel de azulejos de autoria de Athos Bulcão (1918-2008), nas dimensões de 3,18 x 34,74m composto por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo, composto de grama plantada. A recuperação dos painéis de Athos Bulcão, bastante danificados pelo incêndio e vandalizados no período de abandono do edifício, foi coordenada pelo próprio artista e constitui um aspecto bastante relevante no processo de reabilitação do edifício. No canto direito ainda é possível enxergar parte da passagem que une a área dos dormitórios do hotel ao salão de eventos e restaurante. Ao fundo do hotel, nota-se parte da copa de uma árvore (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do plano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

Results 1 to 10 of 45