Árvores

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NOV.B.13 (116)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-116
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada leste do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Na parte direita da imagem, vista da fachada leste do volume laminar em barra sobre pilotis, sob ele o Rural Willys verde em exposição. Atrás, uma das torres de circulação em concreto alocadas na requalificação do edifício. Ocupando o centro da imagem, uma gameleira-branca (Ficus gomelleira) (Ficus gomelleira) e outra árvore cobrem a vista para a laje que une o bloco principal ao bloco de menor altura onde se localiza o restaurante e salão de eventos, sendo que em frente as árvores há gramado plantado com algumas partes de vegetação amarelada. À esquerda da imagem se vê parte deste bloco, a marquise se projetando sobre as paredes curvas que conformam o espaço interno e o painel do Athos Bulcão restaurado localizado na parede externa, voltado para as varandas dos quartos. À frente, na parte inferior da imagem, uma faixa de terra descoberta e tubulação exposta. Ao fundo, em ambas as laterais da imagem, nota-se copas de árvores (espécies não identificadas). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Untitled

NOV.B.13 (132)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-132
  • Item
  • 2010
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachadas leste e norte do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Na parte central-direita da imagem, vista da fachada leste e norte do volume laminar em barra sobre pilotis. Atrás, uma das torres de circulação em concreto alocadas na requalificação do edifício. Ocupando a esquerda da imagem, uma árvore de grande porte popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira) e em frente nota-se oura árvore (espécie não identificada), ambas sobre grama plantada com aspecto ralo, e atrás delas, a marquise que une o edifício do hotel ao edifício do restaurante e salão de eventos, e parte do painel interno de Athos Bulcão. À frente, na parte inferior da imagem, uma faixa de terra descoberta e tubulação exposta. No canto inferior direito, em segundo plano, algumas árvores, iluminação e estacionamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Untitled

NOV.B.20 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-11
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, vegetação rala à esquerda, indicando remoção recente da vegetação, e duas árvores de baixo porte e uma de médio porte, ambas nativas do Cerrado. Atrás, o que aparenta ser uma montagem de forma com tábuas de madeira com travamentos diagonais também de madeira. Ao redor, algumas figuras humanas e materiais de construção. Este está próximo ao canteiro de obra que está sendo construído, da SQS 106, futuro projeto da empresa Kosmos engenharia S/A, que tiveram a tarefa de erguer os onze blocos do “Conjunto Residencial IAPC” a superquadra, custeada pelo Instituto de Assistência Previdenciária dos Comerciários – IAPC.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-1 (35).
"

Untitled

NOV.B.20 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-19
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Untitled

NOV.B.20 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-19
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Untitled

NOV.B.20 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-3
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, terra batida com árvores de médio porte esparsas, o que aparenta ser uma parada de ônibus com quatro colunas de madeira e uma cobertura com uma água e um Jeep Willys à direita do mesmo. Atrás, um edifício longilíneo não identificado com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e janelas em fita rende a cobertura. O edifício é levemente elevado do solo provavelmente por causa da inclinação do terreno e para evitar umidade abaixo do piso. Ao fundo, vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-4
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (5).
"

Untitled

NOV.B.20 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-5
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (4).
"

Untitled