Rural Willys

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NOV.B.07 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem retrata em perspectiva trecho da Avenida W3 sul na altura das quadras 507/508 onde observa-se a presença de dois edifícios modernistas, alguns automóveis na via e pessoas dispersas. Nos edifícios destacam-se marquises sob lojas e janelas em fita. Em primeiro plano, uma via asfaltada com automóveis estacionados e um ônibus da marca Mercedes escrito "ESPECIAL" no letreiro frontal superior. O primeiro edifício, em segundo plano, possui em sua fachada o letreiro escrito: "DC - Brasília; S.A Diário Carioca" indicando o provável uso dado ao primeiro pavimento desse. Nota-se um comércio em funcionamento no térreo, em uma das lojas do mesmo edifício, com alguns cartazes na parede e dois letreiros com os dizeres: "CUBA LIBRE; RON MERINO" e "CINZANO; BAR RESTAURANTE; CHEZ WILLY", o primeiro referente a uma bebida cubana e o segundo à marca de um vinho e o nome do comércio. O nome "CHEZ WILLY" também consta na lataria de um automóvel Jeep Rural Willys estacionado em frente ao estabelecimento. Ao fundo, céu com nuvens em dia ensolarado. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro Ousadia em imagens na página 62. De acordo com o Arquivo Público do Distrito Federal o restaurante Chez Willy, citado acima, funcionava a princípio na Cidade Livre e foi o primeiro restaurante de comida internacional do Plano Piloto. No Depoimento de Eduardo Brandão Cavalcanti - Programa de História Oral, do ArPDF, também há duas menções ao restaurante

Untitled

NOV.B.18 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendem alguns autores como Gouvêa, 1995 e Holston, 1993. Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Próximo ao limite esquerdo da imagem, um provável Rural Willys trafega na pista marginal (eixinho). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Untitled

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Item
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

Untitled

NOV.B.18 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-86
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Observa-se a via correspondente a W3 sul, na altura da superquadra 507/707 sul, ainda sem delimitações de via (faixas ou meio-fio), com algumas edificações lindeiras. À esquerda, tem-se as construções comerciais, mais precisamente a do Banco Lowndes S.A, na primeira fileira de edifícios brancos concluídos. Ao lado, mais edifícios comerciais estão sendo construídos, como se vê que ainda estão em fase estrutural, sendo que a frente das consruções há uma árvore de médio porte nativa do Cerrrado. Em ambas as pistas da W3 sul há uma grande quantidade de veículos, contendo uma Rural Willys, duas Kombis brancas, uma provável Ford F-100 pick-up, dois caminhões e diversos outros carros ao fundo. No canteiro central, do lado esquerdo da Rural Willys, três trabalhadores cavam e observam o serviço, vestindo camisas e calças claras. O primeiro está agachado com o antebraço apoiado sobre o joelho, o segundo está com uma mão na cintura e a outra mão está apoiada no cabo da enxada e o terceiro cava um buraco no solo, com um chapéu. Atrás destes trabalhadores está um grupo de outros três operários debaixo de uma instalação improvisada de apoio. Na minha linha, fora do limite da pista, um trabalhador de camisa clara e calça mais escura caminha. Próximo ao prédio do Banco Lowndes há diversas pessoas, homens e mulheres a caminhar. O fotógrafo capturou o retrato debaixo da cobertura de uma das casas da quadra 707, com a configuração de pintura escura e cobogós na entrada. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Untitled

NOV.B.18 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-88
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista de uma janela de um prédio comercial, na região das 500 sul. Observa-se a grande concentração de veículos estacionados, principalmente no canteiro central e transeuntes caminhando na calçada do comércio e entre os carros. Alguns dos veículos presentes são: Jeep Willys, Rural Willys, Caminhonete Ford F-100, Aero Willys, Plymouth Special Deluxe 1948 e caminhões Ford. À esquerda da via principal da W3 sul estão as residências duplex da Caixa Econômica, com uma árvore de grande porte na lateral esquerda dos prédios. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
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Untitled