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NOV.B.6 (50)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido

Imagem de uma fazenda com destaque para um árvore de manga (Mangifera indica) alto, o que indica a presença humana no local bem antes da construção de Brasília.
O primeiro plano consiste em vegetação baixa e uma cerca rústica feita de troncos de madeira (cada tronco é único, e a maioria é tortuosa) e arame farpado. A qualidade da imagem não permite a exata identificação das demais espécies.
Atrás da cerca está um homem de costas, olhando para a esquerda, no centro da parte inferior da fotografia. Ele veste roupas claras, sendo uma calça e camisa. Seu cabelo é escuro e calvo.
Neste plano há também diversas outras árvores com alturas diversas, entre elas algumas que parecem de mamão (Carica papaya), mandioca ou/e mamonas (Ricinus communis).
No segundo plano vê-se a frondosa mangueira, por trás das árvores menores.
Indivíduos de palmeiras (Arecaceae) estão atrás das árvores nas laterais da fotografia. A palmeira na parte esquerda da fotografia aparenta ser um babaçú (Attalea speciosa) ou gueroba (Syagrus oleracea).
Em último plano observa-se céu nublado.

Nessa imagem há predominância de plantas jovens, especialmente em primeiro plano, demonstrando a presença humana e a modificação da paisagem.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.08 (27)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma parede baixa de concreto com vigas de madeira em cima. No interior da área demarcada, um lago artificial de concreto, em formato de “C” invertido, largo e centralizado na imagem, que se enche por um cano interno localizado no canto inferior direito. Assim, no convexo do lago, do lado direita, na parte de cima, há um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) que se divide sob o concreto e sob o chão de terra batida, também pode-se visualizar outro grupo de aves na água. Ainda na margem, pouco a abaixo, aparece um fragmento da pedra ornamental. À esquerda, no côncavo, possui três planos, no primeiro, um tronco de planta de uma espécie de palmeira; no segundo plano, há uma árvore seca e dois compartimentos com inscrição “20” em cada um; no terceiro plano, há um abrigo feito de toras de madeira e telhado de palha, com palhas no interior. Atrás do cercado, uma estrada de terra que faz divisa com o recinto um amplo pasto de gramado. Mais ao fundo, existe uma ponte e uma mata ciliar, esse conjunto indica para a existência de água natural no local. No último plano, exibe-se no horizonte uma paisagem de vegetação heterogênea. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil