Área de identidad
Código de referencia
Título
Fecha(s)
- 1957 (Creación)
Nivel de descripción
Unidad documental simple
Volumen y soporte
Iconográfico. Representante Digital. 1 item.
Área de contexto
Nombre del productor
Historia administrativa
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) foi criada pela Lei nº 2.874, de 19 de setembro de 1956, sancionada
pelo presidente Juscelino Kubitschek, com o objetivo de efetuar a mudança da Capital Federal para o interior do Brasil. Seu Art. 3º define as atribuições da NOVACAP no cumprimento da transferência da capital do Brasil eram: “Planejamento e execução do serviço de localização, urbanização e construção da futura Capital, diretamente ou através de órgão da administração federal, estadual e municipal, ou de empresas idôneas com as quais contratar; Aquisição, permuta, alienação, locação e arrendamento de imóveis na área do novo Distrito Federal ou em qualquer parte do território nacional, pertinentes aos fins previstos nesta lei; Execução, mediante concessão de obras e serviços da competência
federal, estadual e municipal, relacionados com a nova Capital; Prática de todos os mais atos concernentes aos objetivos sociais, previstos nos estatutos ou autorizados pelo Conselho de Administração.” À Companhia cabia também executar, mediante contratos ou concessões, obras e serviços não compreendidos nas atribuições específicas da empresa
(Art. 2º, alínea “d”). Também eram de sua responsabilidade: obras de urbanização da cidade (disposição geral das quadras, abertura de ruas, construção de parques e playgrounds e instalação dos serviços básicos de utilidade pública, como água, esgoto, força e luz) e a construção do núcleo administrativo federal (palácios presidenciais, edifícios ministeriais e casas do Legislativo e do Judiciário). As demais edificações foram entregues à iniciativa privada e às autarquias federais.
Em 24 de setembro de 1956, por meio dos Decretos nº 40.016 e nº 40.017, respectivamente, foi extinta a Comissão de Planejamento da Construção da Nova Capital e aprovado o Estatuto da NOVACAP. A estrutura da empresa compreendia uma presidência, conselhos, três diretorias, departamentos e divisões, escritórios regionais e representações no exterior. Seu primeiro escritório foi instalado no centro do Rio de Janeiro, à Avenida Almirante Barroso, edifício nº 54. Em Brasília, a sede foi erguida onde hoje é a cidade-satélite Candangolândia, ali permanecendo de 1956 a 1959. A Companhia recebeu outras atribuições de substancial importância para a construção de Brasília. Por meio dos Decretos nº 41.193, de 26 de março de 1957, nº 44.312, de 12 de agosto de 1958 e nº 45.410, de 12 de fevereiro de 1959, recebeu a responsabilidade pela construção de linha férrea, instalação de rede de telecomunicações, e a autorização para funcionar como empresa de energia elétrica na nova capital do Brasil. Antes mesmo da escolha do Plano Piloto, a NOVACAP deu início a uma série de obras prioritárias para a preparação da área onde seria construída a cidade, realizando sondagens para o represamento do rio Paranoá e para a instalação de uma rede ferroviária que ligaria a capital ao resto do país. Em 1º de outubro de 1957, a Lei nº 3.273 autoriza os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo tomar as medidas necessárias para a transferência da capital da União para o novo Distrito Federal. A data de mudança da capital para o interior do país, segundo essa mesma Lei, deveria ser realizada em 21 de abril de 1960. Em 25 de fevereiro de 1958, por meio do Decreto nº 43.285, foi constituído um Grupo de Trabalho com o intuito de promover a transferência dos Órgãos Federais para Brasília. Ao Grupo de Trabalho competia, dentre outras tarefas, fazer o levantamento dos órgãos federais que seriam transferidos à nova capital do Brasil, verificar as condições das famílias dos funcionários dos órgãos que seriam transferidos e sua vontade de fixar domicílio na nova capital. Eram membros do Grupo de Trabalho: representantes do Estado Maior das Forças Armadas, um representante de cada Ministério Civil, e um representante da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil.
Pela Lei nº 3.751, de 13 de abril de 1960, a União transferiu para a Prefeitura do Distrito Federal, com isenção de pagamento ou indenização, 51% das ações representativas do capital da NOVACAP. Com a inauguração de Brasília, em 21 de abril, o presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro da Silva, assumiu a Prefeitura do Distrito
Federal. O Decreto nº 48.924, de 08 de setembro de 1960, dispunha sobre a aprovação dos novos estatutos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Dentre as suas atribuições, constava o planejamento e a execução dos serviços complementares de urbanização e construção da cidade em estreita colaboração com a Prefeitura do Distrito Federal. Ao longo dos anos, a NOVACAP foi perdendo atribuições, que foram passadas às secretarias de estado da Prefeitura do Distrito Federal (1960-1969), hoje Governo do Distrito Federal. A Lei nº 4.545, de 10 de dezembro de 1964, promoveu a descentralização administrativa tanto da Prefeitura do Distrito Federal quanto das competências da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil com a criação e a consolidação de administrações regionais, autarquias, empresas públicas, fundações, órgãos relativamente autônomos e os órgãos de administração descentralizada, que receberam atribuições que anteriormente eram de responsabilidade da NOVACAP. Na gestão do Prefeito Wadjô da Costa Gomide, (31-03-1967 a 30-10-1969), a NOVACAP passou a integrar a estrutura da Secretaria de Viação e Obras. No ano de 1968, foi aprovada pela Ata da Presidência da NOVACAP, de 23 de maio de 1968, a instalação da Companhia de Telefones de Brasília (COTELB) em substituição ao Departamento de Telefones Urbanos e Interurbanos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Em 1969, a Companhia de Água e Esgoto de Brasília (CAESB) foi criada pelo Decreto nº 939 de 12 de maio. No ano de 1971, por intermédio da Instrução nº 190, de 31 de maio, foi criada nova estrutura das unidades que integram a organização básica da NOVACAP, que a partir desse momento foi composta pelo Gabinete da Superintendência e pelos Departamento Jurídico, a Contadoria Geral, os Departamentos de Finanças; de Administração; de Edificações; de Viação e Obras; de Parques e Jardins, e Econômico. A Lei Federal nº 5.861, de 12 de dezembro de 1972, “Autoriza o desmembramento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), mediante alteração de seu objeto e constituição da Companhia Imobiliária de Brasília – TERRACAP”, reduz os objetivos da empresa para “execução de obras e serviços de urbanização e construção civil de interesse do Distrito Federal, diretamente ou por contrato com entidades públicas ou privadas”, e autoriza o Governo do Distrito Federal a constituir a TERRACAP para que assuma os direitos e as obrigações que a NOVACAP possuía, no que se refere à execução de atividades imobiliárias de interesse do Distrito Federal. Pelo Art. 3º, as duas entidades são empresas públicas do Distrito Federal com sede e foro em Brasília, e cabe ao Governador do Distrito Federal definir “estrutura, atribuições e funcionamento dos órgãos da administração”. A Resolução nº 1, de 1º de março de 1973, centraliza as atividades da Companhia, criando sua Secretaria Geral e extinguindo a Secretaria dos Órgãos Colegiados da estrutura administrativa da NOVACAP. No ano de 1973, a Instrução nº 354, de 29 de agosto, cria o Arquivo Histórico da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Suas atribuições consistiam em fazer o levantamento dos documentos importantes da NOVACAP, mantê-los em boa guarda, e manter atualizados os registros de periódicos e publicações que dizem respeito à NOVACAP, além de fornecer informações da sua alçada. O Decreto de número nº 7.492, de 27 de abril de 1983, determinou sob a proteção do Governo do Distrito Federal o acervo documental histórico da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, a título de preservação do patrimônio. O parágrafo único do Decreto considera que esse acervo englobaria documentação escrita, cartográfica, iconográfica e audiovisual produzida pela Companhia até 1960.
Institución archivística
Historia archivística
Origen del ingreso o transferencia
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Alcance y contenido
"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem da fotografia que apresenta a vista lateral aérea da maquete física, de materiais não identificados, da Superquadra 308 Sul (SQS 308) do Plano Piloto de Brasília. À frente, se destacam a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima e o volume preliminar desenvolvido para a Escola Parque da 308 Sul. Mais ao fundo, em meio aos blocos residenciais, há a proposta preliminar de forma para a Escola Classe da quadra. Por último, em último plano é possível identificar os blocos comerciais locais e o mercado, localizado no centro do eixo comercial.
Esta maquete foi bastante fotografada para publicações em revistas de arquitetura e urbanismo, tais como Revista Brasília e L’Architecture d’Aujourd’hui.
Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
Informações adicionais sobre a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
Informações adicionais sobre a Escola Parque da 308 Sul e o sistema educacional de Brasília: Escola Parque da 308 Sul é um exemplo icônico de arquitetura moderna brasileira e um importante trabalho do arquiteto João Filgueiras Lima, conhecido como Lelé. Segundo o Projeto Político Pedagógico a Escola Parque da 307/308 Sul foi entregue à população de Brasília em 21 de abril de 1960, iniciando o ano letivo em 16 de maio do mesmo ano.
O prédio da escola é composto por uma série de pavilhões que se distribuem em torno de um grande pátio central. A estrutura é leve e a escola foi projetada para que a ventilação natural possa ser maximizada, além de possuir uma série de elementos de controle solar.
Os pavilhões da escola são compostos por estruturas de concreto e metal, com paredes de vidro que permitem a entrada de luz natural e proporcionam vistas para o pátio central. As paredes internas das salas de aula são revestidas de madeira, criando um ambiente acolhedor e aconchegante.
A escola também conta com um grande número de áreas externas, como o pátio central, o parque infantil e os jardins, que foram projetados para incentivar a interação e o contato com a natureza. A escola tem como um de seus objetivos a promoção de um ambiente educacional saudável e acolhedor.
Além disso, a escola possui uma série de elementos arquitetônicos que são característicos do trabalho de Lelé, como a valorização da luz natural, a integração dos espaços internos e externos, e a preocupação com a sustentabilidade. A escola é um exemplo notável do trabalho de Lelé e um patrimônio arquitetônico importante da cidade de Brasília.
De acordo com Juscelino Kubitschek (1902 – 1976) o projeto de criação da nova capital buscava abarcar todas as áreas relevantes para o desenvolvimento da nação e do indivíduo. E a educação não ficaria de fora desse planejamento, pelo contrário, teve sempre lugar destaque. Acreditavam que o sistema educacional idealizado aqui serviria como base e modelo para ser seguido no resto do país. Dessa forma, deram prioridade a execução de um plano educacional que enfatiza a democratização do ensino e que ele se ajustasse às peculiaridades urbanísticas propostas por Lucio Costa (1902 – 1998). O plano de construção das escolas levou em consideração a quantidade de habitantes na região e foram divididas da seguinte forma:
• Jardins da infância - destinados à educação de crianças nas idades de 4, 5 e 6 anos;
• Escolas-classe: para a educação intelectual sistemática de menores nas idades de 7 a 14 anos, em curso completo de seis anos ou séries escolares;
• Escolas-parque - destinadas a complementar a tarefa das ""escolas-classe"", mediante o desenvolvimento artístico, físico e recreativo da criança e sua iniciação no trabalho, mediante uma rede de instituições ligadas entre si, dentro da mesma área.
O plano educacional foi pensado por uma equipe técnica chefiada pelo professor Anísio Teixeira (1900 – 1971) e entraria em vigor após a inauguração de Brasília. Entretanto, com a construção da capital, famílias mudaram-se para o planalto central e a demanda por educação para os seus filhos passou a existir antes mesmo do Plano Educacional e as estruturas físicas das escolas ficarem prontas.
A Escola Parque 308 Sul adota uma abordagem pedagógica inovadora, baseada na interdisciplinaridade, na criatividade e na participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Além disso, a escola oferece atividades extracurriculares, como oficinas de música, teatro, dança e artes plásticas, visando o desenvolvimento integral dos estudantes.
A escola atende alunos do ensino fundamental e médio, e tem uma proposta curricular que busca formar cidadãos críticos e engajados socialmente. Além disso, a escola tem um compromisso com a inclusão social e oferece atendimento educacional especializado para alunos com deficiência.
Em resumo, a Escola Parque 308 Sul é uma escola pública de destaque em Brasília, que busca uma educação de qualidade e inovadora, com foco no desenvolvimento integral dos estudantes e na formação de cidadãos críticos e engajados socialmente.
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Valorización, destrucción y programación
Acumulaciones
Sistema de arreglo
Área de condiciones de acceso y uso
Condiciones de acceso
Sem restrição (cf. ARQUIVO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL. Guia do Arquivo Público do Distrito Federal. Brasília: ArPDF, 2019.)
Condiciones
Sem restrição. Com compromisso de crédito.
Idioma del material
Escritura del material
Notas sobre las lenguas y escrituras
Características físicas y requisitos técnicos
Instrumentos de descripción
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Existencia y localización de copias
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Identificador/es alternativo(os)
Puntos de acceso
Puntos de acceso por lugar
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- Lúcio Marçal Ferreira Ribeiro de Lima Costa (Materia)
- Juscelino Kubitschek (Materia)
- Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho (Materia)
- Joaquim Maria Moreira Cardozo (Materia)
Tipo de puntos de acceso
Área de control de la descripción
Identificador de la descripción
Identificador de la institución
Reglas y/o convenciones usadas
BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma Brasileira de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. 124p.
Estado de elaboración
Nivel de detalle
Fechas de creación revisión eliminación
06/03/2024
Idioma(s)
- portugués de Brasil
Escritura(s)
Fuentes
Referências bibliográficas: COSTA, Maria E.; LIMA, Adeildo V. Brasília, 57-85: do plano piloto ao Plano Piloto. Brasília: Terracap, 1985
COSTA, Lucio. Brasília, cidade que inventei. Brasília, 2018. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/lucio_costa_miolo_2018_reimpressao_.pdf. Acesso em: 16 de jan. de 2024.
FERREIRA, Marcílio Mendes; GOROVITZ, Matheus. A invenção da Superquadra. Brasília: IPHAN, 2020.
IPHAN, Superquadra de Brasília: preservando um lugar de viver. Brasília, 2015.
MAGALHÃES, Carlos Henrique. Os blocos de Superquadra: um tipo da modernidade. MDC. Disponível em: https://mdc.arq.br/2009/06/02/os-blocos-de-superquadra-um-tipo-da-modernidade/. Acesso em: 02 de fev de 2024.
BRASIL. Revista Brasília, n. 9, ano 1, set. de 1957, p.8 e 9.
BRASIL. Revista Brasília, n. 13, ano 2, jan. de 1958, p.12 e 13.
Edição nº 80 do periódico L’Architecture d’Aujourd’hui, pp. 68- 69.
Nota del archivista
Projeto Repositório Digital do Arquivo Público do Distrito Federal. Instituto Latinoamérica/Arquivo Público do Distrito Federal/Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal. Termo de Fomento chamada nº 02/2022 - vinculada ao Edital nº 4/2020. 2023. Descrição feita por: Iris Castro, Maria Beatriz D. E. Carneiro, Mariana Jubé e Luciana Coimbra.