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NOV.C.1 (15)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem apresenta duas figuras femininas atrás de uma mesa de escritório; uma em pé - ao lado esquerdo da imagem, a segunda sentada - ao lado direito da imagem, que posam para a fotografia com os olhares atentos ao registro fotográfico e sorridentes, em um ambiente fechado; paredes brancas com janelas e porta de madeira com detalhe quadrado na parte superior.
A figura feminina, à direita da imagem, está trajando vestido estampado, acinturado, com decote em “v” no colo, ombros cobertos com mangas até no início dos braços, infere-se ser vestido sob medida; possui cabelos claros, lisos e curtos, acima da nuca. Leva como acessórios colar e brinco de pérolas, pulseira de material metálico no braço à direita da imagem, posicionado em cima das pernas. Enquanto, apenas a mão do braço do lado à esquerda está visível encostado no quadril, segurando um cigarro.
Ao lado desta primeira, à esquerda da imagem, a figura feminina está de frente e em pé, com uma mão apoiada na quina da janela e outra na borda da mesa. Está trajando vestido de tonalidade clara com botões grandes de cor escura na parte da frente, pouco folgado que se ajusta com um cinto na cintura, da mesma tonalidade do vestido. Possui abertura em “v” no colo do pescoço e mangas até o início do braço. Como adornos, leva broche redondo em cima do ombro e pulseiras finas de metais do lado direito da imagem; bem como brincos pequenos e unhas pintadas. Contém possui cabelos claros, lisos e curtos, acima da nuca.
Acima da mesa materiais de escritório, tais como: caneta, lápis, papeis avulsas, bloco de notas, caixas de papelão empilhadas, caixa de material de acrílico para acondicionamento de documentos menores, papéis enrolados, entre outras não-identificados e de uso pessoal, como: cinzeiro.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (6)

"Fotografia colorida, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem apresenta três figuras femininas em pé, interagindo entre si em um ambiente fechado; paredes brancas e porta cinza aberta. Uma das figuras, à direita da imagem, está de costas para a câmera, trajando blusa amarela, saia xadrez nas cores azul e preto e possui cabelos escuros, lisos e curtos, acima da nuca. À esquerda, a segunda figura feminina está de perfil para a câmera, trajando vestido com estampa florida em tonalidades vinho, verde, amarelo e azul; possui cabelos ondulados e claros acima da nuca; ainda usa como acessórios um óculos no rosto. Ao centro, a terceira figura encontra-se posicionada de frente para a câmera com o olhar voltado para baixo enquanto segura uma folha branca e uma caneta na mão à esquerda da fotografia, neste mesmo braço leva um relógio de pulso de metal em cor dourada; traja vestido branco de mangas longas com golas e estampa colorida; nos lábios utiliza batom lilás e possui cabelos escuros lisos, longos e presos em um coque no topo da cabeça. Ao fundo é possível ver uma mesa de madeira com tampo de vidro sobre a parte superior e alguns materiais de escritório sobre a superfície. A esquerda da fotografia encontra-se um armário de madeira com duas portas fechadas e estantes comportando folhas de papel e sobre a estante um troféu de prata.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (46)

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma estrada de terra e cerrado descampado, com poucas árvores e arbustos. Refere-se à movimentação do dia do enterro de Bernardo Sayão no Campo da Esperança. A fotografia por composta de três planos: no primeiro plano mostra-se uma demarcação de terra avermelhada e mexida, no segundo plano a estrada de terra em que há grupos de pessoas parados e automóveis; do lado esquerdo da fotografia há duas (2) figuras masculinas paradas, a primeira de costas para a câmera e a segunda de perfil; um pouco afastado, há o que parece ser uma roda dianteira de uma moto e um grupo de pessoas, três dessas aparentam estar caminhando para o lado oposto. No meio da estrada, uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco tendo uma figura masculina no banco de frente. Do outro lado da ambulância, podemos observar um outro carro com uma figura masculina no banco de frente e uma outra figura masculina de pé no meio dos dois carros, infere-se tratar de uma conversa. Há duas linhas diagonais (ou fios elétricos) que atravessam a vegetação e a estrada. Um pouco mais a frente da ambulância, há um camionete de cor amarela que podemos identificar apenas a traseira com uma figura masculina sentada e uma outra figura masculina parado ao lado, e do outro lado um caminhão podemos identificar somente a dianteira de cor verde, e do seu lado duas figuras masculinas caminhando. Um pouco afastado do carro amarelo deixando o segundo plano, há um grupo de pessoas perto das duas linhas, composto por quatro (4) figuras masculinas vestidas, uma figura infantil (criança) e duas figuras femininas (mulheres). No terceiro plano da imagem, perto da linha esquerda da fotografia, podemos identificar a traseira de um ônibus, e no interior pessoas. Atrás do ônibus, está um carro de frente para a câmera, e bem perto e do outro lado das linhas diagonais (fios elétricos), há duas (2) figuras masculinas que parecem estar correndo. No meio da vegetação, há seis (6) figuras masculinas alinhadas perto da linha do horizonte, cujo uma possui a cabeça cortada na imagem.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (47)

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas e automóveis no Cerrado (típico) com alterações humanas. Refere-se ao dia do enterro de Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. No primeiro plano, há um grupo de pessoas um pouco afastadas da multidão. Dentre essas, destaca-se uma figura masculina parada de chapéu (adorno de chapelaria) e de cabeça baixa olhando em uma câmera, atrás do mesmo, há figuras masculinas de terno. Podemos identificar duas figuras femininas (duas mulheres) no grupo, especificamente, paradas perto da árvore de médio porte, visível na fotografia. Abaixo, desta árvore uma figura feminina de pele negra, com lenço na cabeça, camiseta e saia longa mais um guarda chuva no braço. No lado direito da imagem, podemos identificar uma ambulância de tonalidade militar verde com o símbolo da Cruz vermelha (delimitado em quadrado branco) e ao lado desse automóvel da saúde, uma figura infantil (criança) caminhando, especificamente perto da roda traseira da ambulância. Essa criança utiliza camisa branca, bermuda, sapatos e meias pretas, ademais a mão esquerda (da imagem) no bolso. Há um “homem” parado no estribo lateral esquerdo da ambulância, de camisa branca e calça preta, podemos identificar mais uma figura masculina apoiado com o joelho em cima do capô e uma “criança” de pé em cima da roda dianteira da ambulância. E, logo, na frente da ambulância, existe uma multidão de pessoas. Ainda, há grupos de pessoas em cima de um caminhão e ao redor. A maioria das pessoas estão de trajadas de branco. Do lado esquerdo da fotografia, próximo a borda, podemos identificar o capô de um carro e perto desse; outro automóvel de cor verde com duas figuras masculinas penduradas no parachoque traseiro, dois quais, cada um com uma das mãos na cintura e as outras no teto do carro. Próximo, grupos de pessoas juntas e dispersas em movimento. Ao fundo, existe um ônibus de cor verde e branca parado na horizontal, entre arbustos. Ao lado, um carro estacionado de frente para a câmera, e atrás um carro de tonalidade esverdeada com as portas abertas, também de frente para a câmera. No segundo plano da imagem, há a vasta vegetação, e por último o céu meio nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
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