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NOV.C.1 (19)

"Fotografia preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma cadeira com os braços cruzados e apoiados sobre uma mesa à sua frente de maneira que é possível ver apenas seu tronco e sua cabeça. A figura veste roupa de mangas longas, dobradas até a altura do cotovelo, com golas longas e estampa de retângulos. No braço à direita, que está por cima do braço à esquerda, utiliza um relógio de pulso e segura uma caneta nas mãos. Possui cabelos, curtos, acima da nuca, escuros e ondulados e está usando batom nos lábios. Está com a cabeça levemente posicionada para baixo com o olhar direcionado para câmera, que está posicionada acima dela. O ângulo da fotografia, de frente para ela, corta o topo de sua cabeça e a metade da mesa a sua frente. É possível ver a imagem da figura refletida no vidro sobre a mesa a sua frente. Acima desta mesa está uma pasta grossa, um bloco de notas e o pedaço do que parece ser um caderno. À direita da fotografia é possível ver o pedaço de outra mesa, posicionada lateralmente com objetos de escritório sobre sua superfície.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (19)

"Fotografia preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma cadeira com os braços cruzados e apoiados sobre uma mesa à sua frente de maneira que é possível ver apenas seu tronco e sua cabeça. A figura veste roupa de mangas longas, dobradas até a altura do cotovelo, com golas longas e estampa de retângulos. No braço à direita, que está por cima do braço à esquerda, utiliza um relógio de pulso e segura uma caneta nas mãos. Possui cabelos, curtos, acima da nuca, escuros e ondulados e está usando batom nos lábios. Está com a cabeça levemente posicionada para baixo com o olhar direcionado para câmera, que está posicionada acima dela. O ângulo da fotografia, de frente para ela, corta o topo de sua cabeça e a metade da mesa a sua frente. É possível ver a imagem da figura refletida no vidro sobre a mesa a sua frente. Acima desta mesa está uma pasta grossa, um bloco de notas e o pedaço do que parece ser um caderno. À direita da fotografia é possível ver o pedaço de outra mesa, posicionada lateralmente com objetos de escritório sobre sua superfície.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (22)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido?
A imagem fotográfica apresenta duas figuras. De costas para a câmera, uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de escritório trabalha em uma máquina de datilografia. A figura feminina usa um vestido de gola e mangas curtas, possui cabelo escuro, curto e liso; é possível ver a haste lateral do óculos em seu rosto.
A mesa, de material metálico, está com as gavetas abertas, na lateral é possível ler a inscrição “NOVACAP” seguida de uma numeração. Sobre a mesa, além da máquina de datilografia, existem papeis espalhados e um pacote de papel pardo amarrado à direita. Posicionada do outro lado da mesa está uma figura masculina, de pé, direcionando o olhar para a figura feminina a sua frente. Possui cabelo curto, bigode, está trajando camisa social de cor clara com botões e mangas curtas e calça social escura. Nas mãos, posicionadas em frente ao corpo, segura um objeto.
As duas figuras encontram-se em um espaço fechado de paredes claras com uma porta aberta ao fundo.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (23)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de escritório e que trabalha em uma máquina de escrever. A mesa de material metálico com gaveta e material espelhado na parte superior, em um espaço fechado de parede de alvenaria com janelas de estruturas de madeiras e suporte de vidros. O rosto está voltado para baixo em direção às mãos que manuseiam à máquina. Possui cabelos escuros, ondulados e curtos, acima da nuca. Utiliza camisa de modelo social com gola e mangas curtas, que contém detalhe de laço na extremidade de cada manga; de tonalidade clara com estampa que remete a temática de flores. Saia de alfaiataria de tonalidade escura. Leva como acessórios um cinto de couro; como adornos pessoais: brinco de pérola pequeno, relógio de pulso com material de metal; deduz-se estar com um anel em dos dedos mindinhos.
A figura está de perfil, sentada em uma cadeira de estrutura metálica e com almofada revestida com couro. A posição dos quadris na cadeira, está localizada em parte da almofada, de maneira que o tronco superior se inclina em direção ao manuseio da máquina de escrever. Nesse sentido, suas mãos ajustam um tipo de peça da máquina, na altura da fita.
A máquina contém folhas redigidas. No canto da mesa, à esquerda da imagem, próximo da gaveta e dentro, há envelopes pequenos, de tonalidade clara. E do outro lado da mesa, próximo a máquina, um amontoado de envelopes envelopados. Ainda na mesa, um vidro de cola utilizado para fechar envelopes ou cartas, à direita da imagem. Na parte dos fundos da mesa, blocos de pastas-arquivo de materiais que remetem a papel kraft, amarrados por um tipo de corda, que remete ao barbante. Esses blocos, estão um sobre o outros, em diversas fileiras.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (27)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular, de material metálico, em um espaço de escritório fechado. Esse local está estruturado por uma parede formada por metade de madeira e outra de material transparente.
No primeiro plano uma máquina de escrever com folha inserida, com inscrições: “NOVACAP”, “00” e [...] and”; que a figura feminina manuseia atrás da máquina. Essa figura encontra-se posicionada de frente para a câmera com o rosto virado para o lado direito da imagem e o olhar voltado para baixo enquanto sua mão se direciona para pegar um tipo de documento, que está amontoado no canto da mesa, à direita da imagem. A outra mão está atrás da máquina, o que pode ser configurado como um corte-ativo por parte do fotógrafo. Veste uma blusa social de gola em formato de “v” no colo do peito, mangas curtas, botões e bolsos, um em cada lado da altura do peito, com detalhe de botão e de tom escuro. E saia sob a blusa, de tonalidade clara com listras na horizontal de tom escuro. Possui cabelos escuros, ondulados e curtos, acima da nuca. Leva como acessórios um óculos. Senta em uma cadeira de estrutura metálica e banco de almofada revestida em couro. Em cima da mesa, de escritórios e utensílios pessoais, tais como: folhas, objeto de escritório não-identificado, na mesa, do lado esquerdo da imagem; cinzeiro de vidro redondo. Ao fundo é possível ver duas mesas de metais com gavetas e materiais de escritório sobre a superfície (régua, bloco de notas, jornal, caixa de fósforo, dentre outros utensílios de trabalho); bem como um sapato de salto branco no chão próximo a mesa do lado esquerdo da imagem. Ainda no canto superior do lado direito, identifica-se um corte ativo de uma figura masculina sentada de costas.
Imagem associada: NOV.D.4.4.C-1 (26); NOV.D.4.4.C-1 (31).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (28)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de material metálico, com corte-ativo que apresenta com ângulo na diagonal. Veste camisa social clara de botões, manga curta e saia listrada. O ângulo da fotografia na diagonal, de cima para para baixo, capta a figura com o rosto inclinado para baixo, sorridente e com os olhos fechados e as mãos sobre a mesa. A mão ao fundo da imagem está posicionada sobre um bloco de papel sobre a mesa. A mão à frente da imagem está sobre uma caneta de material metálico. Sobre a mesa está um jornal com a inscrição: “confortavelmente [...] Cruzeiro do Sul”. Posicionada atrás da figura está outra mesa, sobre ela, uma pasta grossa com a inscrição “PORTA CLICHÊ LOKTAB”, alguns papeis e um telefone de disco com o fone fora do gancho.
O espaço do escritório é fechado, estruturado por paredes de madeira e janelas de material transparente.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (43)

"Fotografia colorida em formato paisagem, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco de lado e também por trás. Há três jovens parados ou pendurados no estribo lateral direito da ambulância, os três de camisas brancas. No dia do velório do Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. Percebe-se do outro lado da ambulância, uma multidão de pessoas (figuras humanas), e podemos identificar policiais uniformizados com capacetes. O(a) fotógrafo(a) que registrou a imagem, destacou a ambulância em detrimento da multidão. No canto inferior direito, mostra-se o rosto de perfil de uma figura feminina com uma sombrinha branca.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (44)

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica mostra duas fileiras de carros que estão estacionados em uma vegetação de Cerrado (típico) com presença humana. Sendo esse espaço o Cemitério do Campo da Esperança. Na primeira fileira, do lado esquerdo da imagem, os carros estão parados em diagonal no meio dos arbustos, e podemos identificar dois (2) kombis verde amarelo no primeiro plano; Volkswagen Kombi (MATSUMOTO, 2021, p. 46-68) modelo Standard, provavelmente 1959 . E a segunda fileira no meio de uma estrada de terra, em que podemos observar uma demarcação de terra que mostra a estrada do lado direito da imagem. No meio das duas fileiras, há duas figuras de costas caminhando uma atrás da outra para o fundo da imagem, uma figura feminina de vestido e uma bolsa preta na mão esquerda, e uma figura masculina de terno. No fundo da imagem, há uma vasta vegetação verde e, por último, o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (34)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição que aparenta ser sobre a região Nordeste do Brasil. Em destaque, duas figuras humanas, sendo uma mulher à esquerda e um homem à direita, ambos segurando uma pintura emoldurada do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Ao fundo, da esquerda para a direita, diversos painéis expõe fotografias, um gráfico sobre os “Recursos e Acumulação d’Água no Polígono das Sêcas”, o mapa do Brasil com foco na região Nordeste com o título de “Nordeste - polígono das sêcas” e outro com o título de “Obras contra as secas - realizações: desde o império até 1956 do presidente Juscelino Kubitschek”. No canto superior à direita, uma luminária fixada na parede apontando para os painéis.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil