Kombi

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NOV.B.05(84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-84
  • Item
  • 11/07/1959
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato, retirada em 11/07/1959 em Brasília - DF, captura a verticalidade de uma grua tangente a estrutura do edifício, elevando as vigas metálicas até os pontos mais altos da construção. Em primeiro plano, no canto esquerdo, a estrutura metálica evidencia a etapa de construção de um dos edifícios ministeriais - em aparente finalização da montagem estrutural.  Abaixo do esqueleto estrutural, dois operários descansam à sombra. Ao fundo, no quadrante inferior esquerdo, uma placa indicando o local destinado para as construções dos ministérios. Na linha horizonte, uma Kombi transita sobre um terreno de solo ainda não pavimentado nas delimitações do Eixo Monumental - ainda em terra seca batida, caracterizando o período de obra ocorrido entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF.  O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo. No centro inferior do registro, ao fundo, placas identificam os edifícios e os fornecedores dos materiais e equipamentos. Um operário atrás da grua, posicionado frente ao fotógrafo, caminha no terreno planificado.  No quadrante inferior direito, nota-se o avanço do processo construtivo do segundo esqueleto da esquerda para a direita, onde, o edifício recebe parte da alvenaria de fechamento da empena cega (fachadas sem janelas e nem portas). Dois operários transitam entre os planos do registro em direções opostas estando próximos aos montantes de terra que limitam as duas vias do Eixo Monumental. Como plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado em um dia claro com poucas nuvens.

Untitled

NOV.B.13 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem com manchas azuladas e riscos verdes retrata um helicóptero pousado em um trecho pavimentado que dá acesso ao Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). No centro da fotografia, à frente do helicóptero modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER - da esquerda para a direita - três homens, dois utilizando acessórios de chapelaria e um com roupas sociais - calça preta e camisa branca de mangas longas - se reúnem em uma roda de conversa. Do lado direito do mesmo plano, um homem com vestimentas de cores escuras se desloca em direção à cauda do veículo onde se encontram mais dois homens, o primeiro com chapéu e roupas em tons terrosos e o outro com chapéu e roupas azuis. Atrás do transporte aéreo, nota-se a presença de mais 3 pessoas através do espaçamento entre o veículo e o piso. Visto pela parte inferior da cauda do helicóptero, existem outros quatro veículos estacionados sobre a grama (incerta se plantada ou não), sendo eles: um na cor amarela, outro na cor azul, uma Rural Willys na cor marrom e a cabine de um caminhão que foi cortado pela captura da fotografia. Atrás destes veículos, duas torres foram posicionadas verticalmente com cabos nas pontas. Debaixo do pilotis do Brasília Palace Hotel, 4 veículos estão estacionados, sendo eles - da esquerda para a direita - uma Rural Willys, uma Buick Super Sport Coupe 1941, uma Kombi da Volkswagen e outra Rural Willys. Ao fundo, um painel de Athos Bulcão (1918-2008) feito de azulejos compostos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52) na escala cromática de Athos Bulcão sobre um fundo branco. No terço inferior da fotografia, há um descampado de terra seca batida. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, tornando-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas até celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

Untitled

NOV.B.13 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-25
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. O prédio se estende transversalmente nos dois quadrantes esquerdos da imagem, apresentando placas destoantes em sua laje. Abaixo do prédio, seis carros estão estacionados, dentre eles uma Rural Willys, um Ford F100 amarelo e uma Kombi, atrás de um gramado plantado. Ao lado da Kombi, uma placa de fundo preto está cravada na grama. É nítida a etapa avançada de construção, restando apenas alguns pisos a serem pavimentados. Ao fundo, um largo grupo de operários (aproximadamente 12) se desloca sobre o terreno de terra seca batida e entre materiais de obra. Próximo ao grupo, dois ônibus amarelos Mercedes de transporte de funcionários e um caminhão estão estacionados. Atrás da caçamba do caminhão, três operários: um de calças azuis e sem camisa se escora em uma carriola; ao lado, outro operário com vestimentas claras leva a mão esquerda ao rosto; mais acima sobre a pilha de terra vermelha, um operário de calças jeans e camisa em tom bege estica a mão para alcançar algo. Atrás dos montes de terra vermelha estão vários funcionários e uma estrutura vertical, cilíndrica e branca, assemelhando-se a uma estrutura de torre de caixa d’água. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Untitled

NOV.B.13 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-35
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada frontal do conjunto do Brasília Palace, ao fundo, voltados para leste, é possível ver também o segundo bloco térreo, destinado ao restaurante e ao salão de eventos, e um cerceamento alto de tapumes dividindo as instalações de apoio do bloco secundário. Aproximadamente 6 carros estão estacionados abaixo e nas imediações do bloco principal, dois Jeep Willys, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Fusca estão visíveis. À direita da imagem, um mosaico de pisos com gramado, calçada concretada e terra seca batida estão aparentes, também uma sequência de postes de energia e um tronco seco e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.13 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-88
  • Item
  • 21/10/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 21/10/1958 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste, permeada por cobogós. Atrás da edificação é possível ver a extensão do segundo bloco térreo, local destinado às áreas sociais do conjunto. À esquerda deste, um cercado de tapumes que divide a região construtiva da edificação de apoio aos operários. No canto esquerdo da imagem, na mesma linha, nota-se parte do Palácio da Alvorada ao fundo. Atrás da cerca, uma instalação de apoio. Na direita, abaixo do bloco principal, háu m gramado plantado com uma árvore seca e logo atrás, 5 carros estão estacionados, sendo: um Jeep Willys ao lado de uma escada, um Buick Super Sport 1941, ao lado, outro Jeep Willys e uma kombi,. No terceiro pilar ao fundo, da esquerda para a direita, é possível ver que uma pessoa de calças claras caminha em direção ao terreno de terra seca batida.  O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende. Na porção inferior da fotografia, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. 

Untitled

NOV.B.13 (89)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-89
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas e riscos, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste do bloco principal, permeada por cobogós e grandes janelas, com dois mastros à frente. Os mastros içam duas bandeiras: uma do Brasil e a outra da França. Atrás do edifício principal, vê-se a extensão do saguão e corredor para o segundo bloco da área social do hotel. Abaixo do maior bloco, 5 carros, sendo: um Fusca, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Jeep Willys com um homem de vestes claras dentro. Ao lado, sob o sol, um Rural Willys transportando um homem do lado do passageiro, está estacionado no piso concretado. Entre a kombi e o Buick, um homem de calça escura e camisa de manga clara caminha. Ao fim do prédio, do lado direito, a pilha de materiais está sob a laje e um caminhão está estacionado à sombra. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No canto direito, atrás do hotel, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.14 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-50
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do saneamento/rede de esgoto de Brasília o qual pressupõe-se serem as galerias sobre o chão. Em primeiro plano, montes de terras e acima das galerias, chão de terra batida com tubulações. À direita, parte do que aparenta ser uma kombi. Ao fundo, há uma árvore seca no lado direito, algumas copas de árvores dispersas e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.

Untitled

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Item
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
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Untitled

NOV.B.18 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-86
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Observa-se a via correspondente a W3 sul, na altura da superquadra 507/707 sul, ainda sem delimitações de via (faixas ou meio-fio), com algumas edificações lindeiras. À esquerda, tem-se as construções comerciais, mais precisamente a do Banco Lowndes S.A, na primeira fileira de edifícios brancos concluídos. Ao lado, mais edifícios comerciais estão sendo construídos, como se vê que ainda estão em fase estrutural, sendo que a frente das consruções há uma árvore de médio porte nativa do Cerrrado. Em ambas as pistas da W3 sul há uma grande quantidade de veículos, contendo uma Rural Willys, duas Kombis brancas, uma provável Ford F-100 pick-up, dois caminhões e diversos outros carros ao fundo. No canteiro central, do lado esquerdo da Rural Willys, três trabalhadores cavam e observam o serviço, vestindo camisas e calças claras. O primeiro está agachado com o antebraço apoiado sobre o joelho, o segundo está com uma mão na cintura e a outra mão está apoiada no cabo da enxada e o terceiro cava um buraco no solo, com um chapéu. Atrás destes trabalhadores está um grupo de outros três operários debaixo de uma instalação improvisada de apoio. Na minha linha, fora do limite da pista, um trabalhador de camisa clara e calça mais escura caminha. Próximo ao prédio do Banco Lowndes há diversas pessoas, homens e mulheres a caminhar. O fotógrafo capturou o retrato debaixo da cobertura de uma das casas da quadra 707, com a configuração de pintura escura e cobogós na entrada. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
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