Jeep Willys

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NOV.B.21 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-50
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  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de operários às margens, possivelmente, à espera de transporte para serem levados ao ambientes de obra, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, um grupo de operários aguarda próximo as placas, provavelmente, esperando um transporte para levá-los aos canteiros de obras da construção de Brasília. As margens da via, os 8 operários são visíveis no registro, estando 5 de cócoras – 2 mais ao fundo e 3 mais à frente, próximos de uma maleta escura –, e outros 3 em pé, observando e interagindo. 6 placas de identificação em formato de seta apontam com sentido ao centro de Brasília, identificando principais obras e empreiteiras. A direita do registro, um Jeep Willys de cor escura estacionado às margens da via. A esquerda, a estrada em terra batida evidência, possivelmente, trata-se do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro.Em plano de fundo, às margens da via, pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada, sendo que em ambas as laterais da via há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007).

Untitled

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
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  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

Untitled

NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
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  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Untitled

NOV.B.18 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-20
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da ponte do trevo que interliga a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1958). A ponte apresenta processo avançado de construção, evidenciando estar em funcionamento devido à passagem de veículos nas proximidades, sendo possível identificar uma caminhonete azul que se locomove sobre a via que percorre abaixo da ponte. Apesar de retratar aparente funcionamento, a presença de um maquinário verde nas proximidades da ponte caracteriza o processo de obra ainda existente na região. Na quadrante inferior do registro, próximo ao ponto de registro, o primeiro plano é retratado pela presença de terra batida, com rebrotas dispersas e pequenos amontoados de terra. Se tratando de um ambiente de vias, alguns veículos são identificados, no quadrante direito, um Jeep Willys azul estacionado, um maquinário com grua, e no canto esquerdo do registro, atrás da elevação de terra da ponte tem-se o que aparenta ser um caminhão. No plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Na parte superior do registro, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte (fitofisionomia não identificável).

Untitled