Figura feminina

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NOV. B-25 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica datada de 1957-1960, refere-se ao cemitério de Brasília. Apresenta dois planos, sendo no primeiro, centralizada, uma figura feminina abaixada que coloca uma vela acesa na base de uma cruz de madeira, talhada. Nota-se que nesse espaço, vegetação do Cerrado que foi removida, caracterizada por gramíneas de pequeno porte e por terra avermelhada. Sobre a disposição desses elementos na fotografia, a cruz encontra-se ao lado esquerdo e a figura feminina a direita. Segundo, Bernardo Sayão Neto (2023), identificou a figura como sendo Léa Sayão. No momento em que foi registrada a fotografia, está com cabelos curtos de texturas lisas que vão até a altura da nuca e corte similar a um “chanel” com uma pequena franja sobre a testa, o pescoço e rosto com feição séria, que se inclinam para baixo, olhando para a mão que está com a vela, a figura feminina ao pousar, está com o braço esquerdo esticado e a mão está posicionada com uma vela acesa para deixar na base da cruz; utiliza como acessórios nesse braço um anel no dedo anelar e uma pulseira de espessura fina com um pingente, infere-se que o material seja de metal. Outro braço, está apoiado em parte da perna, sendo possível visualizar apenas a sua mão que segura uma caixa de fósforo. No colo está uma bolsa de formato quadriculado com tonalidades claras. Á respeito da indumentária, leva consigo um vestido sob medida, estampado com elementos de onça. Essa peça contém uma alça larga na medida do ombro, que forma um decote circular na parte dos ombros. No segundo plano da fotografia, vegetação do Cerrado, caracterizada por gramíneas de pequeno porte.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-5
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada em 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, centralizado, amontoado de terra vermelha, embasado com pavimentação, similar ao concreto. O amontoado de terra velha possui adornos de coroas de flores que estão distribuídas ao redor e por cima do túmulo. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus). Assim, as folhas são diferentes, sendo similares às palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.). Existe fixado ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz. Na base da cruz, contém uma placa em formato quadrado amarrado com fio de tecido, com espessura e material similar à de barbante; esse amarrado está de forma horizontal, que se prendem com diversos nós na parte de trás da placa, sendo essa a visão possível de identificar a placa. No segundo plano, atrás do túmulo, no centro do lado esquerdo, presença de três figuras femininas que se encontram em pé, que estão paradas olhando para o túmulo com feições sérias. As figuras femininas estão umas ao lado da outra. Ao olharem na direção do amontoado de terra, da esquerda para direita. A primeira, identificada como à filha da de Bernardo Sayão com Lígia Mendes Pimentel, Léa Sayão está com cabelos curtos de texturas lisas que vão até a altura da nuca e corte similar a um “chanel” com uma pequena franja sobre a testa, o pescoço e rosto que se inclinam para baixo; utiliza vestido estampado, com elementos de onça, com decote em forma circular que mostra o colo, que vai abaixo da linha dos joelhos. Os braços ao estarem pousados para fotografia, são organizados para a palma da mão esquerda da fotografia está posicionada na altura na altura do umbigo sobre a barriga e à mão direita está com a palma da mão e os dedos entreabertos em cima do dorso da mão esquerda. Nos pés, utiliza como calçado um modelo de sapatilha com detalhe de tira no peito do pé, possivelmente, abotoado com uma fivela pequena; confeccionada com material de couro na tonalidade preta. Leva consigo acessórios: aliança; um relógio; uma bolsa em formato retangular no braço do lado direito da fotografia; e esmaltes nas unhas.A segunda figura feminina, utiliza como penteado “uma massa de cabelo levemente empilhado sobre à secção coronal do crânio” (WIKIPEDIA, utilizar uma base acadêmica), as laterais do cabelo são direcionados para trás com uma amarração dos fios do cabelo para dentro, similar à um coque. Leva na orelha, do lado esquerdo da fotografia, um brinco pequeno. À respeito da indumentária, utiliza um vestido sob medida, com gola de forma de “v” sobre o colo; manga curta pouco abaixo do ombro; abotoado ao meio com botões grandes na parte superior do tronco; o vestido está acinturado com destaque para um cinto de tonalidade mais escura que o tecido utilizado, abaixo da cintura, a costura do vestido se encontra plissada. À altura dessa indumentária se estende até, pouco, abaixo da altura dos joelhos. O vestido possui estampa de um símbolo, similar a um brasão oval que contém o busto de uma figura feminina, que se repete várias vezes. Ao redor do símbolo, no intervalo de um símbolo e outro, existem vários pontinhos. Os seus braços ao estarem pousados para fotografia, estão posicionados abaixo da linha do quadril e centralizados ao corpo. A palma da mão esquerda está voltada para o vestido e à mão direita está com a palma da mão em cima do dorso da mão esquerda segurando. Os seus sapatos não podem ser vistos porque parte do túmulo tampa à visão. A terceira figura feminina utiliza corte de cabelo curto; leva no seu rosto como acessórios óculos de grau, cujo formato das lentes são regulares, na orelha do lado esquerdo usa brinco de tamanho pequeno. À respeito da indumentária, utiliza um vestido sob medida, com gola de forma de “v” sobre o colo; manga curta em cima do ombro; abotoado ao meio com botões grandes na parte superior do tronco; o vestido está acinturado com destaque para um cinto de tonalidade mais escura que o tecido utilizado, abaixo da cintura, a costura do vestido se encontra plissada. À altura dessa indumentária se estende até, pouco, abaixo da altura dos joelhos. O vestido possui estampa de listras de largura fina na vertical. Os braços ao estarem pousados para fotografia, são organizados para a palma da mão esquerda virada para cima para receber a palma da mão direita. Logo, ao segurarem as mãos que estão abraçando as costas das mãos, estão situadas acima da barriga na altura do umbigo. Leva consigo acessórios: aliança; uma pulseira no braço esquerdo, uma bolsa com um lenço amarrado na alça da bolsa.
No terceiro plano da fotografia, atrás das três figuras femininas, existe uma estrada de chão, que vai do lado esquerdo até o lado direito da fotografia no sentido horizontal. Na margem da estrada, do lado direito, existe uma placa de madeira fixada, sendo possível visualizar o verso com uma pintura de tinta branca. Em razão da estrada, observa-se zona com ausência de vegetação de médio e grande porte, indicando possível remoção da parte aérea recente. No quarto plano, atrás da estrada, também, atrás das três figuras femininas, observa-se uma árvore de grande porte sem folhagens e ao lado um monte de troncos, que possivelmente se originaram da remoção de árvores nos arredores. Ao fundo, no afilamento da estrada, na parte externa, cerrado típico, acima da copa das árvores do cerrado, céu limpo com poucas nuvens.
Informações Adicionais sobre as cruzes ao fundo:
Há uma narrativa de Eduardo Brandão Cavalcanti sobre o falecimento de uma pessoa antes de Bernado Sayão, que relatou em uma entrevista no Projeto ""Programa de História Oral"" (disponível no Acervo Digital do ArPDF). Assim, nas palavras de Eduardo Cavalcanti (1992): ""[...] E nós convivemos muito com o
padre Roque e ele nos protegeu bastante. Tinha um outro padre também, na época,
muito engraçado - que dizem que é a primeira pessoa enterrada no Campo da
Esperança, antes do doutor Bernardo Sayão, que foi uma pessoa com quem eu tive
muito pouco contato, doutor Bernardo Sayão. No tempo que eu fui pra estrada de
ferro, da estrada, da Belém-Brasília, ele tinha morrido. E como ele andava pouco
aqui, conheci até pouco o doutor Bernardo Sayão - era o padre Plínio44, era um
alemão, gozadíssimo, um padre grande. Dizem que é o primeiro corpo colocado no
Campo da Esperança. E o padre Plínio... De vez em quanto o padre Roque ia os
dois, o padre Plínio ia, porque a festa era boa, a comida era gostosa, os padres
gostavam, gostava de ir também pra um lazerzinho deles. [...]"" (CAVALCANTI, 1992, p. 38).

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19) "

Untitled

NOV.C.1 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma cadeira com os braços cruzados e apoiados sobre uma mesa à sua frente de maneira que é possível ver apenas seu tronco e sua cabeça. A figura veste roupa de mangas longas, dobradas até a altura do cotovelo, com golas longas e estampa de retângulos. No braço à direita, que está por cima do braço à esquerda, utiliza um relógio de pulso e segura uma caneta nas mãos. Possui cabelos, curtos, acima da nuca, escuros e ondulados e está usando batom nos lábios. Está com a cabeça levemente posicionada para baixo com o olhar direcionado para câmera, que está posicionada acima dela. O ângulo da fotografia, de frente para ela, corta o topo de sua cabeça e a metade da mesa a sua frente. É possível ver a imagem da figura refletida no vidro sobre a mesa a sua frente. Acima desta mesa está uma pasta grossa, um bloco de notas e o pedaço do que parece ser um caderno. À direita da fotografia é possível ver o pedaço de outra mesa, posicionada lateralmente com objetos de escritório sobre sua superfície.
"

Untitled

NOV.C.1 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma cadeira com os braços cruzados e apoiados sobre uma mesa à sua frente de maneira que é possível ver apenas seu tronco e sua cabeça. A figura veste roupa de mangas longas, dobradas até a altura do cotovelo, com golas longas e estampa de retângulos. No braço à direita, que está por cima do braço à esquerda, utiliza um relógio de pulso e segura uma caneta nas mãos. Possui cabelos, curtos, acima da nuca, escuros e ondulados e está usando batom nos lábios. Está com a cabeça levemente posicionada para baixo com o olhar direcionado para câmera, que está posicionada acima dela. O ângulo da fotografia, de frente para ela, corta o topo de sua cabeça e a metade da mesa a sua frente. É possível ver a imagem da figura refletida no vidro sobre a mesa a sua frente. Acima desta mesa está uma pasta grossa, um bloco de notas e o pedaço do que parece ser um caderno. À direita da fotografia é possível ver o pedaço de outra mesa, posicionada lateralmente com objetos de escritório sobre sua superfície.
"

Untitled

NOV.C.1 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido?
A imagem fotográfica apresenta duas figuras. De costas para a câmera, uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de escritório trabalha em uma máquina de datilografia. A figura feminina usa um vestido de gola e mangas curtas, possui cabelo escuro, curto e liso; é possível ver a haste lateral do óculos em seu rosto.
A mesa, de material metálico, está com as gavetas abertas, na lateral é possível ler a inscrição “NOVACAP” seguida de uma numeração. Sobre a mesa, além da máquina de datilografia, existem papeis espalhados e um pacote de papel pardo amarrado à direita. Posicionada do outro lado da mesa está uma figura masculina, de pé, direcionando o olhar para a figura feminina a sua frente. Possui cabelo curto, bigode, está trajando camisa social de cor clara com botões e mangas curtas e calça social escura. Nas mãos, posicionadas em frente ao corpo, segura um objeto.
As duas figuras encontram-se em um espaço fechado de paredes claras com uma porta aberta ao fundo.
"

Untitled

NOV.C.1 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-23
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de escritório e que trabalha em uma máquina de escrever. A mesa de material metálico com gaveta e material espelhado na parte superior, em um espaço fechado de parede de alvenaria com janelas de estruturas de madeiras e suporte de vidros. O rosto está voltado para baixo em direção às mãos que manuseiam à máquina. Possui cabelos escuros, ondulados e curtos, acima da nuca. Utiliza camisa de modelo social com gola e mangas curtas, que contém detalhe de laço na extremidade de cada manga; de tonalidade clara com estampa que remete a temática de flores. Saia de alfaiataria de tonalidade escura. Leva como acessórios um cinto de couro; como adornos pessoais: brinco de pérola pequeno, relógio de pulso com material de metal; deduz-se estar com um anel em dos dedos mindinhos.
A figura está de perfil, sentada em uma cadeira de estrutura metálica e com almofada revestida com couro. A posição dos quadris na cadeira, está localizada em parte da almofada, de maneira que o tronco superior se inclina em direção ao manuseio da máquina de escrever. Nesse sentido, suas mãos ajustam um tipo de peça da máquina, na altura da fita.
A máquina contém folhas redigidas. No canto da mesa, à esquerda da imagem, próximo da gaveta e dentro, há envelopes pequenos, de tonalidade clara. E do outro lado da mesa, próximo a máquina, um amontoado de envelopes envelopados. Ainda na mesa, um vidro de cola utilizado para fechar envelopes ou cartas, à direita da imagem. Na parte dos fundos da mesa, blocos de pastas-arquivo de materiais que remetem a papel kraft, amarrados por um tipo de corda, que remete ao barbante. Esses blocos, estão um sobre o outros, em diversas fileiras.
"

Untitled

NOV.C.1 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-27
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular, de material metálico, em um espaço de escritório fechado. Esse local está estruturado por uma parede formada por metade de madeira e outra de material transparente.
No primeiro plano uma máquina de escrever com folha inserida, com inscrições: “NOVACAP”, “00” e [...] and”; que a figura feminina manuseia atrás da máquina. Essa figura encontra-se posicionada de frente para a câmera com o rosto virado para o lado direito da imagem e o olhar voltado para baixo enquanto sua mão se direciona para pegar um tipo de documento, que está amontoado no canto da mesa, à direita da imagem. A outra mão está atrás da máquina, o que pode ser configurado como um corte-ativo por parte do fotógrafo. Veste uma blusa social de gola em formato de “v” no colo do peito, mangas curtas, botões e bolsos, um em cada lado da altura do peito, com detalhe de botão e de tom escuro. E saia sob a blusa, de tonalidade clara com listras na horizontal de tom escuro. Possui cabelos escuros, ondulados e curtos, acima da nuca. Leva como acessórios um óculos. Senta em uma cadeira de estrutura metálica e banco de almofada revestida em couro. Em cima da mesa, de escritórios e utensílios pessoais, tais como: folhas, objeto de escritório não-identificado, na mesa, do lado esquerdo da imagem; cinzeiro de vidro redondo. Ao fundo é possível ver duas mesas de metais com gavetas e materiais de escritório sobre a superfície (régua, bloco de notas, jornal, caixa de fósforo, dentre outros utensílios de trabalho); bem como um sapato de salto branco no chão próximo a mesa do lado esquerdo da imagem. Ainda no canto superior do lado direito, identifica-se um corte ativo de uma figura masculina sentada de costas.
Imagem associada: NOV.D.4.4.C-1 (26); NOV.D.4.4.C-1 (31).
"

Untitled

NOV.C.1 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-28
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de material metálico, com corte-ativo que apresenta com ângulo na diagonal. Veste camisa social clara de botões, manga curta e saia listrada. O ângulo da fotografia na diagonal, de cima para para baixo, capta a figura com o rosto inclinado para baixo, sorridente e com os olhos fechados e as mãos sobre a mesa. A mão ao fundo da imagem está posicionada sobre um bloco de papel sobre a mesa. A mão à frente da imagem está sobre uma caneta de material metálico. Sobre a mesa está um jornal com a inscrição: “confortavelmente [...] Cruzeiro do Sul”. Posicionada atrás da figura está outra mesa, sobre ela, uma pasta grossa com a inscrição “PORTA CLICHÊ LOKTAB”, alguns papeis e um telefone de disco com o fone fora do gancho.
O espaço do escritório é fechado, estruturado por paredes de madeira e janelas de material transparente.
"

Untitled

NOV.C.2 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-43
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco de lado e também por trás. Há três jovens parados ou pendurados no estribo lateral direito da ambulância, os três de camisas brancas. No dia do velório do Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. Percebe-se do outro lado da ambulância, uma multidão de pessoas (figuras humanas), e podemos identificar policiais uniformizados com capacetes. O(a) fotógrafo(a) que registrou a imagem, destacou a ambulância em detrimento da multidão. No canto inferior direito, mostra-se o rosto de perfil de uma figura feminina com uma sombrinha branca.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Untitled

NOV.C.2 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-44
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica mostra duas fileiras de carros que estão estacionados em uma vegetação de Cerrado (típico) com presença humana. Sendo esse espaço o Cemitério do Campo da Esperança. Na primeira fileira, do lado esquerdo da imagem, os carros estão parados em diagonal no meio dos arbustos, e podemos identificar dois (2) kombis verde amarelo no primeiro plano; Volkswagen Kombi (MATSUMOTO, 2021, p. 46-68) modelo Standard, provavelmente 1959 . E a segunda fileira no meio de uma estrada de terra, em que podemos observar uma demarcação de terra que mostra a estrada do lado direito da imagem. No meio das duas fileiras, há duas figuras de costas caminhando uma atrás da outra para o fundo da imagem, uma figura feminina de vestido e uma bolsa preta na mão esquerda, e uma figura masculina de terno. No fundo da imagem, há uma vasta vegetação verde e, por último, o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
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