Desvio do rio

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NOV.B.10 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-98
  • Unidad documental simple
  • 1955 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem, mostra, em vista aérea, a fase de construção do corpo da barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, correspondente à montante da barragem, vê-se a área que viria a ser o Lago Paranoá. Destaca-se, na metade inferior direita da fotografia, a grande mancha de vegetação nativa do Cerrado, com aspecto ralo devido a ação humana, em contraste com a área da obra da barragem. Entre a vegetação, vê-se barracões feitas em madeira que faziam parte do acampamento de trabalhadores. Entre a grande mancha de vegetação e a área da barragem, vê-se o rio Paranoá, já sendo desviado pela galeria. A extremidade direita da forografia, onde o rio mostra-se represado, corresponde ao trecho onde este seguia seu curso natural. Posterior ao rio, situa-se o corpo da barragem em construção, demarcado por uma mancha de solo marrom-avermelhado. À direita do corpo da barragem, vê-se a trincheira correspondente à ombreira direita. Ver imagens complemenares da trincheira nos itens B10 (31), B10 (39) e B10 (109). Ainda à direita, vê-se a encosta do vale, demarcada por taludes, de onde foram extraídas matérias-primas para construção da barragem. Essa encosta atualmente abriga a via de acesso à barragem. Toda a extremidade superior da fotografia é demarcada por paisagem composta por vegetação nativa do Cerrado, predominantemente arbórea. Para uma melhor compreensão da etapa de construção, ver os itens: B10(08), B10(10), B10(13), B10(21), B10(26), B10(27), B10(28), B10(37), B10(71), e B10(72).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.10 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-97
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco. O registro aéreo destaca a sinuosidade do rio Paranoá. Seu fluxo intenso é evidenciado pelas corredeiras ao longo do curso do mesmo. Nota-se algumas palmeiras, possivelmente buritis (Mauritia flexuosa), e árvores de grande porte restantes à margem do rio, no entanto grande parte da vegetação ciliar ao rio encontra-se caída sobre o solo. À margem esquerda do rio e ao centro da imagem observa-se o canteiro de obras da barragem do lago Paranoá com o solo exposto pela retirada da cobertura vegetal nativa e marcas dos maquinários sobre o solo. Encontram-se alguns maquinários dispersos pelo canteiro e uma pequena construção de apoio à obra. À margem direia do rio, na parte superior da imagem, uma estrada de terra corta a vegetação nativa de Cerrado característica de formação florestal, área essa onde será instalado um dos acampamentos de apoio à obra. A estrada de acesso ao canteiro desponta do canto superior direito da imagem, em relevo mais acentuado, e culmina no que será a ""ombreira direita"" da barragem do Paranoá. A estrada foi citada no ""Relatório sobre os serviços da Usina do Paranoá"" em 1958 na página 03, que pode ser encontrado no acervo textual do fundo NOVACAP no item NOV-E-2-0001 (13)d. Os itens B.10(95) e B.10(96) também fazem referência ao mesmo local e data da imagem, enquanto os itens B.10(25), B.10(15) e B.10(11) registram em data posterior e sentido oposto a mesma região.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.10 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-96
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco. O registro aéreo destaca a sinuosidade do rio Paranoá. Seu fluxo intenso é evidenciado pelas corredeiras ao longo do curso do mesmo. Nota-se algumas palmeiras, possivelmente buritis (Mauritia flexuosa), e árvores de grande porte restantes à margem do rio, no entanto grande parte da vegetação ciliar ao rio encontra-se caída sobre o solo. À margem esquerda do rio e ao centro da imagem observa-se o canteiro de obras da barragem do lago Paranoá com o solo exposto pela retirada da cobertura vegetal nativa e marcas dos maquinários sobre o solo. Encontram-se no canteiro um automóvel ao lado de uma pequena construção de apoio à obra. À margem direia do rio, na parte superior da imagem, uma estrada de terra corta a vegetação nativa de Cerrado característica de formação florestal, área essa onde será instalado um dos acampamentos de apoio à obra. Na mesma margem é possível identificar uma trilha pré-existente às ações de construção da barragem no território. Os itens B.10(96) e B.10(97) também fazem referência ao mesmo local e data da imagem, enquanto os itens B.10(25), B.10(15) e B.10(11) registram em data posterior e sentido oposto a mesma região.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.10 (95)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-95
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco. No registro aéreo observam-se as etapas iniciais da construção da barragem do Lago Paranoá. Destaca-se, à esquerda da imagem, o curso natural do rio Paranoá com resquícios da mata ciliar nativa de Cerrado. A estrada ao centro da imagem dá acesso ao canteiro de obras da barragem onde notam-se árvores derrubadas e marcas da movimentação dos maquinários sobre o solo. Alguns automóveis, principalmente caminhões, estão dispersos pela estrada e canteiro de obras. O relevo acentuado do local é coberto pela vegetação adensada nativa do Cerrado, com exceção do canteiro. Vale ressaltar também a estrada de terra na margem direita do rio, que dá acesso a um dos acampamentos de apoio à obra. A estrada de acesso ao canteiro foi descrita no ""Relatório sobre os serviços da Usina do Paranoá"" em 1958 na página 03, que pode ser encontrado no acervo textual do fundo NOVACAP no item NOV-E-2-0001 (13)d. Os itens B.10(96) e B.10(97) também fazem referência ao mesmo local e data da imagem.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.10 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-94
  • Unidad documental simple
  • 1955 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mostra, em vista aérea, a área de construção da barragem da Granja do Torto. A imagem destaca o solo exposto com marcas de veículos, indicando a remoção vegetal e manipulação da área. Vê-se a área bastante úmida, indicado a característica de brejo do solo do local. Nota-se , no terço central da fotografia, a construção da galeria de desvio e da elevatória que bombeará a água pelas adutoras. Ainda à esquerda da fotografia, barracões em madeira, servindo de apoio provisório à obra. A Captação de Água do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB), foi construída durante a construção de Brasília, em 1959 e é composta por uma barragem de terra, um sistema de extravasor de cheias (vertedouro), um descarregador de fundo e uma tomada d’água de captação de água bruta. A barragem, faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (83) e B10(118); Pasta B6. Ver Fotografias referentes à Granja Modelo do Torto na Pasta B6.

Sin título

NOV.B.10 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-9
  • Unidad documental simple
  • 1955 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem, mostra, em vista aérea, o trecho do canal por onde o Rio Paranoá está sendo desviado. A presença de água indica que a galeria de desvio está finalizada e em funcionamento. Também conhecida como conduto de desvio, a galeria é uma estrutura de concreto armado que possui seção de 3,00 x 3,60 metros e foi fundamental para redirecionar o curso d'água através da barragem. A fotografia mostra a junção do canal com o leito original que, por sua vez, desemboca em uma das corredeiras do Rio Paranoá margeado por mata ciliar afetada pela atividade humana, vista no centro superior da imagem. Vê-se, à margem direita do rio, vegetação nativa do Cerrado com alta densidade de árvores de grande/médio porte, que contrasta com a margem esquerda, onde a vegetação foi removida para as obras da barragem, restando alguns fragmentos. Próximo à convergencia com o canal de desvio, observa-se água turva, possivelmente devido aos sedimentos da ensecadeira. Para uma melhor compreensão da etapa de construção, ver os itens: B10(03), B10(15), B10(16), B10(19), B10(20), B10(24) e B10 (59).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.10 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-87
  • Unidad documental simple
  • 1955 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra a fase final da construção da galeria de desvio do rio Paranoá. Também conhecida como conduto de desvio, a galeria é uma estrutura de concreto armado que possui seção de 3,00 x 3,60 metros e é fundamental para redirecionar o curso d'água através da barragem. A fotografia mostra a galeria de desvio em sua fase de conclusão, demarcada pelas paredes de contenção em concreto às laterais da sua saída d'água. Vê-se, nessas paredes, resquícios das ferragens utilizadas para sua concretagem sugerindo a desmoldagem recente. Junto à parede da esquerda, há uma escada de madeira que conecta os níveis inferior e superior da galeria de desvio. Ainda é visto, no interior da galeria, o cimbramento (conjunto de fôrmas e apoios) utilizado na concretagem. No nível superior da galeria é possível identificar uma espécie de luminária que sugere que os trabalhos continuavam no turno da noite. No segundo plano, no nível superior da galeria, é possível ver um conjunto de edificações que são possivelmente instalações de apoio para a obra. Sua estrutura de madeira denota o carater provisório das edificações. As fotografias B10 (04) e B10 (48), mostram a área de saída d'água em vista aproximada. No terceiro plano da fotografia, é possível visualizar parte do morro de onde matéria-prima foi retirada para a construção. Nota-se também a presença de resquício de vegetação herbácea, seguido por vegetação arbórea, ambos típicas do Cerrado. Para uma visão mais completa dessa fase de construção, é recomendável consultar imagens complementares nos itens B10 (04), B10 (05) e B10 (06), onde é possível observar a galeria de desvio em estágios mais avançados de construção e o referido morro. CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

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NOV.B.10 (83)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-83
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
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Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi erguida durante a construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. No primeiro plano da fotografia, à direita, destaca-se o espelho d'água da represa, seguido pelo corpo da barragem cuja montante é coberta por rochas. Posterior à barragem, situa-se a Estação Elevatória de Água do torto. A edificação é construída em concreto armado e abriga os equipamentos necessários para o bombeamento de água para a ETA Brasília. Próximo à elevatória, vêem-se edificações provisórias de madeira que serviram de apoio à obr, seguidas por paisagem composta por vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Ver imagens complementares da construção da barragem do torto nos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (94) e B10(118); Pasta B6.

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NOV.B.10 (82)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-82
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra trabalhadores na obra da barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi erguida durante a construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. A fotografia evidencia figuras masculinas trabalhando em uma das adutoras que conduz água da barragem à ETA Brasília. No segundo Plano, vê-se a Estação Elevatória de Água Bruta do Torto, e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(83), B10 (94), B10(101) e B10(118); Pasta B6.

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NOV.B.10 (81)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-81
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra trabalhadores na obra da barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi construída erguida construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. A fotografia evidencia cinco figuras masculinas trabalhando em uma das adutoras que conduz água da barragem à ETA Brasília. No segundo Plano, vê-se a subestação elétrica da Estação Elevatória de água, à direita e edificações provisórias de madeira, que serviram de apoio à construção, à esquerda. Ver imagens complementares nos itens: B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(82), B10(83), B10 (94) e B10(118); Pasta B6. Locais: Brasília, Barragem do Lago Paranoá.

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