Desenho

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NOV.B.19 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-070
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato levemente retrato. Mapa geográfico do Brasil tendo a nova capital Brasília ao centro e as demais distâncias entre as capitais de cada estado brasileiro com os valores em quilômetros. Percebe-se que a antiga capital Rio de Janeiro está com o seu escrito mais escuro do que o das outras capitais. Próximo à Brasília, dois centros são destacados: centro geográfico (acima, em direção à Manaus e Boa Vista) e centro de gravidade demográfico (abaixo, em direção à Belo Horizonte e Vitória). O mapa reforça a centralidade de Brasília em relação ao país.
REVISTA BRASÍLIA:
Na edição nº 2 de fevereiro de 1957 (ano 1, número 2), na última página da Revista Brasília (pág. 17) há um mapa similar, porém com coloração em azul. O mesmo possui uma legenda escrita: “O gráfico mostra a posição de Brasília no Planalto Central Brasileiro e as distâncias a que se acha das Capitais e dos Estados e Territórios.”
"

Untitled

NOV.B.19 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com diversas manchas amarelas. Desenho da perspectiva interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília com fina moldura alaranjada/marrom a qual possui um grampo em cada um dos vértices. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, da sua área interna. Este está em perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Em primeiro plano, há três pequenos expositores de chão no formato retangular com a representação de objetos expostos sobre e dentro dos mesmos. Ao centro, mais ao fundo, dois calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão dentro do Museu, sendo que um está observando a parede, à esquerda, e o outro está observando um comprido expositor retangular fixado na parede oposta. Nas paredes percebe-se algumas inscrições que futuramente serão os 16 painéis que contam a história da mudança da capital. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical. Ao fundo, outro pequeno expositor de chão no formato retangular próximo a fenda vertical.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-24
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 6 Concurso Teatro Ginástico Português; corte da sala de espetáculos; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, duas figuras que aparentam ser fotografias, de esculturas nomeadas como “escultura músico nº 1” e “escultura músico nº 2”. Tais esculturas são bastante semelhantes a algumas obras de Bruno Giorgi (1905-1993), porém não é possível afirmar as esculturas serem do artista, uma vez que não há essa informação na fotografia. À direita, um corte da sala de espetáculos na escala 1:50 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com informações técnicas como: parede fórmica cinza fosco - 15; parede tecnicamente desnecessária (deverá ser retirada); cadeira com estofamento vermelho - 16; 17 - concreto aparente (chapiscado em branco); escultura; iluminação embutida (eye ball); eucatex acústico azul-claro - 18. No corte há alguns calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) nos cantos inferiores do desenho.

Untitled

NOV.B.19 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-25
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 5 Concurso Teatro Ginástico Português; sala de espera; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, um desenho colorido da perspectiva interna do teatro com figuras humanas com vestes formais, parede em vermelho, madeira e um mural preto e um pilar redondo ao centro. À direita, uma planta baixa na escala 1:50 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com a divisão interna nomeadas de: acesso a plateia; homens (banheiro); senhoras (banheiro); bar; sala de estar; bomboniere charutaria; bilheteria; acesso a plateia; hall de entrada; avenida graça aranha. Além disso, algumas informações técnicas: sofá (tecido azul) - 10; ´sofá (tecido coral) - 11; esteirinha japonesa - 12; 13 - passadeira azul cobalto; acesso ao balcão; lambuí madeirite jacarandá com junta branca - 14.

Untitled

NOV.B.19 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-26
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 7 Concurso Teatro Ginástico Português; palco; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, um desenho colorido (nas cores azul acinzentado, cinza claro e escuro, branco, com realces em preto e vermelho escuro) de um painel com figuras geométricas na escala 1:25 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com duas figuras humanas à frente da obra à direita, intitulado de “detalhe do tecido - pano de boca”. À direita, uma elevação técnica do palco (projeção ortográfica de um objeto sobre um plano vertical paralelo a um de seu lados; também chamada de vista ou fachada) com a representação numérica da altura do pé direito e logo abaixo, a planta baixa do teatro na escala 1:50 com a divisão interna nomeadas de: palco; plateia; balcão. Além disso, algumas informações técnicas: fórmica cinza fosca - 15; estofamento vermelho - 16; parede amarela - 19; tapete cinza escuro - 23 e a posição das esculturas (da fotografia NOV-4-4-B-19 (24) “músico nº 1” à esquerda e “músico nº 2” à direita.

Untitled

NOV.B.19 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-72
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento de Brasília, Distrito Federal. Percebe-se o Plano Piloto e o Lago Paranoá destacado ao centro e algumas vias urbanas. Além disso, as diversas Zonas de abastecimento são demarcadas pela diferença de coloração e pelas linhas dos cursos d’águas. O título da legenda do mapa (canto inferior, à direita da fotografia) é Convenções e possui as representações de estrada de rodagem em construção, estrada de ferro em construção, estrada de rodagem projetada, cidade, povoado e fazenda, centro de abastecimento, unidade socio-econômica rural. A escala (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) está em 1:100.000 e na legenda possui tanto a escala numérica (formada por números; o numeral à esquerda dos dois pontos representa as medidas do desenho técnico e o numeral à direita dos dois pontos representa as medidas reais da peça) e a escala gráfica (escala linear ou escala de bar é um meio de ilustrar visualmente a escala de um mapa). Na parte inferior do mapa, o título geral do mesmo nomeado como: DTA - RÊDE DE INSTITUIÇÕES DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE BRASÍLIA.

Untitled

NOV.B.19 (79)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-79
  • Item
  • 1958 - construção 21/04/1960 - inaguração
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho da perspectiva interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, da sua área interna. Este está em perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Em primeiro plano, há três pequenos expositores de chão no formato retangular com a representação de objetos expostos sobre e dentro dos mesmos. Ao centro, mais ao fundo, dois calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão dentro do Museu, sendo que um está observando a parede com o desenho do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa (1902-1998), à esquerda, e o outro está observando um comprido expositor retangular fixado na parede oposta. Nas paredes percebe-se algumas inscrições que futuramente serão os 16 painéis que contam a história da mudança da capital. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical. Ao fundo, outro pequeno expositor de chão no formato retangular próximo a fenda vertical.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Untitled

NOV.B.19 (80)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-80
  • Item
  • 1958 - construção 21/04/1960 - inaguração
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho da perspectiva externa do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Este tem perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Untitled

NOV.B.19 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-84
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho/croqui de estudo da Capela do Palácio da Alvorada. O desenho à esquerda mostra a fachada frontal tendo a entrada do mesmo sem as portas de entrada do artista Athos Bulcão (1918-2008). A janela à direita e o painel/mural de dentro da Capela não foram implementados. O desenho à direita mostra a representação interna da Capela com longos genuflexórios (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) que foram substituídos por pequenos genuflexórios individuais. Em ambos os desenhos, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.19 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-88
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenhos de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo traçado do desenho e suas representações, o desenho de estudo parece ser de autoria do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer (1907-2012). O croqui no canto superior esquerdo mostra com perspectiva de um ponto de fuga para à esquerda (que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva) a forma que remete a velas de barco e a disposição das colunas pela fachada e, abaixo, o olho representa o ângulo de visão do observador. Na parte superior direita, croqui da fachada frontal do STF já com representação de uma escultura na sua fachada que atualmente é a escultura “A Justiça” de autoria do artista Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Na parte inferior, croqui com perspectiva diagonal da fachada frontal também com a representação de uma escultura, bem como a caixa de vidro ao centro, a larga rampa de acesso e alguns calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

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