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NOV.B.19 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-1
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  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa a qual cria um sombreamento na parte inferior da fotografia e o fundo da maquete (parte superior) uma claridade que vai escurecendo aos poucos para à direita. Percebe-se na maquete a cor verde para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste do branco com o fumê dos vidros da caixa de vidro central. Além do tom fumê nos vidros, há também a alternância das cores amarela e verde (que não foram implantadas na obra) próximo à cobertura do STF, remetendo a um certo patriotismo pelo uso de cores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-10
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material cinza representando as vias de circulação, o material branco e acetato representando as volumetrias, e o laranja representando a terra avermelhada típica do cerrado. Centralizada na base da maquete em cinza no formato trapezoidal está a delimitação do setor, com as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda esses blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. No entorno no trapézio vê-se algumas vias margeando o setor e na lateral esquerda da maquete passa a via de acesso; dispostos de maneira desordenada no material cinza estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-15
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e azuladas pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício sob pilotis não identificável. Este possui 3 pavimentos provavelmente das superquadras 400 do Plano Piloto, uma vez que os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Possivelmente 5 caixas de circulação vertical (escada e elevador) no que parece ser a fachada frontal toda revestida de cobogós e um sistema viário passando rende ao bloco. A maquete possui escala humana e “ escala automotiva”.

Untitled

NOV.B.19 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-16
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete, ao fundo da fotografia tem-se vista parcial de água, evidências apontam para a possibilidade da fotografia ter sido tirada da varanda do apartamento da cobertura do Edifício Ypiranga localizado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde funcionava o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). A maquete retrata o projeto da primeira praça presidencial, idealizada por Oscar Niemeyer, uma proposta de praça cívica feita antes de Lucio Costa (1902-1998) ganhar o concurso do Plano Piloto. O uso de material cinza representando as vias de circulação de veículos, o material branco representando as volumetrias, o verde representando o arborizado, os tons terrosos representando as vias de circulação de pedestres e o azul representando espelhos d’água e o lago (faixa contínua de ponta a ponta no fundo da maquete). À esquerda da maquete está a volumetria do Brasília Palace Hotel, projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, com 13.562 m² de área construída e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento; ao centro da maquete está a volumetria do Palácio Presidencial, onde os aspectos plásticos são a junção do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada, intercalando entre cheios e vazios, com colunas semelhantes aos do Palácio da Alvorada, com o parlatório logo à frente à direita da rampa, um mastro de bandeira mais à frente da rampa e à esquerda do mastro vê-se uma escultura de duas figuras humanas lado a lado; à direita do Palácio Presidencial, mais à frente, tem-se vista parcial da volumetria da capela cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França, que futuramente veio a ser incorporada ao palácio residencial; mais à direita da maquete está a volumetria do Museu de Arte de Brasília (MAB) ocupando área construída de 4.800 m², hoje situado às margens do Lago Paranoá, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, com o acervo formado por obras de arte moderna e contemporânea, que vão da década de 1950 ao ano de 2001.

Untitled

NOV.B.19 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-19
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, representante digital constando riscos e marcas de deterioração temporal. Croqui em aquarela e nankin do loteamento dos setores ilhados de casas individuais, parte do projeto de Brasília idealizado por Lucio Costa (1902-1998). Centralizado ocupando a maior parte do documento, há vários conjuntos de loteamentos idênticos, em formato trapezoidal e com uma via principal sem saída (Cul-de-sac). O empreendimento também está situado nas proximidades do Lago Paranoá. Um tipo similar de ocupação foi implantado nas áreas correspondentes às regiões administrativas Lago Sul e Lago Norte.

Untitled

NOV.B.19 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-2
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e verdes pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício sob pilotis não identificável. Este possui 4 pavimentos e não é um edifício usual, uma vez que nas superquadras 400 do Plano Piloto os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Infere-se pela caixilharia (conjunto de esquadrias) que os apartamentos são duplex (apartamentos de dois andares, interligado por uma escada que dá acesso aos pavimentos inferior ao superior). Há 8 caixas de circulação vertical (escada e elevador) na fachada posterior e na fachada frontal, no térreo, a representação do que aparenta ser uma piscina (à esquerda) e uma marquise/cobertura com 3 arcos, em abóbadas sucessivas de mesmo tamanho. A maquete não possui escala humana.

Untitled

NOV.B.19 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-3
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete apoiada em um cavalete de madeira, disposta em uma varanda com piso de azulejo vermelho e guarda corpo pintado de branco; evidências sugerem que a foto foi tirada na varanda do apartamento da cobertura do Edifício Ypiranga localizado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde funcionava o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Acredita-se que a maquete seja um material de estudo volumétrico do Colégio Estadual Milton Campos em Belo Horizonte, a maquete retrata uma solução topográfica onde o platô pintado de preto simula o desnível do terreno e a maquete apresenta uma solução para a implantação do projeto. O uso de material cinza representando as vias de circulação, o material branco e acetato representando as volumetrias, e o verde representando o arborizado. A maquete conta com 4 volumes, sendo os dois ao fundo do terreno (direita da maquete) menores, infere-se que sejam anexos de apoio; um volume maior quase ao centro da maquete, no formato retangular se estendendo de um lado à outro do terreno, com soluções de iluminação e ventilação tais como sheds, clarabóias e brises; um volume mais à frente do terreno (à esquerda da maquete), no formato de concha; no canto superior esquerdo da maquete vê-se o que aparenta ser um mastro de bandeira e um caminho em formato de caracol onde crê-se que leve à um nível subsolo para veículos. As calçadas, em branco, formam caminhos orgânicos e fluidos junto à vegetação.

Untitled

NOV.B.19 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-4
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e azuladas pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício não identificável sobre pilotis. Esse possui 3 pavimentos provavelmente das superquadras 400 do Plano Piloto, uma vez que os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Há 8 caixas de circulação vertical (escada e elevador) na fachada posterior e na fachada frontal, no térreo, a representação do que aparenta ser uma piscina (à esquerda) e uma marquise/cobertura com elemento plástico diferenciado. A maquete não possui escala humana.
"

Untitled

NOV.B.19 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-5
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e verdes pela fotografia. Vista frontal da maquete de um edifício sobre pilotis não identificável. Esse possui 3 pavimentos provavelmente das superquadras 400 do Plano Piloto, uma vez que os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Na fachada frontal, no térreo, a representação do que aparenta ser uma piscina (à esquerda) e uma marquise/cobertura de um elemento plástico diferenciado com uma laje plana e pilares inclinados, chanfrados. O edifício possui 16 janelas, brises horizontais fixos com alternância de cores branco e amarelo e não têm caixa de circulação vertical externas.

Untitled

NOV.B.19 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-85
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Imagem digitalizada de um croqui representando o espaço interno da proposta projetual do Brasília Palace Hotel. No canto superior esquerdo destaca-se um carimbo com os transcritos “NC” referentes à Nova Capital; no canto inferior direito está a assinatura do Oscar Niemeyer e datado do dia 17/08/56. O Brasília Palace Hotel (BPH), construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão. O croqui ilustra dois espaços do hotel, sendo um externo e o outro interno. No espaço externo destaca-se uma piscina em formato orgânico curvilíneo e cercada de vegetações, margeando o espaço da piscina estão alguns calungas (representações de figuras humanas para referência entre escala humana e construtiva) criando um contexto de ocupação dos hóspedes. Separando os dois espaços a solução proposta foi de grandes janelas sinuosas que levam da laje ao piso seguida por uma calçada e alguns pilares sustentando a laje. O espaço interno trata-se de um salão com diferentes áreas de estar, a primeira área próxima ao centro inferior da imagem dispões de três poltronas e uma mesa de centro sobre um tapete; a segunda área próxima da lateral direita da imagem dispões de um sofá de três lugares e três poltronas sobre um tapete (tais poltronas têm características plásticas semelhantes à cadeira Barcelona de autoria do arquiteto Mies van der Rohe(1886-1969)); a terceira área dispõe de uma estrutura de bar com banquetas, ao lado estão dois divãs próximos à janela. Na parede curva do espaço interno, à direita, receberia um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão).

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