América do Sul

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2114 Archival description results for América do Sul

NOV.B.26 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem mostra a área destinada a representação diplomática do Iran (Irã), em meio ao Cerrado em expressão original. A Embaixada do Irã é notória por ter sido a primeira a ser oficialmente instalada em Brasília, cerca de dois meses após a inauguração da cidade em 21 de abril de 1960. O então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, participou da inauguração da sede provisória, que era apenas com uma casa de madeira, no dia 7 de junho de 1960, quando sua embaixada no Rio de Janeiro, aberta em 1943, foi transferida para a cidade.
Conforme reportagem do periódico Correio Braziliense, em 22 de julho de 1961, a inauguração da sede definitiva ocorreu no dia 24 de julho de 1961, às 17 horas de uma segunda-feira. Localizada na Avenida das Nações, lote n. 31.
Conforme o arquiteto Paulo Roberto Alves dos Santos o projeto arquitetônico da chancelaria é de autoria de Holf Wener Huther, já o da casa do embaixador ficou a cargo de Mehdi Kazemi Did-hendi. Os prédios são construídos em estrutura de concreto e armação de alvenaria. Ocupa uma área total de 25 mil metros quadrados, sendo 1.949m² de área construída, dividida em dois pavimentos.
"

Untitled

NOV.B.26 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia aérea em preto e branco, no formato paisagem, mostra a fase final da construção da barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, correspondente à montante da barragem, é visível o Lago Paranoá se enchendo. Adjacente ao lago, encontra-se o corpo da barragem em fase de finalização e o vertedouro, localizado em sua ombreira esquerda. O vertedouro da barragem do Lago Paranoá é construído em concreto armado e possui três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento. Próximo ao vertedouro, há um guindaste e uma estrutura provisória não identificada. À ombreira direita do corpo da barragem, na encosta, é possível observar o talude que receberá a via de ligação entre o Lago Sul e o Paranoá. O terço superior da fotografia é marcado pela paisagem composta por vegetação nativa do Cerrado, predominantemente arbórea, onde se destacam manchas de cores claras, indicando as cascalheiras de onde foram extraídas matérias-primas para a construção. Para uma melhor compreensão da etapa de construção do corpo da barragem, consulte o maço B10 - Energia, itens: B10(08), B10(10), B10(13), B10(21), B10(26), B10(27), B10(28), B10(31), B10(37), B10(72) e B10(98). Os itens B10(53) e B10(108) também mostram a construção do vertedouro. Ver informações complementares no Relatório Técnico das obras da Barragem, NOV-E-2-0001 (13d), presente no arquivo textual do Fundo NOVACAP.

Untitled

NOV.B.26 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Vista aérea em que se observa as obras de edificação do conjunto da praça dos Três Poderes, esses representados pelos edifícios, em sentido anti-horário: Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal. Em posição central aos três edifícios está o museu da Cidade. As estruturas das construtoras, compostas de oficinas, alojamentos, escritórios, refeitórios, estão localizadas próximas aos edifícios.
Palácio do Congresso Nacional: O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Palácio do Planalto: A arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, confere beleza à fachada do palácio, auxiliar a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça.
Supremo Tribunal Federal: Destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos.
Museu da Cidade: O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília.
Padrão do Terrapleno: Ao centro, nota-se a formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo), Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e Palácio do Planalto (Executivo).
Praça Central da Praça dos Três Poderes: Ao centro da Praça dos Três Poderes, há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa.
Eixo Monumental: Atravessando o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está em fase inicial de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado.
"

Untitled

NOV. B-25 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-9
  • Item
  • 17/01/1959
  • Part of Untitled

"Cemitério de Brasília-DF, datada de 17 de janeiro de 1959. Apresenta uma estrada de terra no cemitério do Campo da Esperança. A fotografia está composta por dois planos, o primeiro plano, a centralidade de uma estrada de terra vermelha, que está entre a vegetação de Cerrado com característica de campo sujo e Cerrado típico. O(a) fotógrafo(as) que registrou a estrada, buscou destacá-la com em uma perspectiva, sendo que esta continua e termina na linha do horizonte. Tal linha, forma o segundo plano, que está na metade da fotografia na horizontal, formado pelo céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (144);
"

Untitled

NOV. B-25 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-8
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada em 1959-1960; apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com capim seco plantado e arbustos de pequeno e médio porte na lateral esquerda do túmulo. Na parte superior do amontoado, uma cruz de madeira que contém uma coroa de flores de tons claros, podendo estar associada à divindade da religião do cristianismo, podendo ser chamado de Jesus Cristo ou Jeová. Sobre o túmulo uma placa (simples) em formato quadrado, aparentemente, julga-se ser, um chassi de madeira para tela, com o estado de conservação em deterioração, encostada na base da cruz, que contém uma inscrição, de cor escura sobre fundo claro da tela, em letra de forma, indica ser uma mensagem póstuma, “Homenagem da Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro” abaixo continua com “ao Herói de Brasília Dr. Bernardo Sayão de Araújo” logo mais com tamanho da fonte menor, no canto inferior direito, “Brasília 2 de Novembro de 1959”. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959).
Ao fundo do túmulo, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados, sendo possível identificar duas colunas com três fileiras. Logo, uma fileira de ornamentos de coroas de flores e folhas, que indicam para remoção dos ornamentos. Por trás, uma faixa de areia que cobre a terra do campo limpo (cerrado típico). Depois do campo limpo, foi possível identificar três características de fitofisionomias do bioma Cerrado e que aparecem nas seguintes ordens por camadas na imagem fotográfica, sendo o primeira de campo sujo, com a predominância de arbustos de pequeno porte; a segunda formada do cerrado rupestre, composta por árvores de médio e grande porte; a terceira fitofisionomia do cerrado típico.
No meio da vegetação existe um fragmento que forma um caminho para a passagem de pessoas, sendo esse caminho chamado de “caminho do desejo” ou popularmente como “caminho de rato”. O percurso possui um leve formato em “S”, porém mais comprido que direciona a estrutura de cruz em madeira. Após essa cruz, identifica-se duas figuras masculinas que utilizam calças compridas de tonalidades escuras e camisas sociais de mangas curtas em tonalidades curtas, localizados no final do caminho. Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.
Há uma narrativa de Eduardo Brandão Cavalcanti sobre o falecimento de uma pessoa antes de Bernado Sayão, que relatou em uma entrevista no Projeto ""Programa de História Oral"" (disponível no Acervo Digital do ArPDF). Assim, nas palavras de Eduardo Cavalcanti (1992): ""[...] E nós convivemos muito com o
padre Roque e ele nos protegeu bastante. Tinha um outro padre também, na época,
muito engraçado - que dizem que é a primeira pessoa enterrada no Campo da
Esperança, antes do doutor Bernardo Sayão, que foi uma pessoa com quem eu tive
muito pouco contato, doutor Bernardo Sayão. No tempo que eu fui pra estrada de
ferro, da estrada, da Belém-Brasília, ele tinha morrido. E como ele andava pouco
aqui, conheci até pouco o doutor Bernardo Sayão - era o padre Plínio44, era um
alemão, gozadíssimo, um padre grande. Dizem que é o primeiro corpo colocado no
Campo da Esperança. E o padre Plínio... De vez em quanto o padre Roque ia os
dois, o padre Plínio ia, porque a festa era boa, a comida era gostosa, os padres
gostavam, gostava de ir também pra um lazerzinho deles. [...]"" (CAVALCANTI, 1992, p. 38).
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (144); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-7
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal e em preto e branco, datada 1959-1960, que foi fotografada por Mário Fontenelle. Apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A imagem fotográfica, está composta por três planos. No primeiro plano, compreende-se a região destinada para o túmulo, onde percebe-se a distribuição de areia de tonalidade clara sobre terra vermelha, que teve a vegetação do Cerrado removida. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). A mencionada areia está localizada no lado inferior esquerdo, centro e lado inferior direito, sendo que neste espaço existe a centralidade do túmulo. Assim, o túmulo contém os seguintes elementos: formado por um amontoado de terra vermelha que está integrado com ornamentos de coroas de flores. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio portes, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às de gérberas (Gerbera jamesonii Bolus). Ao redor da terra vermelha, embasamento com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados, criando assim, uma base retangular. Em duas extremidades da base, evidencia-se dois coqueiros pequenos, sendo cada planta em cada extremidade. À direita das plantas de palmeiras, atrás do amontoado de terra vermelha, localiza-se ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz, em que todas se encontram em tonalidades claras. Na transição do primeiro plano para o segundo que existe uma vegetação rasteira (porte baixo), que indica para alteração da paisagem pela ação humana, localiza-se uma placa de madeira fixada no solo com plantas rasteiras, de estatura média, sendo possível visualizar à frente. Nesta parte, contém as seguintes características: com uma pintura de tinta branca e inscrição em cinco linhas, onde foi possível identificar a palavra “cemitério” em caixa alta, infere-se sobre a primeira “SEN” em caixa alta e na quinta linha “10”, algoritmo não identificado em seguida espaço, seguido de “1018”. As outras inscrições, nas linhas terceira e quinta, possuem letras menores. Ainda no segundo plano, ao lado esquerdo encontra-se um automóvel identificado como um Jeep, posicionado na diagonal permitindo visualizar o ângulo da parte da frente e do lado externo. Neste sentido, no ângulo externo, próximo a roda anterior, na coluna frontal no sentido vertical, encontra-se duas inscrições: a primeira de cima para baixo, “Jeep”; a segunda, um símbolo que infere-se ser um carimbo circular que ao centro existe uma inscrição que infere-se ser “4” com outro algarismo ou letra. Ademais, na parte da carroceria na linha de freio, abaixo da porta, a inscrição em letras maiúsculas “NOVACAP”. Ao centro desse plano, encontra-se um objeto desconhecido de formato quadrado no meio da vegetação rasteira; mais a frente, no lado direito, um amontoado de areia de tonalidade branca. No terceiro plano, atrás do Jeep, encontra-se vegetação com características de cerrado típico. Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147)."

Untitled

NOV. B-25 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-6
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia de Mário Fontenelle. Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por três planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus). Em volta do túmulo, existe um embasamento com pavimentação, similar ao concreto ou pedras, em formatos quadrados, criando assim, uma base retangular. Em duas extremidades, do lado esquerdo, existe em cada uma planta de coqueiro ou palmeira (Arecaceae sp.), de pequeno porte, em cada extremidade. Fixado ao túmulo, ao lado direito da fotografia, estrutura da cruz em madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.). Ao redor do embasamento do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. O segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico, sendo que este está no terceiro plano. Neste último, complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147);

"

Untitled

NOV. B-25 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-5
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada em 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, centralizado, amontoado de terra vermelha, embasado com pavimentação, similar ao concreto. O amontoado de terra velha possui adornos de coroas de flores que estão distribuídas ao redor e por cima do túmulo. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus). Assim, as folhas são diferentes, sendo similares às palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.). Existe fixado ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz. Na base da cruz, contém uma placa em formato quadrado amarrado com fio de tecido, com espessura e material similar à de barbante; esse amarrado está de forma horizontal, que se prendem com diversos nós na parte de trás da placa, sendo essa a visão possível de identificar a placa. No segundo plano, atrás do túmulo, no centro do lado esquerdo, presença de três figuras femininas que se encontram em pé, que estão paradas olhando para o túmulo com feições sérias. As figuras femininas estão umas ao lado da outra. Ao olharem na direção do amontoado de terra, da esquerda para direita. A primeira, identificada como à filha da de Bernardo Sayão com Lígia Mendes Pimentel, Léa Sayão está com cabelos curtos de texturas lisas que vão até a altura da nuca e corte similar a um “chanel” com uma pequena franja sobre a testa, o pescoço e rosto que se inclinam para baixo; utiliza vestido estampado, com elementos de onça, com decote em forma circular que mostra o colo, que vai abaixo da linha dos joelhos. Os braços ao estarem pousados para fotografia, são organizados para a palma da mão esquerda da fotografia está posicionada na altura na altura do umbigo sobre a barriga e à mão direita está com a palma da mão e os dedos entreabertos em cima do dorso da mão esquerda. Nos pés, utiliza como calçado um modelo de sapatilha com detalhe de tira no peito do pé, possivelmente, abotoado com uma fivela pequena; confeccionada com material de couro na tonalidade preta. Leva consigo acessórios: aliança; um relógio; uma bolsa em formato retangular no braço do lado direito da fotografia; e esmaltes nas unhas.A segunda figura feminina, utiliza como penteado “uma massa de cabelo levemente empilhado sobre à secção coronal do crânio” (WIKIPEDIA, utilizar uma base acadêmica), as laterais do cabelo são direcionados para trás com uma amarração dos fios do cabelo para dentro, similar à um coque. Leva na orelha, do lado esquerdo da fotografia, um brinco pequeno. À respeito da indumentária, utiliza um vestido sob medida, com gola de forma de “v” sobre o colo; manga curta pouco abaixo do ombro; abotoado ao meio com botões grandes na parte superior do tronco; o vestido está acinturado com destaque para um cinto de tonalidade mais escura que o tecido utilizado, abaixo da cintura, a costura do vestido se encontra plissada. À altura dessa indumentária se estende até, pouco, abaixo da altura dos joelhos. O vestido possui estampa de um símbolo, similar a um brasão oval que contém o busto de uma figura feminina, que se repete várias vezes. Ao redor do símbolo, no intervalo de um símbolo e outro, existem vários pontinhos. Os seus braços ao estarem pousados para fotografia, estão posicionados abaixo da linha do quadril e centralizados ao corpo. A palma da mão esquerda está voltada para o vestido e à mão direita está com a palma da mão em cima do dorso da mão esquerda segurando. Os seus sapatos não podem ser vistos porque parte do túmulo tampa à visão. A terceira figura feminina utiliza corte de cabelo curto; leva no seu rosto como acessórios óculos de grau, cujo formato das lentes são regulares, na orelha do lado esquerdo usa brinco de tamanho pequeno. À respeito da indumentária, utiliza um vestido sob medida, com gola de forma de “v” sobre o colo; manga curta em cima do ombro; abotoado ao meio com botões grandes na parte superior do tronco; o vestido está acinturado com destaque para um cinto de tonalidade mais escura que o tecido utilizado, abaixo da cintura, a costura do vestido se encontra plissada. À altura dessa indumentária se estende até, pouco, abaixo da altura dos joelhos. O vestido possui estampa de listras de largura fina na vertical. Os braços ao estarem pousados para fotografia, são organizados para a palma da mão esquerda virada para cima para receber a palma da mão direita. Logo, ao segurarem as mãos que estão abraçando as costas das mãos, estão situadas acima da barriga na altura do umbigo. Leva consigo acessórios: aliança; uma pulseira no braço esquerdo, uma bolsa com um lenço amarrado na alça da bolsa.
No terceiro plano da fotografia, atrás das três figuras femininas, existe uma estrada de chão, que vai do lado esquerdo até o lado direito da fotografia no sentido horizontal. Na margem da estrada, do lado direito, existe uma placa de madeira fixada, sendo possível visualizar o verso com uma pintura de tinta branca. Em razão da estrada, observa-se zona com ausência de vegetação de médio e grande porte, indicando possível remoção da parte aérea recente. No quarto plano, atrás da estrada, também, atrás das três figuras femininas, observa-se uma árvore de grande porte sem folhagens e ao lado um monte de troncos, que possivelmente se originaram da remoção de árvores nos arredores. Ao fundo, no afilamento da estrada, na parte externa, cerrado típico, acima da copa das árvores do cerrado, céu limpo com poucas nuvens.
Informações Adicionais sobre as cruzes ao fundo:
Há uma narrativa de Eduardo Brandão Cavalcanti sobre o falecimento de uma pessoa antes de Bernado Sayão, que relatou em uma entrevista no Projeto ""Programa de História Oral"" (disponível no Acervo Digital do ArPDF). Assim, nas palavras de Eduardo Cavalcanti (1992): ""[...] E nós convivemos muito com o
padre Roque e ele nos protegeu bastante. Tinha um outro padre também, na época,
muito engraçado - que dizem que é a primeira pessoa enterrada no Campo da
Esperança, antes do doutor Bernardo Sayão, que foi uma pessoa com quem eu tive
muito pouco contato, doutor Bernardo Sayão. No tempo que eu fui pra estrada de
ferro, da estrada, da Belém-Brasília, ele tinha morrido. E como ele andava pouco
aqui, conheci até pouco o doutor Bernardo Sayão - era o padre Plínio44, era um
alemão, gozadíssimo, um padre grande. Dizem que é o primeiro corpo colocado no
Campo da Esperança. E o padre Plínio... De vez em quanto o padre Roque ia os
dois, o padre Plínio ia, porque a festa era boa, a comida era gostosa, os padres
gostavam, gostava de ir também pra um lazerzinho deles. [...]"" (CAVALCANTI, 1992, p. 38).

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19) "

Untitled

NOV. B-25 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica datada de 1957-1960, refere-se ao cemitério de Brasília. Apresenta dois planos, sendo no primeiro, centralizada, uma figura feminina abaixada que coloca uma vela acesa na base de uma cruz de madeira, talhada. Nota-se que nesse espaço, vegetação do Cerrado que foi removida, caracterizada por gramíneas de pequeno porte e por terra avermelhada. Sobre a disposição desses elementos na fotografia, a cruz encontra-se ao lado esquerdo e a figura feminina a direita. Segundo, Bernardo Sayão Neto (2023), identificou a figura como sendo Léa Sayão. No momento em que foi registrada a fotografia, está com cabelos curtos de texturas lisas que vão até a altura da nuca e corte similar a um “chanel” com uma pequena franja sobre a testa, o pescoço e rosto com feição séria, que se inclinam para baixo, olhando para a mão que está com a vela, a figura feminina ao pousar, está com o braço esquerdo esticado e a mão está posicionada com uma vela acesa para deixar na base da cruz; utiliza como acessórios nesse braço um anel no dedo anelar e uma pulseira de espessura fina com um pingente, infere-se que o material seja de metal. Outro braço, está apoiado em parte da perna, sendo possível visualizar apenas a sua mão que segura uma caixa de fósforo. No colo está uma bolsa de formato quadriculado com tonalidades claras. Á respeito da indumentária, leva consigo um vestido sob medida, estampado com elementos de onça. Essa peça contém uma alça larga na medida do ombro, que forma um decote circular na parte dos ombros. No segundo plano da fotografia, vegetação do Cerrado, caracterizada por gramíneas de pequeno porte.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
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Untitled

NOV. B-25 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica datada de 1957-1960, refere-se ao cemitério de Brasília. Apresenta dois planos, sendo no primeiro o destaque para um túmulo na horizontal de uma figura infantil, cercado por ripas de madeiras em tonalidade de clara, infere-se ser branca, que encontra-se no lado esquerdo da fotografia. Por ser tratar de um túmulo, existe uma cruz de madeira fixada na estrutura do lado esquerdo. Ao lado direito, vegetação do Cerrado que foi removida, caracterizada por gramíneas de pequeno porte. Ao fundo, no segundo plano, constata vegetação típica de campo sujo e cerrado típico.
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
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