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NOVACAP
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NOV.B.2 (189)

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Ermida Dom Bosco em destaque central, pequena capela em formato piramidal, pintada na cor branca, despida de qualquer ornamento, construída sobre uma laje circular em elevação, com sua laterais revestidas de pedras e uma pequena escada lateral que leva até o patamar mais alto da plataforma, contornada por vegetação típica do Cerrado, às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá. Em segundo plano, ao fundo, do lado inferior direito da Ermida, início da formação do acampamento de construção do Palácio da Alvorada margeado por vegetação do Cerrado.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
· PROCURAR REMISSIVAS: PASTA NOV-D-4-4-B-2 - ITENS: 238, 240, 242, 254, 262, 274, 567, 638."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (130)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 3 e 4 que ilustram, respectivamente, os tópicos 3 e 4 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (131)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 5, 6 e 7 que ilustram, respectivamente, os tópicos 5, 6 e 7 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (134)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem da segunda página do Relatório do Plano Piloto de Brasília. Nela, é apresentada a introdução da proposta de projeto que foi desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998).

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (138)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem da quarta página do Relatório do Plano Piloto de Brasília. Nela, são apresentados parte dos tópicos (4 ao 7) que sintetizam as propostas de projeto que foram desenvolvidas por Lucio Costa (1902-1998).

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (141)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem da sétima página do Relatório do Plano Piloto de Brasília. Nela, são apresentados parte dos tópicos (9 e 10) que sintetizam as propostas de projeto que foram desenvolvidas por Lucio Costa (1902-1998).

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (147)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem da décima terceira página do Relatório do Plano Piloto de Brasília. Nela, é apresentada parte do tópico 17, que sintetiza a proposta de gradação social para as áreas residenciais previstas no projeto desenvolvido por Lucio Costa (1902-1998).

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (153)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 10, 11 e 12 que ilustram, respectivamente, os tópicos 9 e 10 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (154)

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 1 e 2 que ilustram, respectivamente, os tópicos 1 e 2 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Fotografias similares: 150, 151, 152 e 154"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (25)

"Fotografia em cores, no formato retrato. Ermida Dom Bosco em destaque aparecendo a fachada lateral direita e posterior da pequena capela em formato piramidal, pintada na cor branca, despida de qualquer ornamento, construída sobre uma laje circular em elevação, com sua laterais revestidas de pedras e uma pequena escada lateral que leva até o patamar mais alto da plataforma, contornada por vegetação típica do Cerrado, às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá. Imagem com mancha preta no lado esquerdo. Em segundo plano, ao fundo, do lado inferior direito da Ermida, vista do Palácio da Alvorada em estágio de construção; do lado inferior esquerdo da Ermida está o acampamento de construção do Palácio da Alvorada. Detalhe de mancha escura na lateral esquerda da imagem.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
· PROCURAR REMISSIVAS: PASTA NOV-D-4-4-B-2 - ITENS: 238, 240, 242, 254, 262, 274, 567, 638.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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