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Descrição arquivística
Mário Fontenelle Brasília Palace Hotel (Brasília, DF)
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NOV.B.13 (43)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. A imagem captura o momento em que um operário, sobre andaimes de madeira, faz a colocação de placas de um forro de madeira no segundo bloco térreo do Palace, provavelmente na área do salão de festas. Nos dois quadrantes do lado esquerdo da imagem, a colocação das placas de madeira já foi concluída, enquanto que a parte central e direita da fotografia está em processo de instalação pelo operário que veste uma calça de tecido folgada, uma regata clara e um chapéu. Na sua mão direita está um martelo e um tijolinho para auxiliar o alinhamento das placas. Acima e à frente do operário, fios claros atravessam a imagem de uma ponta a outra. No quadrante inferior direito, é possível ver o pilar metálico da estrutura e uma estrutura de madeira que alcança o teto. “Embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril.” (ESNAL, 2015, p. 123). No quadrante inferior esquerdo, observa-se as esquadrias sinuosas da fachada externa do salão e, ao lado, uma parede curva que vai receber um painel. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (48)

Fotografia em preta e branco no formato paisagem, retrata oito homens no cenário de obra do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF, com fotografia retirada na data de 24/03/1958. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Em primeiro plano, quatro homens formam um círculo enquanto observam um outro abaixado no centro. O primeiro homem, à esquerda, veste roupas sociais - camisa com mangas dobradas na altura dos cotovelos, calça comprida com um papel no bolso traseiro do lado direito e botas - tem um cigarro na boca e na mão direita, uma prancha dobrada -. Do lado direito, levemente encurvado para frente, o segundo homem também veste roupas sociais - camisa de mangas longas dobradas na altura dos cotovelos e calça comprida com um papel no bolso traseiro do lado direito. Agachado no centro da roda, o terceiro homem tem roupas sujas decorrentes da obra e porta uma camisa social de mangas longas, calças compridas com um cinto utilitário para armazenamento de ferramentas. No terceiro terço à direita da fotografia, o quarto homem vestindo roupas sociais - camisa com as mangas dobradas na altura dos cotovelos, calça comprida e algumas canetas em seu bolso traseiro esquerdo. Atrás do homem de pele negra agachado, com o corpo frontal à câmera e o rosto voltado para a esquerda, o quarto homem porta um chapéu de palha juntamente a uma camisa de mangas compridas dobradas na altura dos cotovelos. Atrás há mais três trabalhadores, no ambiente em processo de construção com vigas e tijolos aparentes sobre um piso inacabado com poças de água. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).  Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (56)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 17/02/1958 em Brasília - DF. Vista aérea da fachada sudeste do Brasília Palace Hotel em fase de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira e duas torres de treliça metálica, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. No plano inferior central, ao térreo da fachada leste, nota-se para estruturação do terraço que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Abaixo da laje sobre pilotis do saguão, nota-se a presença de uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra, enquanto um operário caminha próximo a carroceria da mesma e um montante de material mais à direita - aparenta ser areia. No quadrante inferior direito, duas instalações de apoio destinadas para auxílio aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Na parte inferior da image, observa-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (52)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, com fotografia retirada em 30/08/1958 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos esbranquiçados. A fotografia registra a extensão de parte do bloco principal do hotel, voltado para a fachada leste, ainda em fase de acabamento. O edifício está com as esquadrias de ferro instaladas - algumas delas ainda sem os planos de vidro, com a disposição de mobiliário (mesa e cadeira) nas varandas dos quartos. Os pilares metálicos estão sem o revestimento anodizado preto, a estrutura de acesso ao corredor do segundo bloco térreo ainda em processo construtivo. Abaixo do edíficio, parte do piso já foi concretado, mas são observadas pilhas de terra e material da obra, no quadrante inferior esquerdo, um carretel de madeira. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (leste) e com cobogós (oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Atrás da construção, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (59)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirado em 06/08/1958 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos esbranquiçados. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel finalizado. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, que evidencia um avanço em suas principais concepções arquitetônicas - disposto estruturalmente em lâmina (ou barra), repousa sobre os pilotis com marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Ao térreo da fachada leste, nota-se a estruturação do terraço que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). No quadrante inferior esquerdo, nota-se a presença de operários (10), sendo que quatro deles transitam para o pilotis, um recosta no painel, um caminha em direção a piscina e os outros quatro realizam - provavelmente - o assentamento do piso externo do hotel. Nas janelas do primeiro e terceiro pavimento, encontram-se mais operários. A frente do edifício, voltado para leste, após o restaurante, trabalhadores (10) transitam, sendo que quatro deles auxiliam na construção da piscina, que foi parte de uma inspiração de Oscar Niemeyer (1907-2012). “Tudo era feito na marra, com burocracia zero. Um dia, tomando café no bar hotel, impaciente pela demora na construção da piscina - havia uns seis meses e nada -, Niemeyer desenhou um ovo de Páscoa (uns dizem que num papel; outros que no chão mesmo) e disse: ‘Taí, podem fazer.” (ESNAL, 2015, p. 35). Abaixo da piscina, uma cerca alta de tapumes divide as instalações de apoio (9) do edifício principal, sendo destinadas ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras, estando aglomerados para facilitar os acessos por partes dos funcionários, sendo interligadas às estradas de acesso ainda não pavimentadas no entorno do hotel. No plano inferior, da esquerda para a direita, notam-se estruturas feitas em madeira com telhado aparente de duas águas com volumes retangulares. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Logo atrás da construção nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores e trechos de vegetação rala devido a intervenção humana. Em meio a vegetação nota-se fumaça de médio porte alcançando o céu, indicando algum incêndio em andamento na área. Na quadrante superior central, do lado oeste do hotel, há a presença de uma pequena instalação de apoio ao canteiro e mais a direita, um foco de incêndio em parte da vegetação. No quadrante inferior direito do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra - terra, embalagens, sacos, entre outros - e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (44)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. A representante digital contém pontos brancos e um risco preto. A imagem captura o momento em que um operário faz a colocação de placas de um forro de madeira no segundo bloco térreo do Palace, provavelmente na área do salão de festas. O enquadramento da imagem evidencia que o fotógrafo desejou capturar o momento de trabalho do operário, que com seu martelo - em punho, na mão direita - e um tijolinho - abraçado pelos dedos, na mão esquerda, garante o alinhamento das placas de madeira do forro. O operário utiliza uma calça de tecido clara, ajustada por um cinto preto de fivela metálica e, por dentro da calça, uma regata clara de tecido leve. Sobre sua cabeça, um chapéu que parece ser de palha faz as vezes de um capacete. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. A feição do homem que aparenta ter meia idade, tem como características físicas: dois sinais do lado direito da face, bigode, e cabelo escuro. É notado seu semblante de foco para com o serviço executado. É possível ver que a estrutura metálica e as placas pré-moldadas que compõem a estrutura da laje ainda estão aparentes em metade da imagem, apoios de madeira e fios garantem o prumo da colocação das placas. “Embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril.” (ESNAL, 2015, p. 123). No canto inferior esquerdo, uma sombra, provavelmente da mão do fotógrafo. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (45)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. Captura da obra da área interna do Palace, estando 4 homens localizados na região centro-esquerda da imagem. Em primeiro plano, um homem de cabelos claros e vestes mais formais (uma camisa social clara com dois bolsos, calça escura e um cinto escuro de fivela) observa com semblante preocupado o forro do local. Sua mão direita repousa sobre o quadril, enquanto o antebraço - que possui um relógio metálico de tira preta - se apoia sobre um cano metálico vertical. Em segundo plano, à esquerda da imagem, outro homem de camisa clara, cabelos castanhos, está saindo do enquadramento da imagem e leva o braço esquerdo, contendo um relógio de pulso de tira escura, até o rosto. Ao seu lado, caminhando na mesma direção, um homem de cabelos ralos na porção superior da cabeça, veste uma calça clara, ajustada por um cinto preto, uma camisa preta de manga curta, uma bolsa pochete e um objeto preto pendurados sobre o ombro esquerdo. Ainda no braço esquerdo, usa um relógio de tira preta e um anel que reluz em seu dedo anelar. A mão está fechada, segurando uma jaqueta. Entre os dois homens à esquerda, outro homem de cabelos castanhos e camisa clara está de costas para a câmera, no fundo da imagem. Com o braço direito erguido, parece anotar algo sobre um papel na parede. Atrás do homem de camisa preta, uma escada de madeira e, ao lado, um buraco para receber a caixa de tomada e um cabo de madeira em diagonal - possivelmente uma ferramenta de trabalho, podendo ser uma enxada. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (49)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Enquadramento de uma das empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) do bloco principal do Palace, notam-se manchas decorrente da umidade na parte superior, onde é perceptível a etapa de construção de finalização dos revestimentos e cobogós. Andaimes de madeira possibilitavam o acesso aos pavimentos mais altos, uma longa escada de madeira permitia alcance das placas de mármore da empena. Ao fundo, no quadrante inferior esquerdo, a presença de vegetação do Cerrado que envolve a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (53)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, com fotografia retirada em 30/08/1958 em Brasília - DF. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam toda a extensão transversal da longa fachada (oeste) frontal do conjunto do Brasília Palace Hotel, de um ponto de vista da parte mais baixa do terreno. Um cercamento em tábuas de madeira, postes de energia elétrica e uma instalação de apoio ao canteiro estão à frente do edifício. Na porção final da fachada está um andaime de madeira para a finalização da fachada. À direita dos pilotis na parte central da extensão do edifício, três trabalhadores com camisas e calças sociais em tons claros, estando dois próximos a um cavalete e um curvado em direção ao solo e logo atrás uma árvorer de médio porte (espécie não identificada). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No terço inferior do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada à locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. No canto direito, observa-se vegetação do Cerrado, sendo possível distinguir apenas as copás de algumas árvores. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (54)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 30/08/1958 em Brasília - DF. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam toda a extensão transversal da longa fachada posterior do conjunto do Brasília Palace Hotel, está que recebe uma fachada envidraçada (leste) estando voltada para a conexão com o segundo bloco térreo. Abaixo do edifício estão localizadas as estruturas do canteiro de obras, apresentando pilha de terra, brita e outros materiais pertinentes à construção. Na perpendicular entre as paredes brancas do segundo bloco, abaixo do edifício principal, uma mulher de vestido em tons claros está saindo dos corredores em direção ao piso em terra seca e uma escada apoiada  ao lado. Estruturas cilíndricas similares a tanques de gás estão apoiados na parede da parte social do hotel, provavelmente destinados ao uso do restaurante.No canto esquerdo nota-se gramado ralo, indicando recente remoção da vegetação nativa existente ali devido a intervenção humana. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).  Autor da fotografia: Mario Fontenelle

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