Mostrar 24 resultados

Descrição arquivística
Juscelino Kubitschek Brasília Palace Hotel (Brasília, DF)
Previsualizar a impressão Ver:

24 resultados com objetos digitais Mostrar resultados com objetos digitais

NOV.B.13 (43)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. A imagem captura o momento em que um operário, sobre andaimes de madeira, faz a colocação de placas de um forro de madeira no segundo bloco térreo do Palace, provavelmente na área do salão de festas. Nos dois quadrantes do lado esquerdo da imagem, a colocação das placas de madeira já foi concluída, enquanto que a parte central e direita da fotografia está em processo de instalação pelo operário que veste uma calça de tecido folgada, uma regata clara e um chapéu. Na sua mão direita está um martelo e um tijolinho para auxiliar o alinhamento das placas. Acima e à frente do operário, fios claros atravessam a imagem de uma ponta a outra. No quadrante inferior direito, é possível ver o pilar metálico da estrutura e uma estrutura de madeira que alcança o teto. “Embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril.” (ESNAL, 2015, p. 123). No quadrante inferior esquerdo, observa-se as esquadrias sinuosas da fachada externa do salão e, ao lado, uma parede curva que vai receber um painel. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (63)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 03/02/1958 em Brasília - DF. Vista aérea das fachadas voltadas para sul e leste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra, foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de toda a extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Nota-se a disposição de andaimes feitos em madeira nas fachadas, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. Na fachada leste do edifício, ao térreo, identificado pela laje em T onde que veio a ser delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Próximo ao hotel - nas orientações leste e oeste, instalações de apoio (21) - estruturadas em madeira, e telhado de duas quedas - destinadas para depósito e preparo de materiais e, à esquerda, uma torre d’água. Voltado para a empena cega (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) norte, 10 alojamentos para trabalhadores, localizam-se próximo a uma estrada de terra onde, atualmente se encontra o Lago Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961 e o lago artificial surgiu, e então Juscelino Kubitschek (1902-1961)  se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). Delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Percebe-se a presença de diversos trabalhadores transitando nas proximidades das instalações e do hotel. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, sendo que na parte inferior da imagem nota-se vegetação com aspecto ralo devido a intervenção humana. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido às áreas descampadas, sem a presença de árvores e gramíneas em algumas porções, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. 

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (568)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro aéreo da península do Lago Paranoá – com os primeiros edifícios em alvenaria inaugurados de Brasília, durante os anos de construção de Brasília, entre 1957 e 1958. O Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada, estando em evidência, em primeiro plano, o contexto construtivo do Palácio da Alvorada (a capela e o acesso rampeado semienterrado, o espaço de bar e piscina). Enquanto, mais ao fundo, a fachada leste do Brasília Palace Hotel, estando os dois em processo avançado de obra, sendo estes inaugurados no dia 30/06/1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. No quadrante inferior, parte do edifício destinada a área de lazer, onde encontra-se a piscina e uma cobertura destinada ao bar, com os acessos já delimitados e concretados. Ao lado da estrutura de concreto armado coberta, nota-se alguns materiais (tábuas de madeira empilhadas, caixotes carregados de materiais, resquícios de areia e carriolas) dispostos no solo de terra seca batida, do que aparenta ser uma via limítrofe ao terreno construído para facilitar as passagens de maquinários ou veículos, evidenciando o processo de obra em andamento. Abaixo da estrutura, é possível identificar alguns materiais de trabalho e 3 operários, estando dois deles voltados para a direção da piscina, abaixo da marquise e o último do lado direito, trajando camisa e calças claras com o corpo voltado para o registro. Mais ao fundo, outros operários ainda são possíveis de serem observados nas proximidades dos pilares do Alvorada, no trecho central do registro, transitando, conversando ou observando o terreno da obra. À direita do Palácio da Alvorada, encontra-se a capela, estando em fase final de obra, sendo possível identificar os acessos rampeados semienterrados e a passarela de acesso à superfície de entrada da capela. Sobre a superfície da capela e nos arredores da mesma, é possível identificar operários trabalhando, havendo dois sobre a laje da capela, seis na sombra próximos à entrada principal e o último sob a passarela, no acesso semi-enterrado. Aos arredores da capela é possível identificar alguns materiais: um tonel branco no início da rampa em declive; um cilindro horizontal e um volume de resíduos no centro do registro, próximo da superfície elevado, ao lado direito da passarela; o vislumbre de um escada vertical de acesso a laje na extremidade direita da capela. Adjacentes às estruturas do Palácio da Alvorada parte do terreno apresenta superfície gramada, havendo uma mudança abrupta, no quadrante inferior direito, para um solo de terra batida marcada pela passagem de veículos e maquinários nas imediações das obras finalizadas. Nota-se, portanto, a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O quadrante superior identifica parte do contexto territorial ao oeste do Palácio, sendo possível identificar alojamentos – de estrutura simples retangular ou quadrada, com telhado em duas quedas – para os trabalhadores, além de delimitações com cercas, árvores esparsas e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso ainda não pavimentados no entorno das moradias, durante o período de obras. A esquerda do acampamento, pequenas estradas vicinais direcionam-se para o oeste com sentido Esplanada dos Ministérios e o próprio Hotel de Turismo evidenciado no registro no quadrante superior. Neste, é possível identificar outro conjunto de alojamentos e instalações de apoio em suas redondezas, com estruturas de mesma características construtivas, dispostas em proximidade. Uma pequena mancha de fumaça se forma mais ao fundo dos alojamentos, enquanto na extremidade direita do registro, vislumbres de algumas instalações mais afastados do contexto de obra. A esquerda do Palace, uma torre, e um adensamento de árvores de médio porte. O Palace apresenta iminência de conclusão, com fachadas aparentam apresentar esquadrias e cortinas. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito), com variações de densa, ralo e de médio porte, com gramíneas secas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (610)

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da península do Lago Paranoá com os primeiros edifícios em alvenaria inaugurados de Brasília, durante os primeiros anos de construção da capital, entre os anos de 1958 e 1961. O Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada (PA), estando em evidência, em primeiro plano, o contexto construtivo do Palácio da Alvorada (a capela e o acesso rampeado semienterrado, o espaço de bar e piscina). Mais ao fundo, a fachada leste do Brasília Palace Hotel, estando os dois em processo avançado de obra, sendo estes inaugurados no dia 30/06/1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. Em torno da península a extensão do Lago Paranoá preenchido, que só foi ser totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961, foi então que Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). No primeiro trecho da península em primeiro plano, parte do contexto do Palácio da Alvorada, sendo possível identificar alguns trechos ainda em processo de obra na ponta da península, estando sem a presença de gramíneas, devido a presença de ação antrópica realizada para as construções. A esquerda deste, o lago artificial do Alvorada preenchido, sendo possível identificar seu perímetro em forma abstrata. Seguindo a esquerda do lago artificial, o PA em fase avançada de construção, havendo a presença dos principais elementos arquitetônicos que compõem o seu contexto construtivo – o próprio Palácio da Alvorada, a capela, o espaço de bar e piscina na fachada posterior e o bloco semienterrado de serviços, à esquerda. O primeiro trecho da península caracteriza-se por uma vegetação de baixo porte, com gramíneas mais densas às margens do lago e secas nas áreas que configuram vias vicinais ou áreas descampadas - onde, anteriormente, estiveram os acampamentos e canteiros de obra. Áreas desmatadas refletem o processo de obra recente. A frente do Alvorada, em sua fachada oeste, uma extensa área retangular circundada por parte da Via Presidencial, conectando a Estrada Hotéis e Turismo (STHN Trecho 1), que por sua vez, interliga-se ao Brasília Palace Hotel presente em plano posterior, caracterizando processo avançado de obra, com a fachada leste em aparente fase final de obra, sendo possível identificar também um pequeno conjunto de instalações e alojamentos de apoio à obra entre o Alvorada e o Palace. A esquerda do Palace, uma torre treliçada para caixa d’água e um adensamento de árvores de médio porte. O Palace apresenta iminência de conclusão, com fachadas que aparentam apresentar esquadrias e cortinas, logo, em funcionamento. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Em todo o registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações, e mudanças abruptas de solo. Em todo o registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações, e mudanças abruptas de solo. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá, que contrasta com o solo do cerrado. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (106)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro interno do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Vista do bloco em T que abriga o salão de eventos e o restaurante do BPH (Brasília Palace Hotel), onde ocorre um evento, no momento em que a fotografia foi retirada. Vê-se diversas pessoas no espaço interno, dentre as quais estão funcionários (vestidos de uniforme branco, gravata borboleta e calça preta) e convidados (dispersos, mas em grande maioria sentados ao redor da mesa). Do lado de fora, próximo aos pilares do bloco, está um grupo de homens, possivelmente trabalhadores e funcionários do hotel, levando em consideração suas vestimentas: macacões, camisas sociais, uniformes de garçom, dentre outros. Na parte superior da imagem, nota-se parte da folha de uma palmeira. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O BPH foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (33)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e manchas roxas. Vista parcial da fachada frontal do bloco principal do Palace Hotel voltado para área onde será preenchido o Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. No canto direito da imagem, o prédio de três pavimentos projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), com dois carros estacionados entre os pilares do térreo. No canto esquerdo, um operário de capacete, calça jeans e camisa social aberta caminha frente às pilhas de terra vermelha e observa o edifício ao lado. Ao seu lado, uma árvore seca e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (38)

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista da perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. No jardim encontram-se 4 cupinzeiros e 3 mudas de árvores/arbustos sobre gramado plantado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (252)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro aéreo sobre a passagem do Rio Paranoá, local onde veio a ser o Lago Paranoá, com enfoque na península do Lago, região em que se encontram, ao fundo da imagem, o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel, durante os anos de construção de Brasília, entre 1957 e 1958. No registro, de baixo para cima, nas orientações leste-oeste, um pequeno corpo d’água se dispõe entre a passagem do Rio Paranoá – à direita – e uma estrada vicinal – à esquerda – de duas mãos com sentido Brasília, em um campo de vegetação rasteira. O curso do rio serpenteia até o centro do registro quando se dispersa na vegetação de densidade média do Cerrado. O terreno se estende por aclives e declives até a península em plano de fundo, havendo uma leve depressão no trecho central do registro, local onde posteriormente viria ser preenchido para formação do Lago Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961, e então, Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). Ao fundo, próximo a península, pequenas vias vicinais traçam percursos de acesso demarcados no solo, possivelmente, destinados à passagem de operários e veículos carregados de materiais para as construções visíveis. Os arcos do Alvorada dão o vislumbre do que configura o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). Junto à capela, vislumbram parte do contexto construtivo do Palácio Presidencial, aparentando processo avançado de obra. Limítrofe ao terreno, nos dois lados do Alvorada – sentido norte-sul – conjuntos de acampamentos, canteiros de obra e instalações destinados aos operários responsáveis pelas construções da península (Palácio da Alvorada e Brasília Palace Hotel). Ao fundo, o Brasília Palace Hotel retrata a fase avançada de construção, aparentando finalização da fachada leste, com fachada pintada em branco e esquadrias colocadas aparentando funcionamento. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do Lago Paranoá. Por toda a imagem é possível observar a vegetação do Cerrado. Em primeiro plano há campo limpo, que ao se aproximar da faixa de vegetação com maior adensamento de árvores (mata de galeria), se torna um campo limpo úmido. Atrás da mata de galeria observa-se continuação do campo limpo. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo. Além disso, é possível identificar pequenos lagos e riachos.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (73)

Fotografia preta e branca no formato paisagem com manchas azuladas e riscos brancos, retrata o mezanino sobre o saguão de entrada do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Sobre uma peça de tapeçaria, quatro poltronas de encosto alto estão dispostas em volta de uma mesinha ao centro. em segundo plano, uma parede com placas de vidro em esquadrias de alumínio que vão do chão ao teto cobertas por persianas com a vista voltada para onde, futuramente, veio a ser o lago Paranoá. Do lado direito há duas poltronas Bardi’s Bowl, projetada em 1951 por Lina Bo Bardi (1914-1992) em frente a uma mesinha com um arranjo de folhagem em cima. Logo atrás do saguão, há gramado plantado e no horizonte a vegetação do Cerrado se estende. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). 

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (109)

" Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Registro da fachada do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Vista perpendicular da fachada oeste do bloco principal, permeada por cobogós. Representante digital contém riscos e pontos brancos. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada frontal do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada de cobogós do bloco principal e o bloco térreo atrás. Pela movimentação e quantidade de pessoas, percebe-se que ocorre um evento no hotel. Da esquerda para à direita: 2 homens vestindo calças bege, afiveladas com um cinto e uma camisa social branca, caminham em direção ao limite esquerdo da fotografia; atrás destes, dois homens em que só se veem suas silhuetas; em um plano atrás, próximo do tapume, estão dois homens, sendo que de um deles só se vê o braço; ao lado esquerdo dos pilares do bloco principal, um grupo de 5 homens estão debaixo da cobertura, vestindo roupas sociais e uma mulher de vestido longuete; dando seguimento à linha de observação, mais duas pessoas estão abaixo da cobertura, atrás do maior grupo; abaixo do bloco de 3 pavimentos, um caminhão e alguns carros estão estacionados entre os pilares, bem como diversos agrupamentos de pessoas próximas e abaixo do edifício; ao lado do grande conglomerado de pessoas estão dois homens com aparência de oficiais devido as suas vestimentas (calça escura com um cinto branco e um coldre, com uma camisa escura de manga longa e uma faixa branca que se liga ao cinto; ao lado dos oficiais, três homens - possivelmente padres - vestindo, ao que parece, batas, caminham em direção à algumas pessoas de trajes mais formais saindo da região de estacionamento. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que é a península do Lago Paranoá já preenchida. No canto direito nota-se vegetação do Cerrado, sendo possível distinguir copas de árvores de médio/grande porte. (paralelo com foto 31).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 1 a 10 de 24