Via N1

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NOV.B.18 (76)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-76
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata parte da área correspondente à extensão do Eixo Rodoviário, na altura da Rodoviária de Brasília, DF. A imagem retrata parte da plataforma rodoviária com as vias S1 e N1 do Eixo Monumental cortando transversalmente abaixo e, nota-se parte do Setor Bancário Norte com um edifício em construção. No quadrante inferior esquerdo, tem-se um carro similar a um Jeep Candango seguindo na larga via do Eixo Monumental. À frente, na mesma via, um carro se desloca até a ponta extrema direita da pista, em direção às duas pessoas no limite da via. Abaixo da plataforma rodoviária estão pilhas de materiais, alguns veículos estacionados e montes de terra. Na faixa acima, próximo aos alojamentos e instalações de apoio do canteiro, têm-se aproximadamente 21 caminhões enfileirados na via. No quadrante inferior direito, na estrada de terra que corta a região central, duas pessoas caminham. No quadrante superior direito, a região correspondente ao Setor Bancário Norte recebia seu primeiro edifício, ainda em etapa estrutural. Lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente em termos de composição urbanísticos do eixo monumental, localizaram-se o setor bancário e comercial, o setor dos escritórios de empresas e profissões literais e ainda os amplos setores do varejo comercial. Ao fundo, a extensão das pistas do Eixo Rodoviário Norte. Todas as vias estão margeadas por terra batida e ao fundo, na parte superior, nota-se ainda presente a vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável) que se estende pelo horizonte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p. 9-12) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”.
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Sin título

NOV.B.18 (91)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-91
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção de uma pista do Eixo Monumental do Plano Piloto de Brasília, entre os anos de 1956-1958. A vista da fotografia é da porção final do Eixo Monumental, onde se localiza o domo do plenário do Senado Federal e, ao lado, o início da construção das duas torres do Congresso Nacional. Observa-se que três pavimentos de ambas as torres já foram erguidos e receberam pilares e vigas, sendo que a torre à esquerda está mais avançada. À frente do esqueleto das torres, alguns maquinários são visíveis, entre eles, possivelmente um guincho erguido na vertical auxilia o processo construtivo. No plano mais ao fundo e à esquerda do retrato, tem-se uma estrutura do prédio destinada ao Anexo do Congresso Nacional sendo erguida. Ao centro do enquadramento, sobre a pista asfaltada da Via N1, transitam alguns caminhões, em destaque um caminhão com um objeto em frente ao parachoque. Adjacente à pista asfaltada, um plano à frente, um homem de camisa clara, calças jeans e sapatos pretos caminha em direção às instalações mais acima. Estas duas instalações à direita parecem ser pontos de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras do Congresso, possuindo uma movimentação de veículos e pessoas em sua proximidade. À direita destas instalações estão duas torres, sendo uma delas uma caixa d’água que abastece as instalações. No nível abaixo do terreno, observa-se uma rampa de acesso e movimentação de pessoal e materiais. Neste nível tem-se outras duas instalações de apoio, uma com cobertura prolongada que parece abrigar algumas pessoas e outra edificação branca voltada para o paredão de terra. Nas laterais do Eixo Monumental, nota-se na parte inferior da fotografia vegetação rasteira composta de gramíneas e rebrotas de outras formas de vida, indicando remoção recente da parte aérea para realização das obras. Como exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012), “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” (NIEMEYER, s.d., n.p.). “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília"" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11). Autor da fotografia: Mario Fontenelle.
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Sin título

NOV.B.18 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-94
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas brancas. Registro térreo sobre o viaduto da via Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051) que passa sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). No registro, em primeiro plano, parte da infraestrutura da ponte: o guarda corpo; meio-fio; escoamento de águas pluviais; blocos de concreto que estruturam parte da infraestrutura do viaduto; a via já asfaltada; resquícios de materiais (pedaços de madeira e tábuas). Abaixo da ponte, a EPIA se estende verticalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No canteiro central, é possível identificar algumas vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. À direita, às margens da EPIA, quatro transeuntes transitam no sentido oposto ao fluxo da direita, onde, três estão caminhando lado a lado e um quarto caminha mais a frente. Acima, uma via vicinal corta transversalmente a vegetação à direita das rodovias. As margens do Eixo Monumental, há a presença de parte da vegetação campestre do Cerrado, incerto se é naturalmente campestre ou outra forma de vegetação que teve vegetação removida pela ação humana e ao fundo nota-se uma faixa de vegetação com maior adensamento de árvores, sendo a mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal.
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