Vegetação nativa

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NOV.B.20 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-35
  • Item
  • 06/07/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Plano Piloto, mais precisamente do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília sobre o eixo: “Dêsse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento.” (COSTA, 1957, p.10). Ao redor há vegetação do Cerrado, em que é possível notar trechos campestres (campo limpo), principalmente na parte inferior da fotografia, e trechos com média densidade de árvores (cerrado sentido restrito). A vegetação se estende pelo horizonte.
Fotografia com referência ao item NOV-D-4-4-B-18 (49).
"

Untitled

NOV.B.20 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-33
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea diagonal do edifício da Imprensa Nacional. O edifício possui um formato quadrado, mas que pelo ângulo da fotografia aparenta ser retangular. Este é de concreto armado com pelo menos quatro pavimentos com uma de suas fachadas revestida por esquadrias. Em sua cobertura percebe-se as seções das inclinações para escoamento de água. Ao redor do edifício, há diversas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das construções temporárias, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-32
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-25
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Escola Industrial de Taguatinga em fase de construção. Em primeiro plano, concretagem de parte do piso com carrinho de mão e diversos materiais de obra espalhados sobre o mesmo. Em segundo plano, o edifício longilíneo e horizontal de alvenaria, com alguns troncos de madeira (à direita) adjacentes às suas fachadas, acabamento de reboco aplicado na parede (após a alvenaria e antes da massa e do revestimento final), colunas em sua fachada à esquerda sobre o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Ao fundo, nos cantos esquerdo e direito da fotografia, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-27’ (21) com alteração de coloração e espelhada.
"

Untitled

NOV.B.20 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-2
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Dos dois lados da EPAR, mata de galeria que acompanha o curso d’água. Ao redor da estrada vegetação campestre do Cerrado, provavelmente um campo limpo ou vegetação que foi removida para construções.

Untitled

NOV.B.20 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-11
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, vegetação rala à esquerda, indicando remoção recente da vegetação, e duas árvores de baixo porte e uma de médio porte, ambas nativas do Cerrado. Atrás, o que aparenta ser uma montagem de forma com tábuas de madeira com travamentos diagonais também de madeira. Ao redor, algumas figuras humanas e materiais de construção. Este está próximo ao canteiro de obra que está sendo construído, da SQS 106, futuro projeto da empresa Kosmos engenharia S/A, que tiveram a tarefa de erguer os onze blocos do “Conjunto Residencial IAPC” a superquadra, custeada pelo Instituto de Assistência Previdenciária dos Comerciários – IAPC.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-1 (35).
"

Untitled

NOV.B.15 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-9
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, há uma torre de aço, notável pela sua forma reticular, posicionada ligeiramente à direita do centro da imagem. A torre é cercada por vários pedaços de madeira e outros materiais espalhados irregularmente ao redor de sua base. Adjacente à torre, há construções simples, com telhados de duas águas e veículos chegam até essa área por meio de uma estrada de terra. À esquerda da torre e das construções, o terreno de terra é marcado por inúmeras trilhas que sugerem movimentação frequente de veículos ou maquinário pesado, contudo não estão presentes na imagem. As pessoas na imagem parecem estar envolvidas em atividades típicas de construção ou manutenção, embora suas ações específicas não estejam claras devido à perspectiva distante. No plano de fundo, a área é dominada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), marcando o limite da paisagem desmatada. À direita, há uma estrada que se estende da parte inferior até o horizonte, sem veículos visíveis, delineada por postes de eletricidade que seguem sua trajetória.

Untitled

NOV.B.15 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-8
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, a terra é amplamente desprovida de vegetação, indicando um desenvolvimento em andamento. Várias trilhas de veículos convergem em um ponto a torre de estrutura metálica treliçada se ergue. Próximo a sua base, há construções simples, há um veículo estacionado, aparentemente uma Kombi, e o acesso a essa área é feito por meio de uma estrada de terra. À esquerda, uma estrada de terra corta o terreno, ladeada por postes de eletricidade que se estendem para fora da cena. No plano de fundo, ao ladeando a área descampada, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo do plano piloto, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, em que é possível identificar trechos com adensamento de árvores (formação savânica ou florestal) e trechos com pouca ou ausência de árvores (campo sujo ou campo limpo). Envolvendo a área de vegetação, é possível aferir a paisagem de Brasília em desenvolvimento, com edifícios já erguidos ou em avançado processo de construção, possivelmente de uma Superquadra. Não há pessoas claramente visíveis na fotografia, o que indica que a imagem pode ter sido tirada em um momento de baixa atividade no local ou que as pessoas presentes são indistintas devido à escala e à perspectiva aérea.

Untitled

NOV.B.15 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, o retrato de uma mulher que posa para a foto. Ela está sentada, reclinada ligeiramente para trás, sorri para a câmera com um olhar ligeiramente inclinado demonstrando relaxamento, e seu braço se apoia numa superfície que parece ser o topo de uma mesa ou balcão. Sua vestimenta consiste de uma blusa de listras horizontais, complementado por um pequeno broche na altura do peito. Seu cabelo é escuro, curto e ondulado e sua maquiagem parece suave, com um destaque nos lábios, possivelmente usando um batom em uma tonalidade escura ou vermelha. A maneira como ela se posiciona e o contato visual com a câmera sugerem que a foto foi tirada em um ambiente informal, talvez durante uma pausa em suas atividades diárias. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas em madeira.

Untitled

NOV.B.15 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, há uma telefonista, operando o primeiro sistema de telefonia montado na NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) em 08/09/1958. Ela está vestida com uma blusa listrada de mangas curtas, usa um óculos de sol de estilo vintage e segura um telefone antigo. A sua postura e expressão facial transmitem uma atmosfera relaxada e alegre. O dispositivo à direita na imagem é uma central telefônica manual operada por atendentes. Para realizar uma chamada, o usuário girava uma manivela do seu telefone para enviar um sinal à central. Esse sinal era conhecido como “corrente de toque” e alertava a telefonista e essa, por meio de conectores chamados “pegas”, estabelecia fisicamente a conexão entre a linha do chamador e a do destinatário, permitindo assim a comunicação entre os dois usuários. No topo do quadro de plugues, há algo que se parece com uma antena, parte do sistema de sinalização da central. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas de madeira. Essa imagem documenta não apenas a tecnologia de telecomunicação de uma era passada, mas também o papel importante das operadoras de telefone, que eram predominantemente mulheres.

Untitled

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