Vegetação nativa

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NOV.B.13 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-9
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital com manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase de construção, com andaimes de madeira caracterizando o início da etapa construtiva. No plano de fundo, no quadrante superior, vislumbra-se o volume construtivo do Palácio da Alvorada, com sua barra horizontal e pilares, e a capela anexa. Nos arredores dos dois edifícios, observam-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. Próximo ao hotel, nas orientações leste e oeste, há instalações de apoio (24) destinadas para depósito e manuseio de materiais. À frente do hotel, um campo de futebol com vegetação rala possivelmente destinado aos operários durante momentos de ócio da empreitada. No quadrante superior, do centro à direita, há prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Próximo ao Palácio da Alvorada, também se observa prováveis agrupamentos residenciais junto a aglomerados de instalações de apoio. As delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel. Ao fundo, acima do Palácio da Alvorada, uma estrada de terra leva até a Ermida, a primeira em alvenaria da nova capital, erguida em 1957. Trata-se de uma pirâmide de linhas rudimentares numa plataforma natural às margens do Lago Paranoá, que hoje faz parte do Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao redor do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e, no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Aparentemente, houve uso de maquinário para retirada e planificação de terra, com montes de resíduos da obra. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, margeado por mata de galeria com presença de buritis (Mauritia flexuosa). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-1; nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23;

"

Sans titre

NOV.B.13 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-8
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem, com representação digital contendo manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958. Foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, evidenciando um avanço em suas principais concepções arquitetônicas. O edifício, estruturalmente disposto em lâmina (ou barra), repousa sobre pilotis com uma marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Os acessos e percursos estão delimitados, do hotel ao terraço do restaurante, que leva até à piscina. À frente do edifício, voltado para leste, uma cerca alta de tapumes divide as instalações de apoio (9) do edifício principal, destinadas ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras, estando aglomeradas para facilitar os acessos pelos funcionários, e interligadas às estradas de acesso ainda não pavimentadas no entorno do hotel. Da esquerda para a direita, no plano inferior e sobre terra batida, notam-se estruturas feitas em madeira com telhado aparente de duas águas, com volumes retangulares. Cinco estruturas cerceadas com cercas de madeira, sendo quatro maiores e uma menor ao centro, que aparenta ser um banheiro. À frente das estruturas, ao centro da imagem, duas coberturas menores - para corte, manuseio e depósito de materiais - com aglomerados de madeira no solo, enquanto dois trabalhadores transitam. Do lado direito da imagem, no quadrante inferior, encontra-se uma estrutura maior que aparenta ser utilizada para depósito, com diversos materiais depositados ao fundo - aglomerados de tábuas de madeira, caixas, tijolos, entre outros - e duas menores mais acima, ao norte do hotel. Entre o depósito e as duas instalações menores, um estacionamento delimitado para alocação dos caminhões (4) responsáveis pelo transporte de materiais para o canteiro de obra. Na via que separa a instalação maior das demais, uma caminhonete está estacionada com alguns trabalhadores caminhando nas proximidades. No plano de fundo, o horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Atrás do hotel, nota-se vegetação campestre de Cerrado (campo sujo), e no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No quadrante inferior direito do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, com aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, e montes de resíduos da obra - terra, embalagens, sacos, entre outros. Não há a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. No quadrante superior esquerdo, do lado oeste do hotel, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;
"

Sans titre

NOV.B.13 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-7
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. A representação digital contém uma mancha esverdeada no quadrante inferior direito. Vista aérea das fachadas voltadas para nordeste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, evidenciando um avanço em suas principais concepções arquitetônicas. O edifício, disposto estruturalmente em lâmina (ou barra), repousa sobre pilotis de alumínio anodizado preto, com uma marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Há acessos delimitados, junto a um planejamento paisagístico com gramíneas que acompanham os percursos, do hotel ao terraço do restaurante, que leva até à piscina. Transeuntes caminham próximos aos pilotis, à frente do painel de Athos Bulcão (1918-2008). Nos arredores, voltados para leste, encontram-se sobre terra batida agrupamentos de canteiros e instalações de apoio (8) aos trabalhadores, além de outras duas instalações menores. No quadrante intermediário direito, trabalhadores agrupados em aparente momento de descontração. Já voltado para oeste (fachada de cobogós) e norte (orientada para a linha do horizonte), nos arredores do hotel, há instalações que aparentam ser residências. As delimitações de estradas em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras.A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado, com seus relevos cobertos por uma vasta vegetação de Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, estendendo-se na linha do horizonte. Entretanto, ao redor do hotel, observa-se uma vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com aspecto ralo devido à intervenção humana na área. No quadrante inferior direito do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, e montes de resíduos da obra, como terra, embalagens, sacos, entre outros. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;

Sans titre

NOV.B.13 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-6
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia aérea colorida em formato paisagem da extensão do Brasília Palace Hotel, em Brasília - DF, nos anos de 1956-1960. A representação digital contém manchas e riscos verdes. A vista aérea das fachadas voltadas para o noroeste retrata o contexto de implantação do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício se estende transversalmente, sendo um prédio de três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), além de duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) revestidas em mármore branco. Com 203 metros de comprimento, o edifício se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, erguendo-se sobre um terreno ainda em terra seca batida. Nota-se o amplo contexto de obra ocorrido nos primeiros anos da concepção da nova capital. Segundo Esnal (2015, p. 123), "embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril". Na parte inferior do registro, no terreno de implantação do Brasília Palace Hotel (no centro da fotografia), observa-se a intervenção antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, sem árvores ou gramíneas, o que indica uma diferença brusca no solo, onde há gramas e muda-se para um terreno de terra seca. Pela ausência de vias e calçadas cimentadas, e pela presença de instalações de apoio (4) à esquerda da imagem, compreende-se que a obra ainda não foi concluída. À esquerda do edifício, observa-se uma torre de caixa d’água, duas pessoas abaixo e um Jeep Willys azul mais à frente. Atrás do plano do edifício à direita, duas pessoas caminham na estrada de terra. Mais atrás, duas duplas e um grupo de 5 trabalhadores se locomovem para uma mesma direção. Uma cordilheira extensa de Cerrado percorre a linha do horizonte, com algumas estradas de terra cortando a massa verde, composta por diferentes fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico. Vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) é encontrada na porção inferior e atrás do hotel, sendo que na região inferior da imagem a vegetação tem aspecto ralo devido à intervenção humana na área. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

Sans titre

NOV.B.13 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-56
  • Pièce
  • 17/02/1958
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 17/02/1958 em Brasília - DF. Vista aérea da fachada sudeste do Brasília Palace Hotel em fase de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira e duas torres de treliça metálica, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. No plano inferior central, ao térreo da fachada leste, nota-se para estruturação do terraço que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Abaixo da laje sobre pilotis do saguão, nota-se a presença de uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra, enquanto um operário caminha próximo a carroceria da mesma e um montante de material mais à direita - aparenta ser areia. No quadrante inferior direito, duas instalações de apoio destinadas para auxílio aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Na parte inferior da image, observa-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Sans titre

NOV.B.13 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-41
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial entre o Cerrado e o processo construtivo de Brasília, ocorrida entre os anos 1956 e 1957. Na parte inferior da fotografia, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás o adensamento de árvores caracteriza um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se instalações que provavelmente tratam-se de moradias e instalações de apoio que foram destinadas aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Ao fundo do registro, um guindaste e estruturas metálicas contextualizam o processo de construção das torres do Congresso Nacional, Senado e Câmara, rodeado por vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se um vislumbre da cúpula menor voltada para baixo - que abriga o Plenário do Senado Federal. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, percebe-se o agrupamento de instalações - moradia e canteiro de obras - dos operários, instalações simples em madeira, em torno do que veio a ser a Esplanada do Ministérios estando em destaque o processo de obra da construção de Brasília. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Sans titre

NOV.B.13 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-3
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem, onde a representação digital apresenta manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase final de montagem da estrutura metálica. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva do edifício, onde se nota a presença de andaimes em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento da estrutura. À frente do edifício, há terra batida onde se encontram instalações de apoio (9), destinadas ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras, interligadas às estradas de acesso, ainda não pavimentadas no entorno do hotel. Da esquerda para a direita, no plano inferior, tem-se uma estrutura em madeira com telhado de duas águas. Acima desta, uma caminhonete estacionada faz a carga de tábuas na caçamba, e à frente, agrupamentos de materiais depositados no solo. Ao fundo da caminhonete, há dois galpões: um aberto com telhado em duas águas e o segundo retangular. Ao lado destes, no solo, há montes de areia e uma escada metálica para acesso à laje - em balanço - do terraço do restaurante. No quadrante central da imagem, há instalações de apoio (6), sendo cinco com volume retangular e uma menor - provável banheiro - aglomeradas para facilitar os acessos por parte dos funcionários. Próximo destas, há montes de tábuas despejadas sobre a terra batida nas proximidades do ambiente de construção do hotel. Nota-se uma vegetação rala, com rebrotas e gramíneas dispersas de forma esparsa, evidenciando a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada. O horizonte contextualiza o ambiente - até então pouco habitado, devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Atrás da fachada, nota-se vegetação com média/alta densidade de árvores, possivelmente um cerrado típico ou cerradão. Torna-se nítida a presença do Cerrado no horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores, distribuídos em forma de mosaico. O Brasília Palace Hotel foi um estabelecimento pensado para as autoridades, para introduzir o modernismo como monumento - à época, rechaçado pela ausência das ornamentações tradicionais do art déco. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;
"

Sans titre

NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Sans titre

NOV.B.10 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-7
  • Pièce
  • 1957 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia aérea em formato paisagem, colorida, espelhada. A imagem em questão encontra-se espelhada, portanto é relevante considerar este fato em relação às referências de localização ao ler a descrição. O solo exposto, sem cobertura vegetal, que ocupa o centro e maior área da imagem se trata do canteiro de obras da barragem do Lago Paranoá. As marcas do trânsito de maquinários no solo evidenciam os aterros e movimentações de terra realizadas no local. Às margens do rio Paranoá no canto inferior direito da imagem observam-se àrvores de médio a grande porte residuais da mata ciliar do Cerrado. À direita do curso d'água nota-se a cobertura do solo ainda verde, em constraste com o solo da margem oposta, já desmatada. O corte diagonal no canteiro indica o processo inicial de escavação do canal para conduto do desvio do rio (O Canal é uma escavação linear transversal, perpendicular ao corpo da barragem, feita para acomodar o Conduto de Desvio do rio). Na margem superior da imagem, à direita do canteiro, paralelo ao leito do rio e entre estradas de terra estão as construções iniciais do primeiro acampamento que daria suporte aos trabalhadores da obra. Vale ressaltar a ponte que conecta as duas margens do rio e da acesso ao acampamento. À esquerda do canteiro recortada por estradas de terra há uma parcela de vegetação nativa de Cerrado, com média densidade de árvores e arbustos. Ver itens B.10(11), B.10(25) e B.10(117), registros realizados no mesmo período de etapa de construção da barragem e possivelmente no mesmo dia/ mesmo voo.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sans titre

NOV.B.10 (68)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-68
  • Pièce
  • 1957 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem retrata o canteiro de obras da barragem do lago Paranoá com destaque para o eixo de marcação do futuro corpo da barragem, ao centro, que se inicia no instrumento topográfico de medição em primeiro plano e se extende até a faixa de vegetação adensada no topo do morro. Em primeiro plano observa-se uma estrada de terra que dá acesso ao canteiro de obras; um instrumento de medição topográfica em madeira ressaltado pela pintura na cor branca, o que permite sua vizualização em longas distâncias; e seis figuras humanas masculinas não identificadas. As mesmas figuras encontradas no item B.10(63) com vestes semelhantes indicam que possívelmente foram fotografados no mesmo dia. Observa-se que todos vestem calça e chapéu, enquanto alguns vestem camisa de manda longa e outros de manga curta. A vegetação, em primeiro plano, nativa de Cerrado, é composta por gramíneas, subarbustos e árvores, das quais algumas derrubadas sobre o solo. Em segundo plano, o solo exposto do canteiro evidencia a movimentação de terra no local e a retirada de cobertura vegetal nativa, enquanto no canto à esquerda parte da traseira do mesmo automóvel Jeep Willys presente no item B.10(67). A encosta, ao fundo, modificada pela retirada de parte da vegetação nativa foi identificada nos relatórios técnicos de obra como ""ombreira direita da barragem"", onde estão dispersos montes de galhos e troncos de árvores caídas resultantes do desmatamento no local, observam-se na faixa de vegetação do Cerrado densa e preservada, com árvores de médio a grande porte e palmeiras dispersas. Acima do morro, uma faixa de céu nublado ocupa cerca de um terço da imagem. A árvore de tronco retorcido logo à direita do instrumento de medição, em primeiro plano, está presente também nos itens B.10(63), B.10(65) e B.10(67), o que nos permite identificar o local do registro, no limite do canteiro de obras da barragem, demarcado pela cerca em estacas de troncos retirados do próprio local. O registro marca um momento importante para a formação do lago Paranoá, quando foram realizadas as primeiras marcações da futura barragem. O automóvel Jeep Willys foi amplamente utilizado durante a construção de Brasília por sua resistência às estradas de terra.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

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