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NOV.B.13 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-8
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem, com representação digital contendo manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958. Foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, evidenciando um avanço em suas principais concepções arquitetônicas. O edifício, estruturalmente disposto em lâmina (ou barra), repousa sobre pilotis com uma marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Os acessos e percursos estão delimitados, do hotel ao terraço do restaurante, que leva até à piscina. À frente do edifício, voltado para leste, uma cerca alta de tapumes divide as instalações de apoio (9) do edifício principal, destinadas ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras, estando aglomeradas para facilitar os acessos pelos funcionários, e interligadas às estradas de acesso ainda não pavimentadas no entorno do hotel. Da esquerda para a direita, no plano inferior e sobre terra batida, notam-se estruturas feitas em madeira com telhado aparente de duas águas, com volumes retangulares. Cinco estruturas cerceadas com cercas de madeira, sendo quatro maiores e uma menor ao centro, que aparenta ser um banheiro. À frente das estruturas, ao centro da imagem, duas coberturas menores - para corte, manuseio e depósito de materiais - com aglomerados de madeira no solo, enquanto dois trabalhadores transitam. Do lado direito da imagem, no quadrante inferior, encontra-se uma estrutura maior que aparenta ser utilizada para depósito, com diversos materiais depositados ao fundo - aglomerados de tábuas de madeira, caixas, tijolos, entre outros - e duas menores mais acima, ao norte do hotel. Entre o depósito e as duas instalações menores, um estacionamento delimitado para alocação dos caminhões (4) responsáveis pelo transporte de materiais para o canteiro de obra. Na via que separa a instalação maior das demais, uma caminhonete está estacionada com alguns trabalhadores caminhando nas proximidades. No plano de fundo, o horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Atrás do hotel, nota-se vegetação campestre de Cerrado (campo sujo), e no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No quadrante inferior direito do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, com aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, e montes de resíduos da obra - terra, embalagens, sacos, entre outros. Não há a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. No quadrante superior esquerdo, do lado oeste do hotel, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;
"

Sans titre

NOV.B.13 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-9
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital com manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase de construção, com andaimes de madeira caracterizando o início da etapa construtiva. No plano de fundo, no quadrante superior, vislumbra-se o volume construtivo do Palácio da Alvorada, com sua barra horizontal e pilares, e a capela anexa. Nos arredores dos dois edifícios, observam-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. Próximo ao hotel, nas orientações leste e oeste, há instalações de apoio (24) destinadas para depósito e manuseio de materiais. À frente do hotel, um campo de futebol com vegetação rala possivelmente destinado aos operários durante momentos de ócio da empreitada. No quadrante superior, do centro à direita, há prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Próximo ao Palácio da Alvorada, também se observa prováveis agrupamentos residenciais junto a aglomerados de instalações de apoio. As delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel. Ao fundo, acima do Palácio da Alvorada, uma estrada de terra leva até a Ermida, a primeira em alvenaria da nova capital, erguida em 1957. Trata-se de uma pirâmide de linhas rudimentares numa plataforma natural às margens do Lago Paranoá, que hoje faz parte do Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao redor do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e, no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Aparentemente, houve uso de maquinário para retirada e planificação de terra, com montes de resíduos da obra. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, margeado por mata de galeria com presença de buritis (Mauritia flexuosa). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-1; nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23;

"

Sans titre

NOV.B.15 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-1
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sans titre

NOV.B.15 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-10
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, um cenário ao ar livre com uma tenda que lê "PANAIR DO BRASIL", indicando um local associado à antiga companhia aérea brasileira. No primeiro plano, há vegetação do cerrado com aspecto ralo, devido a intervenção humana no local. No segundo plano, há uma grande tenda de lona branca sustentada por cordas amarradas a estacas no solo. A tenda possui aberturas que parecem ser janelas ou entradas com abas levantadas. Acima dessa construção, há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. No plano de fundo, à direita, há uma estrutura que parece ser outra tenda ou cobertura similar, coberta por uma lona escura e também sustentada por cordas. No plano de fundo, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. Não há pessoas visíveis na imagem, o que sugere uma área temporária ou um momento de pouca atividade. A ausência de atividade humana enfatiza a estrutura do sinal e as tendas como principais pontos de interesse. A intenção do fotógrafo parece ser documentar a presença da Panair do Brasil em Brasília, talvez marcando o início das operações de voo ou outro tipo de serviço relacionado à aviação na nova capital. A escolha de capturar as bandeiras pode ter sido para enfatizar a identidade nacional e o orgulho associados à expansão da infraestrutura aérea no país.

Sans titre

NOV.B.15 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-11
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, a captura de um momento dentro de um espaço de comunicação ou monitoramento, típico dos anos 60. No primeiro plano à esquerda, um homem perfilado de cabelos e bigode escuros com vestes aparentemente formais, se volta para um grande painel de comunicação e porta um equipamento conectado por um cabo no painel. Sua expressão é concentrada e ele está levemente inclinado em direção ao equipamento, sugerindo uma comunicação ativa ou transmissão. À direita, um segundo homem de óculos e vestes claras, com fones de ouvido, está sentado de frente para um painel semelhante repleto de botões, interruptores e medidores. Ele segura o que parece ser um documento ou folha de papel, e sua postura é de foco e atenção ao trabalho que realiza. Ambos estão engajados em suas tarefas, indicando uma atmosfera de trabalho. Não há muitos detalhes visíveis no plano de fundo, além dos equipamentos ao qual as figuras humanas interagem, mas pode-se perceber que o ambiente é fechado e funcional, com um aspecto utilitário. A fotografia, provavelmente, tinha a intenção de documentar a tecnologia de comunicações da época e o papel das pessoas que a operavam.

Sans titre

NOV.B.15 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-12
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano mostra um terreno árido de terra batida e irregular com sinais de tráfego e escavações, sugerindo atividade de construção ou preparação do solo. Marcas de pneus são visíveis, percorrendo horizontalmente a imagem. Pequenos montes de terra, vegetação esparsa e detritos são distribuídos por toda a área. No segundo plano, ao centro da imagem, há uma pequena edificação e acima dela há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma delas a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. À esquerda da imagem, vê-se o que parece ser o início da linha de postes e vegetação desordenada e à direita, a área é cerceada por uma cerca de madeira simples, delineando a fronteira do que pode ser uma zona de construção. A cena está desprovida de pessoas, veículos ou maquinário, o que transmite uma sensação de quietude ou pausa no trabalho. Postes de eletricidade ou telefone alinham-se verticalmente à esquerda, diminuindo de tamanho à medida que se afastam, o que ajuda a criar uma perspectiva de profundidade na imagem. No plano de fundo, posterior à edificação, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. O fotógrafo parece ter optado por uma abordagem documental, buscando capturar a realidade do local sem embelezamentos ou alterações significativas.

Sans titre

NOV.B.15 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-13
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, uma estrutura vertical proeminente que domina a composição. No primeiro plano, uma série de postes delgados, provavelmente de madeira, estão alinhados verticalmente e se estendem da parte inferior à parte superior da foto. O poste central é significativamente mais alto e robusto, com vários isoladores e fios presos que se estendem radialmente em diferentes direções, indicando ser um mastro de antena de transmissão. Os postes menores, que aparecem tanto à esquerda quanto à direita do mastro principal, têm alturas variadas e são conectados a ele por uma teia de fios, criando um padrão geométrico contra o céu. O plano de fundo é composto por um céu vasto e parcialmente nublado, com nuvens dispersas que adicionam textura ao céu e contrastam com a nitidez das linhas criadas pelos postes e fios. Ao redor e atrás da torre/antena, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), em que nos cantos direito e esquerdo, ao fundo, é possível observar copas de árvores de médio porte (espécies não identificáveis). Não há pessoas visíveis na imagem, então nenhuma ação humana pode ser descrita. A cena foca inteiramente na estrutura e em sua relação com o ambiente circundante.

Sans titre

NOV.B.15 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-14
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, uma torre de transmissão, possivelmente de telefonia, que se eleva do solo até a altura da imagem. No primeiro plano à esquerda, está estacionado um caminhão de cor clara com a cabine visível e a carroceria parcialmente sombreada pela torre. O veículo aparenta ser de função utilitária, talvez relacionada à manutenção da torre ou ao transporte de equipamentos. À direita, há uma edificação cuja função, ao que tudo indica, se relaciona à torre, possivelmente contendo equipamentos eletrônicos ou utilizada para monitoramento. A estrutura é em madeira com telhado de duas águas, tem uma porta na fachada lateral esquerda, com janelas visíveis em sua fachada frontal. Atrás dessa, está a torre. Sua estrutura é composta de treliças metálicas, formando uma série de padrões geométricos triangulares que proporcionam estabilidade e resistência à torre. No cume da torre, estão instaladas duas antenas parabólicas que apontam em direções levemente divergentes, provavelmente para transmissão ou recepção de sinais. Na parte inferior da torre, há afixada na sua estrutura uma placa de aviso com os dizeres “PERIGO DE VIDA / [imagem de uma caveira com raios em suas laterais] / [texto ilegível]”, presumivelmente alertando para perigo de eletrocussão. O plano de fundo é dominado por um céu nublado, o que sugere um clima instável ou a possibilidade de chuva e vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Não se vê pessoas na imagem, contudo, a presença do caminhão, indica atividade humana recente ou iminente no local. O fotógrafo escolheu um ângulo que enfatiza a altura e a importância da torre, enquadrando a foto de baixo para cima. Técnica utilizada inclui a composição equilibrada, a escala e a relação entre a torre e as construções ao redor, com a estrutura se destacando contra o céu encoberto, criando um forte contraste visual.

Sans titre

NOV.B.15 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-15
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, o interior de sala, provavelmente um escritório ou central de comunicações, dada a presença de várias pessoas, em sua maioria mulheres, operando equipamentos que parecem ser mesas de telefonia ou telegrafia. No primeiro plano, à direita, estão fileiras de cabines de operação com operadoras sentadas, usando headsets e atendendo aos equipamentos. As cabines são altas, cada uma com seu próprio aparelho e fios conectados, o que reforça a natureza das comunicações da época. O foco da imagem está nesta área, onde as operadoras estão trabalhando. No segundo plano à esquerda, há uma mesa com cadeiras dispostas ao redor, o que pode ser uma área de espera ou de trabalho administrativo. Neste lado, há uma figura humana feminina em pé cuja ação específica é difícil de discernir. No plano de fundo, no centro da imagem, há outra figura humana feminina em pé, observando a sala e, atrás dela, há um quadro na parede, cujos detalhes não são claros o suficiente para identificar seu conteúdo. Essa imagem documenta não apenas a tecnologia de telecomunicação de uma era passada, mas também o papel importante das operadoras de telefone, que eram predominantemente mulheres.

Sans titre

NOV.B.15 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-16
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, autoria de Mario Fontenelle. Em destaque, a Estação de Rádio L2 Sul. Em primeiro plano, um terreno árido com uma superfície irregular e pedregosa, com traços de vegetação esparsa, aparentemente, mudas recém plantadas. Em segundo plano, encontra-se uma construção longilínea e horizontalizada, discretamente elevada do solo, com revestimento de tábuas de madeira escamadas (sobrepostas umas as outras) pintadas de branco, janelas altas em fita e telhado de uma água com inclinação mínima. Afere-se várias antenas e fios instalados em sua cobertura, atestando a funcionalidade do edifício em proporcionar a comunicação via rádio. Na fachada frontal do edifício, a cobertura se projeta para frente criando uma pequena cobertura, também servindo como marcação da entrada desse. Uma pessoa está parcialmente visível, possivelmente entrando ou saindo do edifício, enquanto outra está parada, de costas para a câmera, ao que tudo indica, movimentando-se em direção à entrada da edificação. À esquerda, é possível ver uma lambreta apoiada na parede da fachada. Atrás da estação e no canto esquerdo, nota-se parte de copa de árvores do Cerrado. No plano de fundo, os postes e as linhas elétricas estendem-se por todo o céu visível.

Sans titre

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