Vegetação campestre

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Vegetação campestre

Equivalent terms

Vegetação campestre

Associated terms

Vegetação campestre

4 Archival description results for Vegetação campestre

4 results directly related Exclude narrower terms

NOV.B.14 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há via de terra batida com fragmentos de canos dispersos alinhados à esquerda da fotografia para tubulação de água. Nas laterais da via, há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com destaque para uma única árvore de grande porte na lateral esquerda (espécie não identificada). Na margem da via, a vegetação se encontra com aspecto ralo e com algumas rebrotas de árvores e arbustos, indicando que houve remoção recente da vegetação por intervenção humana. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.13 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-96
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Captura da fabricação das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, à partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o Palace. Nos dois quadrantes direitos da imagem, nota-se a presença de operários na 3ª e 4ª sapata, estando três operários na 3ª e quatro na 4ª. Na 3ª sapata, um homem de chapéu de palha, à esquerda, está curvado trabalhando com uma pá, provavelmente remexendo o concreto da base da sapata. Atrás da mesma sapata, dois homens de camisa clara: um está de chapéu escuro, calça em um tom mais escuro e dobra uma das pernas, apoiando o pé.  Ao seu lado, um homem de cabelos escuros e curtos olha na direção do fotógrafo. Na linha da 4ª sapata, dois operários estão inclinados frente a frente mexendo com a base da sapata, enquanto outros dois operários de pé analisam pranchas. Entre os operários, dois baldes metálicos. Acima das sapatas, fios com lâmpadas propiciam a iluminação do canteiro. No nível acima do canteiro, notam-se postes de energia elétrica, uma torre de energia, dois rolos compactadores e, ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.

Untitled

NOV.B.13 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-56
  • Item
  • 17/02/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 17/02/1958 em Brasília - DF. Vista aérea da fachada sudeste do Brasília Palace Hotel em fase de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira e duas torres de treliça metálica, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. No plano inferior central, ao térreo da fachada leste, nota-se para estruturação do terraço que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Abaixo da laje sobre pilotis do saguão, nota-se a presença de uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra, enquanto um operário caminha próximo a carroceria da mesma e um montante de material mais à direita - aparenta ser areia. No quadrante inferior direito, duas instalações de apoio destinadas para auxílio aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Na parte inferior da image, observa-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Untitled