Vegetação

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Vegetação

Equivalent terms

Vegetação

Associated terms

Vegetação

22 Archival description results for Vegetação

22 results directly related Exclude narrower terms

NOV.B.08 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-10
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor desconhecido
Figura masculina alimentando uma cobra no Zoológico de Brasília, infere-se ser que o mesmo seja um tratados de animais.
O canteiro central, que está em destaque na foto, é localizado no meio de lagos de concreto cheios de água. Várias plantas baixas estão presentes. Todo esse conjunto está entre muretas também de concreto.
A cobra está no meio de pedras ornamentais, e o figura masculina de pele negra está agaixado, alimentando-a. O personagem usa elemento de chapelaria, chapéu, um uniforme macacão azul, aparentemente jeans, e uma blusa branca por baixo.
No plano da fotografia atrás da jaula há uma área campestre de Cerrado (campo limpo) com uma estrada de terra que o corta. Entre o canteiro central e o campo, há um lago artificial cercado por concreto.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Untitled

NOV.B.14 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-28
  • Item
  • 19/01/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (59). Vista da construção do que pressupõe-se ser captação de água da Granja do Torto. É possível visualizar materiais de construção sobre chão de terra e em destaque duas construções verticais de concreto sendo que o da direita suspeita ser uma reservatório de água elevado (REL). Atrás das construções há monte de terra a qual circunda os mesmos. No canto esquerdo, ao fundo, nota-se copas de arbustos ou árvores, provavelmente nativas do Cerrado.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (59) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-59
  • Item
  • 19/01/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista da construção do que pressupõe-se ser captação de água do Torto. É possível visualizar materiais de construção sobre chão de terra e em destaque duas construções verticais de concreto sendo que o da direita suspeita ser uma reservatório de água elevado (REL). No canto esquerdo, ao fundo, nota-se copas de arbustos ou árvores, provavelmente nativas do Cerrado.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (28) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

NOV.B.18 (121)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-121
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da pavimentação da W3 sul em processo de asfaltamento durante os primeiros anos da construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958. A Avenida W3 faz parte da trama viária de Brasília projetada por Lucio Costa (1902-1998), e está localizada entre as quadras 500 e 700, sendo a terceira das vias principais, estando afastada em orientação oeste do Eixo Rodoviário. Nos planos de Lucio Costa, a W3 pretendia transitar entre as escalas regionais e locais, conectando-se com os principais fornecedores exteriores (advindo das rodovias e ferrovias), além de servir como apoio ao comércio das superquadras. Trata-se de uma via secundária com acessos locais, entradas e saídas de estacionamento, tendo uso comercial, residencial e institucional. Se tratando dos aspectos edilícios, em toda sua extensão há a presença de marquises nas edificações, sendo composta de quatro pavimentos que são divididos entre uso comercial e residencial (Camargo, 2019). No registro duas vias em etapa de asfaltagem, com a faixa da esquerda estando em processo avançado de pavimentação e a direita apenas terraplanada. As vias se estendem a frente até sumir na linha do horizonte, onde é possível vislumbrar a silhueta do que aparenta ser um caminhão vindo pela via da esquerda. As margens das vias e grande parte da extensão fotográfica, é possível ver a vegetação do Cerrado, , com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada), caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. Ao fundo, na linha do horizonte, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília -.
"

Untitled

NOV.B.20 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-1
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com riscos e manchas amarelas e verdes. Em primeiro plano, chão de terra com vegetação rala, indicando que houve remoção recente da vegetação, com pequena elevação e um poste com fiação mais à direita. Em segundo plano, algumas construções que aparentam ser habitações em alvenaria com árvores esparsas entre as casas e ao fundo, sendo algumas delas a árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). À direita, uma pequena construção com tábuas de madeira. Todas as construções possuem telhados com uma água (ou meia água) que é um único plano inclinado, responsável pelo escoamento das águas pluviais. Não foi possível identificar o local e a função das edificações. Ao fundo, vegetação do Cerrado composta de árvores de médio/grande porte, sendo uma vegetação florestal (mata seca ou cerradão).

Untitled

NOV.B.20 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-13
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que pressupõe ser fundação do tipo tubulão, tendo em vista os buracos e suas dimensões, em chão de terra. As fundações tubulões consistem em elementos cilíndricos de base alargada que pode ou não ter revestimento tanto manual como mecânico [...] e vão transmitir toda a carga até o solo fazendo com que a estrutura fique fortificada (VWF Fundações). No canto inferior esquerdo, vegetação rala, indicando recente remoção da vegetação, e uma figura humana. Por todo o chão de terra batida há pequenos montes de terra e diversos materiais de construção sobre o mesmo. O local possui pequeno cercado com troncos de madeira e fiação, o qual é possível visualizar à direita e na parte inferior da fotografia. À direita, junto aos materiais de construção dentro do cercado da fundação, há duas figuras humanas.

Untitled

NOV.B.20 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-18
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do entardecer em um local não identificado o qual possui chão de terra, um objeto não identificado desfocado na parte inferior da fotografia e uma placa de seta em primeiro plano. Em segundo plano, uma pequena estrutura coberta por o que aparenta ser uma lona, algumas figuras humanas na frente de dois edifícios com revestimento de tábuas de madeira posicionadas verticalmente e telhados com duas águas. Estes aparentam serem provisórios e provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao fundo, do centro para a direita, observa-se possivelmente vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), sendo incerta a identificação devido a escuridão da imagem. Fotografia semelhante à NOV-D-4-4-B-20’ (20) com alteração de enquadramento e coloração.

Untitled

NOV.B.20 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-3
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, terra batida com árvores de médio porte esparsas, o que aparenta ser uma parada de ônibus com quatro colunas de madeira e uma cobertura com uma água e um Jeep Willys à direita do mesmo. Atrás, um edifício longilíneo não identificado com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e janelas em fita rende a cobertura. O edifício é levemente elevado do solo provavelmente por causa da inclinação do terreno e para evitar umidade abaixo do piso. Ao fundo, vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-6
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da porção de terra delimitada do que aparenta ser para a construção do Palácio do Planalto, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Em duas faixas paralelas é possível ver marcações no chão, com furos cobertos por grades de madeira, para a implantação da fundação do palácio presidencial. Na parte superior da imagem, há grama (incerta se plantada ou não).
Fotografia do mesmo local com diferença de ângulo da NOV-D-4-4-B-2 (705).
"

Untitled

NOV.B.21 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa (como é possível notar em sua representante colorida de item 8 na mesma pasta). Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (ALIANÇA FRANCESA BRASÍLIA). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada e alguns troncos empilhados na área. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conecida como Cerradão.

"

Untitled

Results 11 to 20 of 22