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NOV.B.05(70)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, registra a identificação de um dos prédios em estado avançado de construção, em Brasília-DF. Contendo todo revestimento de fachada e as esquadrias, com os planos de vidro já dispostos, aparente finalização do aspecto externo arquitetônico. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. A placa, acima do cerceamento destinado a delimitação do canteiro, com as inscrições: “Ministério da Justiça - Negócios, Interiores-trabalho-indústria e comércio.” Abaixo uma placa indica o uso dos elevadores Atlas. Saindo do canteiro, dois trabalhadores caminham em direção tangente ao fotógrafo, portanto materiais de trabalho - o que aparenta se tratar de um vergalhão. Na lateral direita, um caminhão carregado com entulhos - madeiras, arames e vergalhões - da obra. No quadrante inferior esquerdo, um trabalhador está sentado e  descansa sobre blocos de concreto, em meio a terra batida do entorno, sob o sol. Ao fundo, nota-se as construções - em madeira - para apoio aos trabalhadores, com uma mesa de trabalho aparente abaixo da marquise. O chão ainda em terra seca batida, torna nítido o processo de construção ainda não finalizado entre os anos de 1959-1960. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(69)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, placas correspondentes ao ministério nº11, construído entre os anos 1957 a 1960, em Brasília-DF. Tendo a placa principal informações sobre identificação do ministério e sobre a construtora Décio Silviano Brandão Ltda. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Ao lado da placa principal, placas  acima do cercamento de madeira indicam os fornecedores da obra: Eraklit, responsável pelas chapas isolantes termo-acústicas; Marmoraria São Luiz, encarregada das pedras a serem utilizadas no edifício. No quadrante superior esquerdo, é possível ver as estruturas de andaimes para possibilitar acesso dos materiais nos pavimentos os quais as esquadrias ainda não receberam os painéis de vidro. No terceiro pavimento, no limite direito da imagem, um trabalhador aparece segurando um capacete e olhando em direção ao fotógrafo. No quadrante inferior da imagem, maquinários e materiais aparecem no canteiro. Algumas janelas recebem marcação que possivelmente indicam fabricantes e a construtora responsável pelo edifício - lê-se DSB (Décio Silviano Brandão) no terceiro pavimento, quarta vidraça da direita para esquerda.   

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(68)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, registra a placa da identificação do edifício ministerial praticamente pronto e sem seu cerceamento do canteiro de obras indicando que se trata do Tribunal de Contas - DASD, com obra iniciada em 2/5/1959 e numerada como edifício 7. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. A empresa responsável pela obra é a SETAL Sociedade de Engenharia Terraplenagem Alberto Ltda. e os elevadores são da marca Otis. Ao fundo, uma casa de apoio destinada ao armazenamento de materiais diversos, postes de energia com fiações estendidas pelo canteiro, cerca de quatro caminhões de carga e dois trabalhadores mexendo com uma pilha de terra.  Mais à direita da imagem, outro operário caminha entre canos e pilhas de terra. Atrás do caminhão em primeiro plano, vê-se parte da copa de uma árvore que faz parte da vegetação nativa. Do lado direito da instalação de apoio, mais copas de árvores estão visíveis. A obra já contém sua empena cega revestida de tijolinhos brancos e também demonstra a aplicação de esquadrias e planos de vidro com o pequeno basculante aberto no canto superior esquerdo da fotografia. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(67)

Fotografia preta e branca no formato, retirada em 03/09/1959 em Brasília - DF, retrato de seis prédios ministeriais construídos entre os anos de 1957 e 1960 na nova capital (Brasília), sob a execução da construtora Décio Silviano Brandão Ltda., projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. É possível observar que os prédios contêm estruturas de vigas e pilares, preparando para receber os pré-moldados de concreto e a concretagem de suas lajes e forros. Nota-se que os prédios contam com o apoio de andaimes por toda a extensão da fachada voltada para a direita e alguns andaimes estreitos espalhados na extensão das laterais. Ao redor do edifício observa-se terra batida, com duas árvores do Cerrado á direita, com um cerceamento que delimita o canteiro de obra juntamente com o armazenamento de materiais de uma via de transitação de carros, caminhões e pedestres. Na porção inferior da fotografia nas imediações da via existe um agrupamento de brita e algo semelhante a uma estrada de acesso à via com uma delimitação por cerceamento de estacas de madeira. No quadrante inferior direito há uma pequena área com vegetação típica do Cerrado e o descarte de madeira e entulho de obra.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (43)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem.
Esta fotografia compõe uma série com outros itens desta pasta (3, 30 e 35), nos quais se observa um terreno de secagem de tijolos cerâmicos. Ao fundo está, da esquerda para a direita, vegetação de Cerrado com média/alta densidade de árvores, montes de argila bruta, um caminhão onde se apoiam três trabalhadores e dois galpões de madeira, um atrás do outro, onde estão armazenadas máquinas para produção oleira.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (41)

Fotografia em preto e branco. Formato Paisagem.
Nove homens posam para a foto na frente de um caminhão carregado de manilhas, provavelmente fabricadas no local e sendo preparadas para transporte. Eles parecem ocupar funções laborais diferentes, o clima no entanto parece amistoso. Todos vestem botinas de couro, alguns vestem camisas sociais enquanto outros têm suas roupas cobertas de barro. Ainda não foi possível identificá-los.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (39)

Fotografia em preto e branco.
No primeiro plano se encontra uma pilha de lenha, provavelmente para queima nos fornos de olaria, já que é possível identificar pelos galpões de madeira ao fundo que se vê o mesmo local de produção de tijolos cerâmicos retratado em outras imagens. É interessante na imagem os galpões de duas águas em segundo plano, o primeiro, construído em madeira e telha metálica e o outro ainda em construção, onde se vêm dois homens trabalhando em sua estrutura, de madeira. Logo atrás, um casebre que deve servir de banheiro e pilhas de areia. Em último plano na imagem está uma longa faixa de Cerrado com densidade alta/média de árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (38)

Fotografia em preto e branco.
Uma pilha de argila branca ocupa a maior parte do quadro. À esquerda estão quatro homens descarregando um caminhão com esta argila. Dois estão dentro da caçamba, vestem chapéus e utilizam pás para realizar o trabalho, os outros dois auxiliam o descarregamento do chão. Ao fundo se vê parte de um galpão de madeira e telha metálica. É provável se tratar da mesma olaria vista em outros itens desta pasta.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (36)

Fotografia em preto e branco.
Sete homens trabalham na fabricação de tijolos em conjunto com uma máquina. À esquerda, um deles, em cima de uma plataforma improvisada, deposita a argila, que então moldada pela máquina, é cortada e separada, como se observa à direita da imagem. A parede de tábuas de madeira do galpão está coberta de números riscados e contas, característicos de um canteiro.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.04 (35)

Fotografia em preto e branco.
“Secagem de tijolos em uma olaria de Brasília, já em pleno e eficiente funcionamento.” é a legenda que se lê na 8ª edição da Revista Brasília, onde esta fotografia foi publicada em 1957. Esta imagem dialoga com outros itens da pasta que mostram o mesmo local em outros momentos, ainda em construção. Ao fundo, observa-se vegetação de Cerrado com média/alta densidade de arbóreas e mais a frente muitos homens que trabalham nos fornos ou espalhados entre os corredores formados pelas pilhas de tijolos. Quase todos usam chapéus.

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