Terraplanagem

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NOV.C.2 (68)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-68
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano na fotografia é possível ver um grupo de homens, cerca de nove pessoas, vestidas com roupas sociais de várias cores. No geral são autoridades e funcionários do governo. Da esquerda para direita estão: o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), o coronel aviador Renato Goulart (1923-2007, o diretor executivo da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) Moacyr Gomes e Souza (1911-1985), Juscelino Kubitschek (1902-1976), o paisagista Ney Dutra Ururahy (1922-2013), o político Clóvis Motta (1928-1979), o último homem na fotografia, que se encontra apoiado em uma viga de madeira com um cigarro na boca não teve sua identidade identificada.
Em segundo plano é possível ver uma paisagem alterada, com solo exposto e montes de terra que foram movidos para a terraplanagem e implementação de estruturas no local. Ao fundo na fotografia se encontra uma mata densa, possivelmente uma mata de galeria, remanescente de vegetação nativa do Cerrado.
"

Untitled

NOV.B.19 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-9
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea lateral da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a Rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-8
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea em perspectiva da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma Rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a Rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, mostra-se em primeiro plano a maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. Ao fundo, uma representação do mapa de Brasília complementa a cena, embora a visualização detalhada dos setores esteja comprometida.
O mapa do Plano Piloto revela uma numeração de 01 a 25, apesar da dificuldade em discernir cada setor devido à qualidade da imagem. A legenda, no entanto, oferece valiosas informações sobre os principais pontos da cidade, incluindo:
1- Praça dos Três Poderes
2- Esplanada dos Ministérios
3- Catedral
4- Setor Cultural
5- Centro de Diversões
6- Setor de Bancos
7- Setor Comercial
8- Moteis

9- Setor emissora rádio TV
10- Setor esportivo
11- Praça municipal
12- Quarteis
13- Estação ferroviária
14- Armazenagem e XXX indústrias
15- Cidade XXX
16-
17- Setor residencial
18- Casas individuais
19-
20- Jardim Botânico
21- Jardim zoológico
22- Clube de Golf
23-
24-
25-

Essa composição visual não apenas destaca a proeminência da Rodoviária do Plano Piloto, mas também proporciona um vislumbre dos diversos setores que compõem a cidade de Brasília.

Na maquete aparece as vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea frontal da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.18 (112)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-112
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca no formato paisagem. Representante digital consta manchas e pontos verdes. Registro térreo de operários responsáveis pelo trabalho de movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre os anos de 1956 a 1960. No registro, 4 trabalhadores posam para a fotografia, onde, da esquerda para a direita: o primeiro operário traja chapéu e camisa social de cor clara, calças e botas escuras, posando com a mão esquerda dentro da calça e ombro esquerdo caído, e bigode aparente; o segundo traja camisa social, calças e botas escuras, com pose rígida direcionada para o registro; o terceiro traja um boné, camisa social parcialmente aberta, calças claras, e bota escuras, posando com corpo escorado na caçamba, com o ombro esquerdo caído, com sobrancelhas arqueadas e um bigode fino; o quarto traja um casaco sobretudo, calças e botas escuras, posa com mão esquerda apoiada na cintura, cotovelo direito apoiado sobre a caçamba da caminhonete e a perna direita levemente postada mais a frente, apoiando o pé sobre um pequeno montante de terra. Os trabalhadores apresentam fisionomia séria e cansada, com cenhos cerrados e expressão rígida, onde, os três primeiros primeiros posam de forma mais séria, enquanto o quarto retrata uma pose e expressão descontraída, com um leve sorriso. Os trabalhadores no registro evidenciam vestimentas sujas devido ao trabalho direto com o maquinário responsável pela movimentação de terra das terraplanagens, infere-se que a intenção do fotógrafo foi registrar os trabalhadores em sua empreitada pedindo-lhes para dar uma pausa no trabalho realizado e posar para o registro. Vale destacar que, os trabalhos realizados pelos candangos durante os anos que antecederam a concepção de Brasília foram marcados pela sua intensidade, de modo que, “os tapinhas nas Costas que o presidente da República dava nas Costas dos peões durante as vistorias nos canteiros de obras funcionavam como uma poderosa injeção de ânimo, levando os operários a adotar o conhecido ‘ritmo de Brasília”. Esse ritmo, ainda segundo o autor, “significava trabalhar trinta e seis horas por dia, isto é, doze horas durante o dia, doze à noite e outras doze correspondentes ao entusiasmo dos peões de obra (Holston, 1993 apud Luiz; Kuyumjian, 2000). O local do registro se ambiente é ambientado pelo contexto da obra, havendo a presença de uma caminhonete com a caçamba carregada de tonéis metálicos e um trator-escrêiper de rodas operada por um quinto operário de chapéu, sendo possível vislumbrar parte do seu rosto, aparentando estar sorrindo enquanto realiza o processo de terraplenagem, e ao centro entre o caminhão e o trator, nota-se vegetação do Cerrado, em que é possível distinguir algumas árvores de médio porte.

Untitled

NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

NOV.B.3 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-9
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando a Estaca Zero situada sobre um monte de terra, simbolizando a extensa movimentação de solo realizada para a construção da plataforma Rodoviária, um marco fundamental para o desenvolvimento de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao redor e ao fundo, observa-se uma paisagem de terra batida. Atualmente, a Estaca Zero encontra-se na rodoviária central, precisamente na pista dentro do túnel sob a Rodoviária Central, popularmente denominado "Buraco do Tatu", em referência a um animal típico da fauna do Cerrado. O projeto foi concretizado com base no marco geodésico Vértice nº 8, estabelecido pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, próximo ao Cruzeiro, sendo utilizado como referência por Joffre Mozart Parada para o posicionamento preciso da Estaca Zero. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, demandando que a movimentação de terra no terreno seguisse o declive existente. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro, preservando o nível do terreno original deixado pelas máquinas. Brasília, originada a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um ponto central na sua fundação.

Untitled

NOV.B.3 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-8
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando-se no primeiro plano a Estaca Zero, um marco crucial para a implementação de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao fundo, registra-se a presença de um helicóptero sobrevoando os arredores da área. Atualmente, a localização da Estaca Zero encontra-se na Rodoviária do Plano Piloto, precisamente na pista situada dentro do túnel sob a Rodoviária, na transição entre o Eixo Rodoviário sul/norte, popularmente conhecido como "Buraco do Tatu", em alusão ao animal característico da fauna do Cerrado. Para a concretização do projeto, Joffre Mozart Parada utilizou como referência o marco geodésico Vértice nº 8, instalado pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, ao lado do Cruzeiro. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, sendo necessário esculpir o terreno devido ao declive. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro deixado pelas máquinas, mantendo-se no nível do terreno original. Brasília, tendo seu ponto de origem no Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um marco fundamental em sua fundação.

Untitled

NOV.B.3 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-39
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco em formato paisagem, capturada durante a visita do presidente Juscelino Kubitschek à Estaca Zero de Brasília. Esta, estrategicamente posicionada sobre um monte de terra, simboliza a extensa movimentação de solo realizada para a construção da plataforma rodoviária, tornando-se um marco crucial no desenvolvimento de projetos significativos durante a fase conceitual de Brasília. Vasco Viana, Engenheiro do Departamento de Viação de Obras da Novacap, encontra-se no topo do monte de terra, posando ao lado da placa que contem a inscrição ""ZERO"" e situando-se sobre um monte elevado de terra, cercado por uma extensão de solo batido que se estende ao longo do horizonte.

Atualmente o local da Estaca Zero está situado na rodoviária central, precisamente na pista que corre dentro do túnel abaixo da Rodoviária Central, batizado popularmente, por inspiração a partir de um animal típico da fauna do Cerrado, como “Buraco do Tatu”. Para que o projeto saísse do papel, o marco geodésico Vértice nº 8 instalado pelo IBGE, que se encontrava no ponto mais alto da cidade, ao lado do Cruzeiro, foi utilizado como base por Joffre Mozart Parada que calculou e estabeleceu onde deveria ser fincada à Estaca Zero.
Lucio Costa propôs que a Esplanada dos Ministérios fosse construída em um terrapleno. Como o terreno estava em declive era necessário esculpir o terreno e dessa forma, gerando uma movimentação de terra. Após isso, à Estaca Zero ficou suspensa por um pequeno morro, deixado pelas máquinas no nível do terreno original.
Brasília nasceu a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro e foi irradiada com base na Estaca Zero."

Untitled

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