Superquadra

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NOV.B.6 (111)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-111
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia preto e branco.
Na imagem o mercado da SAB (Sociedade de Abastecimento de Brasília) no CLS 308/309, cerca de 1958-1960. Na fotografia o edifício ainda se encontra em etapa de construção. Sua estrutura de concreto finalizada, revestido de tijolos na fachada lateral sul e fachada principal leste coberta por painéis de vidro e esquadrias de aço. À frente o chão de terra e um canteiro de obras. Um caminhão modelo Ford-F600 está estacionado entre dois pilares da marquise de entrada. No canto direito, atrás do mercado, se enxerga o bloco G, da superquadra modelo da 308 sul, projetado por Marcelo Campello e Sérgio Rocha, a tipologia do prédio segue conforme os outros da mesma quadra: apartamentos vazados, fechamento da fachada principal em painéis modulados de vidro e ferro com chapas esmaltadas em cores nos peitoris. Nesta imagem ainda com cinco pavimentos construídos em estrutura de concreto, se enxerga também as escoras de madeira. No fundo se veem ainda alguns homens trabalhando e outros materiais de construção, escadas, pilhas de brita
A SAB foi criada para abastecer o mercado varejista e fomentar a produção do DF com hortifrutigranjeiros, ela perdeu competitividade ao longo dos anos com a chegada de novos supermercados e hipermercados à cidade.

Untitled

NOV.B.6 (112)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-112
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia paisagem em preto e branco.
Na imagem da área interna do mercado do SAB, localizado no CLS 308/309, por volta de 1962, quatro mulheres estão de pé à frente das prateleiras de mercadorias. Ainda é possível enxergar os pilares que sustentam o edifício de pé direito alto e uma escada helicoidal que leva para um segundo pavimento. A parede vista no canto direito é revestida com algum ladrilho. O enquadramento levemente enviesado, torto. Em 1° plano estão as mulheres que interagem entre si e com o ambiente de mercado. As duas mulheres à esquerda vestem vestidos e penteados característicos da moda naquele período, uma delas segura uma bolsa satchel preta e um copo. As outras duas à direita vestem um conjunto de saia e blusa, estão sorrindo e aparentam mais tenra idade. Em 2° plano prateleiras repletas de itens ensacados. É possível identificar alguns pães e rolos. A fotografia aparenta ter sido posada, porém espontânea.

Untitled

NOV.B.6 (113)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-113
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia formato paisagem, preto e branco.
Interior do mercado da SAB (Sociedade de Abastecimento de Brasília) na CLS 308/309. Esta imagem data provavelmente de 1962, quando a SAB foi criada para suprir o mercado varejista do Distrito Federal. Com o surgimento de novos e mais competitivos supermercados, a SAB foi perdendo espaço até ser extinta oficialmente em 2002. Na fotografia é possível observar muitas pessoas, trabalhando e fazendo compras. No fundo os corredores com mostruários e alimentos. Algumas marcas de sabão para lavagem de roupas são identificáveis nos corredores do mercado, como Omo e Rinso. No centro da imagem está um caixa de supermercado. A iluminação é diurna de um ambiente interno, a luz vem da direita na imagem. O foco é no plano geral da área de caixas do mercado. Em 1° plano está um caixa de supermercado de madeira com gavetas na parte interna e tampo escuro. Em 2° plano se vê um aglomerado de gente, clientes do supermercado, pessoas trabalhando e conversando, homens, mulheres e crianças nas mais variadas indumentárias da época. A mulher que trabalha no caixa conversa com um homem que está de costas finalizando suas compras. seu olhar voltado para ele cruza o centro da imagem, ligeiramente à direita, trazendo o ponto focal da imagem ali. enquanto isso no canto lateral inferior, uma menina parece estar em movimento quase que correndo para fora da imagem. ao fundo estão mais prateleiras do mercado com o que parecem ser frutas e verduras. A composição de dois aglomerados, à direita de gente e à esquerda formado pelos itens a venda organizados nas prateleiras constitui o motivo central da imagem.

Untitled

NOV.B.6 (114)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-114
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia formato paisagem, preto e branco.
Na cena capturada, destacam-se carros e a entrada do mercado SAB, onde algumas pessoas transitam. O cenário é banhado pela luz diurna, e a imagem é apresentada em preto e branco, com um enquadramento diagonal que abrange um plano geral. No primeiro plano, o foco recai sobre o estacionamento à entrada do mercado da SAB, permitindo identificar alguns modelos de carros, da esquerda para direita na imagem: dois modelos de Jeep Willys, um DKW-Vemag Belcar, um Gordini e um Jeep Land Rover. Um homem sai do carro à frente. No segundo plano, a atenção volta-se para a movimentada entrada do mercado, onde várias pessoas estão aglomeradas. O vidro da entrada reflete um letreiro e as luzes internas do edifício. Na frente do mercado, destaca-se uma pequena banca chamada "Banca Brasília", cujo letreiro divide o "b" entre as duas palavras, indicando que ali são vendidos livros, revistas e jornais. No canto direito da imagem, um homem e uma mulher estão engajados em uma conversa. Os elementos nos diferentes planos da imagem são justapostos, contribuindo para enfatizar o tema central: a entrada e circulação no edifício do mercado da SAB na 308/309 sul. O recorte da imagem é preciso, limitando-se à entrada do edifício. Supõe-se que o tema central seja o sucesso do SAB, indicando a intenção do fotógrafo de documentar a bem-sucedida solução para o comércio alimentício em Brasília, assim como a chegada dos mercados à região. Além disso, a imagem sugere, de maneira implícita, a vibrante vida em Brasília durante o período inicial de sua criação.
O edifício de concreto armado, projetado em um sistema de vigas e pilares, apresenta-se concluído na imagem. Localizado de forma isolada na extremidade das quadras CLS 308/309, o edifício possui um design moderno, caracterizado por um revestimento de vidro que envolve sua estrutura.

Untitled

NOV.B.07 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra bloco D do Comércio Local Sul (CLS) 107. A fotografia noturna destaca a edificação composta por dois pavimentos circundados por uma marquise contínua. A fachada principal do bloco comercial é demarcada pelas esquadrias de vidro, intercaladas com paredes de alvenaria. Uma faixa de tijolos aparentes revestem o peitoril do pavimento superior. Na lateral esquerda do prédio vê-se andaimes e escadas de madeira que indicam finalização da construção ou reparos da edificação. Na frente do bloco destacam-se três placas informativas. A primeira, à esquerda, possui as inscrições: "Banco da Lavoura; de Minas Gerais S. A.; Agência Metropolitana". De acordo com o jornal Correio Braziliense, edição 397 de 1961, o Banco da Lavoura foi o primeiro banco de Brasília, construído inicialmente na Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Na segunda placa constam as inscrições: "Revestimentos; material e mão de obra; não identificado; COMAG." A inscrição da terceira placa não pode ser identificada.

Untitled

NOV.B.10 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-84
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-85
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-86
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Untitled

NOV.B.18 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-61
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

" Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas ao Eixo Rodoviário Sul (eixão), registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. No registro é possível ver que a pista principal do Eixo Rodoviário Sul, denominada popularmente por eixão, já foi planificada, recebeu a delimitação da via (meios-fio) e postes de iluminação urbana em sua extensão. No limite esquerdo da imagem, estão 4 blocos residenciais e um ainda em fase estrutural. Dois destes blocos são, possivelmente, os blocos construídos pelo Instituto de Previdência (IAPI). “Pioneiro de Brasília, com a construção e a instalação de um hospital que está atendendo a tôdas as necessidades médicas de Brasília e dos municípios vizinhos, o IAPI se dedica, atualmente, à construção dos conjuntos residenciais nas super-quadras 105 e 305, na asa do lado sul da cidade. Na quadra 105, com 11 blocos, 8 blocos de 82.44m e 3 de 68.09m de comprimento, os apartamentos serão de dois tipos, com área de 199 e 166 metros quadrados, respectivamente. Na quadra 305, com 14 blocos, as unidades também serão de 2 tipos, com um mínimo de 66 metros quadrados de área, possibilitando boa moradia aos de menores posses. O total das unidades previstas é de 1200 apartamentos.” (Diário de Brasília 1958, p.34 e 35). Abaixo dos blocos da esquerda, dois carros estão estacionados. Ao fundo dos postes do lado esquerdo da pista, dois prédios estão em fase estrutural na região do Setor Comercial Sul, prédios estes que correspondem ao BNDES (maior) e ao edifício Seguradoras (menor). Andando em direções diferentes na pista central estão três homens de camisa clara e calças escuras. Na lateral esquerda há jardim delimitado por calçadas, composto de gramíneas com árvores esparsas e ao centro e na lateral direita, a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) se estende. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
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Untitled

NOV.B.18 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-7
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia espelhada colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro aéreo do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) em asfaltamento (popularmente conhecido como eixão e eixinhos), durante os primeiros anos de construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958, com as superquadras em plano de fundo. A disposição das tramas viárias e dos conjuntos residenciais se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus”. Conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). As três faixas estão em etapas diferentes de construção, da esquerda para a direita (considerando o fato da fotografia estar espelhada): o eixinho oeste (ERW - sul) é definida por duas faixas, as quais uma está asfaltada e a outra aplainada aguardando a etapa de pavimentação, um veículo azul transita na via não pavimentada, estando voltado ao sentido do registro; o eixinho leste (ERL - sul) não apresenta processo de pavimentação, com as duas vias apenas demarcadas em terra batida; a via central, conhecido como eixão, tem sua área de domínio maior e apenas parte dela está pavimentada, enquanto restante da via está em terra batida aplainada e a outra apenas demarcada, cinco veículos transitam pela parte asfaltada da rodovia. Entre as três vias, no centro do registro, tubos de concreto espalhados entre os canteiros centrais e laterais evidenciando o processo de obra em andamento. A construção das pistas do Eixo Rodoviário de Brasília e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Ao fundo da fotografia, na linha do horizonte, parte da escala edilícia dos conjuntos residenciais das superquadras construídas dos dois lados das vias, com os conjuntos de maior altura próximos do eixo rodoviário, conforme descritas por Lucio Costa (1902-1998), foram denominadas e pertencentes a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). A escala se dispersa conforme se distancia do centro para a esquerda do registro, até chegar às residências térreas do Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul - SHIGS. Entre os intervalos das pistas centrais e laterais e grande parte da extensão fotográfica, é possível ver parte da vegetação nativa do local com trechos com vegetação campestre (campo sujo) e trechos com vegetação de porte savânico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte que se estendem pelas bordas e pelo horizonte do registro, caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. Autor da fotografia: Mario Fontenelle
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