Superquadra

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NOV.B.19 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-11
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da maquete física de estudo projetual, de materiais não identificados, das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília. Na parcela inferior da maquete é evidente o local que, possivelmente, corresponde às quadras 700 da Asa Sul, no projeto, compostas por ruas paralelas, sem saídas (cul-de-sac), com casas geminadas do lado da via e grandes áreas verdes no fundo dos lotes. Perpendicular a essa área há as quadras 500 com seus respectivos blocos. Logo atrás, há a unidade vizinhança 1, composta por 4 superquadras - 308,307, 108 e 107 Sul - e, ao centro, equipamentos urbanos como a Escola Parque da 308 Sul e a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. No meio da maquete, há três vias expressas que cortam as áreas habitacionais, provavelmente simulando os Eixos Rodoviários de Brasília, popularmente conhecidos como Eixão e Eixos W e L. A respeito do sistema viário, é válido ressaltar a ausência de tesourinhas, recurso bastante utilizado em toda extensão do Plano Piloto, representadas na maquete. Mais ao fundo, há mais duas superquadras separadas por uma via comercial local, e logo em seguida está implantado um conjunto de blocos intercalados de 3 pavimentos, supostamente correspondentes aos blocos residenciais das quadras 400. Por último, há os setores ilhados, áreas destinadas a loteamentos para casas individuais.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
Informações adicionais sobre a Escola Parque da 308 Sul e o sistema educacional de Brasília: Escola Parque da 308 Sul é um exemplo icônico de arquitetura moderna brasileira e um importante trabalho do arquiteto João Filgueiras Lima, conhecido como Lelé. Segundo o Projeto Político Pedagógico a Escola Parque da 307/308 Sul foi entregue à população de Brasília em 21 de abril de 1960, iniciando o ano letivo em 16 de maio do mesmo ano.
O prédio da escola é composto por uma série de pavilhões que se distribuem em torno de um grande pátio central. A estrutura é leve e a escola foi projetada para que a ventilação natural possa ser maximizada, além de possuir uma série de elementos de controle solar.
Os pavilhões da escola são compostos por estruturas de concreto e metal, com paredes de vidro que permitem a entrada de luz natural e proporcionam vistas para o pátio central. As paredes internas das salas de aula são revestidas de madeira, criando um ambiente acolhedor e aconchegante.
A escola também conta com um grande número de áreas externas, como o pátio central, o parque infantil e os jardins, que foram projetados para incentivar a interação e o contato com a natureza. A escola tem como um de seus objetivos a promoção de um ambiente educacional saudável e acolhedor.
Além disso, a escola possui uma série de elementos arquitetônicos que são característicos do trabalho de Lelé, como a valorização da luz natural, a integração dos espaços internos e externos, e a preocupação com a sustentabilidade. A escola é um exemplo notável do trabalho de Lelé e um patrimônio arquitetônico importante da cidade de Brasília.
De acordo com Juscelino Kubitschek (1902 – 1976) o projeto de criação da nova capital buscava abarcar todas as áreas relevantes para o desenvolvimento da nação e do indivíduo. E a educação não ficaria de fora desse planejamento, pelo contrário, teve sempre lugar destaque. Acreditavam que o sistema educacional idealizado aqui serviria como base e modelo para ser seguido no resto do país. Dessa forma, deram prioridade a execução de um plano educacional que enfatizasse a democratização do ensino e que ele se ajustasse às peculiaridades urbanísticas propostas por Lucio Costa (1902 – 1998). O plano de construção das escolas levou em consideração a quantidade de habitantes na região e foram divididas da seguinte forma:
• Jardins da infância - destinados à educação de crianças nas idades de 4, 5 e 6 anos;
• Escolas-classe: para a educação intelectual sistemática de menores nas idades de 7 a 14 anos, em curso completo de seis anos ou séries escolares;
• Escolas-parque - destinadas a complementar a tarefa das ""escolas-classe"", mediante o desenvolvimento artístico, físico e recreativo da criança e sua iniciação no trabalho, mediante uma rede de instituições ligadas entre si, dentro da mesma área.
O plano educacional foi pensado por uma equipe técnica chefiada pelo professor Anísio Teixeira (1900 – 1971) e entraria em vigor após a inauguração de Brasília. Entretanto, com a construção da capital, famílias mudaram-se para o planalto central e a demanda por educação para os seus filhos passou a existir antes mesmo do Plano Educacional e as estruturas físicas das escolas ficarem prontas.
A Escola Parque 308 Sul adota uma abordagem pedagógica inovadora, baseada na interdisciplinaridade, na criatividade e na participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Além disso, a escola oferece atividades extracurriculares, como oficinas de música, teatro, dança e artes plásticas, visando o desenvolvimento integral dos estudantes.
A escola atende alunos do ensino fundamental e médio, e tem uma proposta curricular que busca formar cidadãos críticos e engajados socialmente. Além disso, a escola tem um compromisso com a inclusão social e oferece atendimento educacional especializado para alunos com deficiência.
Em resumo, a Escola Parque 308 Sul é uma escola pública de destaque em Brasília, que busca uma educação de qualidade e inovadora, com foco no desenvolvimento integral dos estudantes e na formação de cidadãos críticos e engajados socialmente.
"

Sin título

NOV.B.19 (112)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-112
  • Unidad documental simple
  • 1957
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem de uma folha com quatro croquis de estudo preliminar das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. O primeiro desenho, localizado no canto superior esquerdo, apresenta uma proposta de forma urbana para a unidade de vizinhança, por isso, são apresentados 4 superquadras, os blocos comerciais locais, as vias expressas e os equipamentos urbanos, tais como clube, creche e escola. Ao lado do primeiro croqui, na parte superior da folha, é exposta uma possibilidade de urbanização, na qual as superquadras teriam 7 blocos residenciais, contabilizando 560 apartamentos que abrigariam 2800 habitantes. Ainda, do lado direito, um corte esquemático mostra o espaçamento entre as lâminas habitacionais. Por último, na parte inferior da imagem, há um grande croqui, em perspectiva de voo de pássaro, de uma superquadra com blocos de 10 pavimentos.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Sin título

NOV.B.19 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-12
  • Unidad documental simple
  • 1957
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da maquete física de estudo projetual, de materiais não identificados, das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília. Na lateral direita da maquete é evidente o local que, possivelmente, corresponde às quadras 700 da Asa Sul, compostas por ruas paralelas - sem saídas (Cul-de-sac) -, com casas geminadas dos dois lados das vias e grandes áreas verdes no fundo dos lotes. Perpendicular a essa área, foram projetadas as quadras 500 com seus respectivos blocos. Logo ao lado, na parte esquerda da imagem, há duas Superquadras, a 308 Sul e a 307 Sul, e entre elas encontram-se equipamentos urbanos como a Escola Parque da 308 Sul e a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Ainda, próximos a essas grandes quadras, tanto na borda superior quanto na borda inferior da fotografia, é possível notar o projeto dos blocos comerciais locais e dos mercados, localizados no centro dos eixos comerciais. Por último, deve-se evidenciar a presença da escala automotiva na representação física.

Informações adicionais sobre as Superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
Informações adicionais sobre a Escola Parque da 308 Sul e o sistema educacional de Brasília: Escola Parque da 308 Sul é um exemplo icônico de arquitetura moderna brasileira e um importante trabalho do arquiteto João Filgueiras Lima, conhecido como Lelé. Segundo o Projeto Político Pedagógico a Escola Parque da 307/308 Sul foi entregue à população de Brasília em 21 de abril de 1960, iniciando o ano letivo em 16 de maio do mesmo ano.
O prédio da escola é composto por uma série de pavilhões que se distribuem em torno de um grande pátio central. A estrutura é leve e a escola foi projetada para que a ventilação natural possa ser maximizada, além de possuir uma série de elementos de controle solar.
Os pavilhões da escola são compostos por estruturas de concreto e metal, com paredes de vidro que permitem a entrada de luz natural e proporcionam vistas para o pátio central. As paredes internas das salas de aula são revestidas de madeira, criando um ambiente acolhedor e aconchegante.
A escola também conta com um grande número de áreas externas, como o pátio central, o parque infantil e os jardins, que foram projetados para incentivar a interação e o contato com a natureza. A escola tem como um de seus objetivos a promoção de um ambiente educacional saudável e acolhedor.
Além disso, a escola possui uma série de elementos arquitetônicos que são característicos do trabalho de Lelé, como a valorização da luz natural, a integração dos espaços internos e externos, e a preocupação com a sustentabilidade. A escola é um exemplo notável do trabalho de Lelé e um patrimônio arquitetônico importante da cidade de Brasília.
De acordo com Juscelino Kubitschek (1902 – 1976) o projeto de criação da nova capital buscava abarcar todas as áreas relevantes para o desenvolvimento da nação e do indivíduo. E a educação não ficaria de fora desse planejamento, pelo contrário, teve sempre lugar destaque. Acreditavam que o sistema educacional idealizado aqui serviria como base e modelo para ser seguido no resto do país. Dessa forma, deram prioridade a execução de um plano educacional que enfatizasse a democratização do ensino e que ele se ajustasse às peculiaridades urbanísticas propostas por Lucio Costa (1902 – 1998). O plano de construção das escolas levou em consideração a quantidade de habitantes na região e foram divididas da seguinte forma:
• Jardins da infância - destinados à educação de crianças nas idades de 4, 5 e 6 anos;
• Escolas-classe: para a educação intelectual sistemática de menores nas idades de 7 a 14 anos, em curso completo de seis anos ou séries escolares;
• Escolas-parque - destinadas a complementar a tarefa das ""escolas-classe"", mediante o desenvolvimento artístico, físico e recreativo da criança e sua iniciação no trabalho, mediante uma rede de instituições ligadas entre si, dentro da mesma área.
O plano educacional foi pensado por uma equipe técnica chefiada pelo professor Anísio Teixeira (1900 – 1971) e entraria em vigor após a inauguração de Brasília. Entretanto, com a construção da capital, famílias mudaram-se para o planalto central e a demanda por educação para os seus filhos passou a existir antes mesmo do Plano Educacional e as estruturas físicas das escolas ficarem prontas.
A Escola Parque 308 Sul adota uma abordagem pedagógica inovadora, baseada na interdisciplinaridade, na criatividade e na participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Além disso, a escola oferece atividades extracurriculares, como oficinas de música, teatro, dança e artes plásticas, visando o desenvolvimento integral dos estudantes.
A escola atende alunos do ensino fundamental e médio, e tem uma proposta curricular que busca formar cidadãos críticos e engajados socialmente. Além disso, a escola tem um compromisso com a inclusão social e oferece atendimento educacional especializado para alunos com deficiência.
Em resumo, a Escola Parque 308 Sul é uma escola pública de destaque em Brasília, que busca uma educação de qualidade e inovadora, com foco no desenvolvimento integral dos estudantes e na formação de cidadãos críticos e engajados socialmente.
"

Sin título

NOV.B.19 (126)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-126
  • Unidad documental simple
  • 1957
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem de uma folha com quatro croquis de estudo preliminar das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. O primeiro desenho, localizado no canto superior esquerdo, apresenta a forma urbana proposta para compor a unidade de vizinhança, por isso, são apresentados 4 superquadras, os blocos comerciais locais, as vias expressas e os equipamentos urbanos, tais como cinema, clube, creche e escola. Esta ilustração foi utilizada, posteriormente, pela Revista Brasília, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), para explicar a configuração do setor habitacional (BRASIL, 1957, p. 8). Ao lado do primeiro croqui, na parte superior da folha, são expostas duas possibilidades de urbanização, denominadas de “a” e “b”. Na primeira opção, a superquadra teria 9 blocos residenciais, cada um com 6 pavimentos, contabilizando 540 apartamentos e 2700 habitantes, enquanto na segunda opção, haveria 7 blocos residenciais, com 10 pavimentos cada, contabilizando 560 apartamentos e 2800 habitantes. Por último, na parte inferior da imagem, há um grande croqui, em perspectiva de voo de pássaro, de uma superquadra com blocos de 6 pavimentos.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Sin título

NOV.B.19 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-13
  • Unidad documental simple
  • 1957
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da maquete física, de materiais não identificados, das áreas residenciais - possivelmente, das superquadras 400 - do Plano Piloto (PP) de Brasília. A imagem é um fragmento incompleto de uma grande maquete de estudo projetual das áreas destinadas à habitação no PP. Nesse recorte, é possível identificar, à direita, parte de duas superquadras de blocos de 6 pavimentos, enquanto, ao centro, há um modelo diferente de superquadra, composto por blocos residenciais de 3 pavimentos com pilotis, alternados por um sistema viário interno central, envoltos por grandes espaços verdes. Ainda nesse fragmento, uma única via de acesso conecta esse núcleo habitacional com as demais quadras. Centralizados com essa entrada, foram implantados dois pequenos volumes que, provavelmente, representavam equipamentos públicos. Ademais, do lado esquerdo, encontra-se a base da maquete exposta, portanto, sem a representação das demais áreas projetadas. Por último, deve-se evidenciar a presença da escala automotiva na representação física.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Sin título

NOV.B.19 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-15
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e azuladas pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício sob pilotis não identificável. Este possui 3 pavimentos provavelmente das superquadras 400 do Plano Piloto, uma vez que os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Possivelmente 5 caixas de circulação vertical (escada e elevador) no que parece ser a fachada frontal toda revestida de cobogós e um sistema viário passando rende ao bloco. A maquete possui escala humana e “ escala automotiva”.

Sin título

NOV.B.19 (156)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-156
  • Unidad documental simple
  • 1957
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da maquete física preliminar das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. No enquadramento da imagem são apresentadas quatro superquadras, dispostas nos lados esquerdo e direito da fotografia, separadas verticalmente por um largo sistema rodoviário. Além disso, horizontalmente, essas áreas são cortadas por uma via de acesso aos comércios locais, dispostos paralelamente nos dois lados da rua. Não é possível identificar precisamente quais são as superquadras correspondentes, entretanto, pode-se inferir que as três vias centrais simbolizam o Eixo Rodoviário de Brasília, o Eixo Rodoviário W e o L. Ainda, uma importante obra arquitetônica é representada no canto inferior esquerdo, voltada para a via expressa central, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal."

Sin título

NOV.B.19 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-17
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem do mapa de planejamento habitacional do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). Por essa razão, do lado esquerdo, há uma grande planta do PPB com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de cores e outra de números. Além do título, aparece destacada por uma linha de chamada a Rede Hospitalar da área.
A legenda inicial é segmentada por sete faixas de cores correspondentes a determinada quantidade de habitantes, sendo elas: amarelo claro, 49.250 hab; azul claro, 39.400 hab; rosa claro, 48.900 hab; laranja, 38.600 hab; amarelo, 40.000 hab; azul escuro, 10.000 hab; e rosa escuro, 60.000 hab. Em contrapartida, a segunda legenda está ilegível devido a resolução da fotografia.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Sin título

NOV.B.19 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-18
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

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NOV.B.19 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-2
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e verdes pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício sob pilotis não identificável. Este possui 4 pavimentos e não é um edifício usual, uma vez que nas superquadras 400 do Plano Piloto os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Infere-se pela caixilharia (conjunto de esquadrias) que os apartamentos são duplex (apartamentos de dois andares, interligado por uma escada que dá acesso aos pavimentos inferior ao superior). Há 8 caixas de circulação vertical (escada e elevador) na fachada posterior e na fachada frontal, no térreo, a representação do que aparenta ser uma piscina (à esquerda) e uma marquise/cobertura com 3 arcos, em abóbadas sucessivas de mesmo tamanho. A maquete não possui escala humana.

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