Sítio modificado Vias Urbanas

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NOV.B.18 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-3
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas verdes. Registro do trabalho de terraplenagem do Eixo Rodoviário, nos primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, Lucio Costa relata que, “desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). No registro, na extensão da via com solo de terra batida: montantes de terra enfileiradas caracterizam o processo de terraplenagem do Eixo Rodoviário; na porção direita, pedaços de madeira fincados no solo delimitam e demarcam o local. Após os montantes de terra úmida, em plano posterior, um operário - trajando uma camisa clara, calça e chapéu escuro - caminha de Costas para o fotógrafo. Ao fundo, às margens da via de terra, aparentes maquinários parados em volta de um pequeno alojamento - de madeira com telhado em duas quedas. No plano de fundo, após a vegetação e a esquerda da via, um edifício em processo de construção caracterizado por seu esqueleto estrutural ainda aparente, não havendo a presença de esquadrias e fachadas, estando sem detalhamentos externos, com fachadas vazadas. Nas laterais do Eixo Rodoviário, seguindo até a linha do horizonte, adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizando uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Sin título

NOV.B.18 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-30
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No centro da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Atrás do maquinário, no quadrante superior esquerdo, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
"

Sin título

NOV.B.18 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-31
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro. No vidro da porta do passageiro a escrita “Não bata a porta”, no assento do motorista. Um homem aguarda a pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer com a terra decorrente da movimentação do solo. Sobre a carregadeira, um homem de chapéu e camisa quadriculada opera o maquinário. Atrás do maquinário, no quadrante inferior direito, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
"

Sin título

NOV.B.18 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-32
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro, no assento do motorista um homem aguarda a Pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer o caminhão com a terra decorrente da movimentação do solo, vestindo uma camisa azul e tem o semblante concentrado na atividade. Atrás do maquinário, no quadrante inferior esquerdo, estão aparentes as copas das árvores. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
"

Sin título

NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Sin título

NOV.B.18 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-34
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia espelhada colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1957 a 1960. Ao centro da imagem uma esteira transportadora de terra conduz o material para a carroceria de um veículo onde dois operários - usando chapéu e camisa de botões- aguardam sobre. Na conexão da carroceria com o veículo, é notório a gravação em letras brancas “15-10 (possivelmente) EUCCIJ”. Na caçamba de terra, é visível um símbolo redondo branco com um homem apontando em cima de uma superfície. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, em que o Cerrado se estende. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

Sin título

NOV.B.18 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-35
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia espelhada colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. O canteiro em primeiro plano apresenta vestígios vegetais como troncos, folhas e raízes, indicando remoção da vegetação existente. Do centro à direita da fotografia, três maquinários motorizados estão dispostos sobre um monte de terra movimentada. Da esquerda para a direita, um trator de esteira D7 amarelo está sendo operado por um homem com indumentária em tons cinzas e um chapéu, em seguida, uma escrêiperes de caçamba aberta e um trator de esteira D7 na cor marrom com um trabalhador de chapéu e vestimentas escuras operando as alavancas da máquina. Em primeiro plano, ao centro da imagem uma estaca de madeira com o número “8” gravado com tinta branca. Em último plano e a direita da fotografia, torna-se nítido a presença de uma edificação e de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.18 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-36
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da pavimentação do Eixo Monumental, em Brasília - DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1959). Registro que retrata parte da extensão do Eixo Monumental - nas orientações leste-oeste - em fase avançada de asfaltamento. No quadrante inferior do registro, parte da via não está pavimentada, estando em terra batida e com marcas de passagem de maquinário - usado para terraplenagem. Nos canteiros laterais da via nota-se a separação abrupta do solo pavimentado e a vasta vegetação de Cerrado, com alta densidade de árvores (fitofisionomia não identificada) de forma que: à esquerda, taludes em solo arenoso separam o asfalto do Eixo Monumental.. A esquerda da vista, um vislumbre do que aparentam ser tonéis e resquícios de materiais, evidenciando o processo de obra recente na área. O Eixo Monumental se inicia na Praça dos Três Poderes e termina no limite Oeste do Plano Piloto, onde se localiza a estação rodoferroviária. O canteiro central da via, parte do Congresso e Cruza com o eixo rodoviário definidor das Asas Norte e Sul, onde se encontra a plataforma rodoviária de Brasília. Após a rodoviária, contemplam-se a Torre de TV, a Feira da Torre de TV, o Eixo Cultural Ibero-americano, o Planetário, o Clube do Choro, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a praça do Buriti, o Museu da Cultura Indígena, o Memorial JK, a Praça do Cruzeiro e por fim, a Catedral Militar Rainha da Paz (Nunes, 1994).

Sin título

NOV.B.18 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-37
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. No primeiro terço à esquerda da fotografia um trator de esteira D7 na cor magenta, é operada por um homem - vestido em uma camisa xadrez nas cores branca e azul, uma calça em tons terrosos e um chapéu - que que faz o deslocamento de parte da terra, ainda no mesmo terço em segundo plano, um outro trator de esteira D7 na cor laranja é prada por outro operário - vestido de camisa de mangas longas e um chapéu - olha diretamente para o fotógrafo. No segundo quadrante ao centro da imagem, um terceiro trator de esteira D7 na cor magenta é operado por um homem - vestido em uma camisa branca e um chapéu- que desloca parte da terra. Ainda no mesmo terço em terceiro plano um quarto trator de esteira D7 com uma cobertura improvisada de estacas e lona preta para abrigo do sol, operada por um trabalhador - vestindo camisa de manga longa e um chapéu- que faz o deslocamento de parte da terra. No terceiro terço do lado direito da fotografia, o quarto trator de esteira D7 amarelo é operado por um operário vestido com uma camisa de mangas compridas e um chapéu.No quadrante superior esquerdo, alguns tonéis foram dispostos de forma aleatória e desorganizada. Ao redor da região de terra batida, nota-se vegetação do Cerrado, com trecho campestre (campo sujo) na lateral direita e de cerrado típico (cerrado sentido restrito) na lateral esquerda, e ao fundo a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres e savânicos dispostas em forma de mosaico.
"

Sin título

NOV.B.18 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-38
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra e marcas de pneus em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Da extremidade esquerda até a extremidade direita, 6 postes com fios condutores de energia elétrica e pontos de iluminação se distribuem pelo canteiro de forma ordenada e linear. No mesmo terço, em segundo plano, um trator de esteira D7 em tons de terracota. Na base do monte de terra movimentada ainda no primeiro terço da fotografia, uma pá carregadeira da marca caterpillar conduzida por um operário. Seguindo a base do monte, no centro da fotografia, um compactador de solo vibratório da marca caterpillar na cor amarelo com tons de terracota decorrente ao excesso de poeira existente no canteiro, conduzido por um operário com camisa e boné em tons claros, a frente, duas inchadas e um carrinho de mão. Sobre o monte de terra na faixa horizontal no centro da fotografia, uma Escrêiperes da marca caterpillar na cor amarela na metade esquerda, e um trator esteira D7 da marca caterpillar na cor amarela. No limite do lado direito da fotografia, um trabalhador - com camisa de manga curta branca, calça cinza e chapéu - empunhando uma enxada perto de alguns entulhos. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende.

Sin título

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