Sítio modificado Vias Urbanas

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NOV.B.18 (20)

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da ponte do trevo que interliga a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1958). A ponte apresenta processo avançado de construção, evidenciando estar em funcionamento devido à passagem de veículos nas proximidades, sendo possível identificar uma caminhonete azul que se locomove sobre a via que percorre abaixo da ponte. Apesar de retratar aparente funcionamento, a presença de um maquinário verde nas proximidades da ponte caracteriza o processo de obra ainda existente na região. Na quadrante inferior do registro, próximo ao ponto de registro, o primeiro plano é retratado pela presença de terra batida, com rebrotas dispersas e pequenos amontoados de terra. Se tratando de um ambiente de vias, alguns veículos são identificados, no quadrante direito, um Jeep Willys azul estacionado, um maquinário com grua, e no canto esquerdo do registro, atrás da elevação de terra da ponte tem-se o que aparenta ser um caminhão. No plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Na parte superior do registro, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte (fitofisionomia não identificável).

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NOV.B.18 (21)

"Fotografia colorida no formato paisagem retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra para a construção das vias em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Em primeiro plano, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, abaixo do assento a numeração “11214” gravada em preto, sobre o maquinário um operário -com roupas beges, botas,chapéu e um cigarro na boca- olha diretamente para o fotógrafo. Ao fundo, no quadrante esquerdo da fotografia, uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar, está sendo manuseada por um operário - com roupas beges e chapéu - com a pá posicionada verticalmente fazendo o deslocamento da terra para dentro da caçamba de um caminhão posicionado logo atrás, em cima da cabina do caminhão, outro operário - com roupa azul claro e chapéu marrom - observa o fotógrafo com uma das mão apoiadas no queixo, abaixo um terceiro operário - usando chapéu - aparece parcialmente atrás do primeiro maquinário. Ao fundo é possível ver resquícios da vegetação nativa do local em um mosaico de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) e Cerrado ralo (cerrado sentido amplo), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, com variação de cor verde intenso a verde claro. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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NOV.B.18 (22)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade direita da imagem há o recorte de uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar com a pá posicionada verticalmente. Atrás, sobre o monte de terra, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Ao lado esquerdo do trator de esteira D7, um segundo operário - com roupas beges - observa a movimentação de terra enquanto apoia sua mão esquerda sobre o quadril. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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NOV.B.18 (23)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade esquerda da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, na cabine, um trabalhador - com roupas beges e chapeus - está sentado sobre o equipamento. Estacionado no quadrante direito da fotografia, um Escrêiperes amarelo com a gravação da marca “caterpillar” na parte traseira e na lateral. Ao fundo, à esquerda da via, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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NOV.B.18 (24)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1958 a 1960. Em primeiro plano, estacas de madeira delimitam o espaço que leva a uma leve depressão do canteiro, mais ao fundo, ainda sobre o monte de terra delimitado pelas estacas um grupo com cerca de nove homens reunidos em círculo. No terceiro terço da fotografia da esquerda para a direita uma grua de esteira da marca caterpillar parada com sua haste posicionada verticalmente. Em último plano, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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NOV.B.18 (25)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1958 a 1960. Ao fundo do primeiro terço, um caminhão abastecidos com baldes e tonéis, enCostados na carroceria, três homens - da esquerda para a direita - o primeiro com roupas escuras e o braço esquerdo sobre o veículo, o segundo mais a frente, com camisa branca e calça marrom, posiciona a mão direita na altura da cintura, logo atrá, o terceiro homem, também com camisa branca e a mão direita posicionada na altura da cintura. Todos observam a Escrêiperes da marca caterpillar sendo operada por um funcionário de chapéu. No centro da fotografia, um jeep rural verde, atrás de outra Escrêiperes da marca caterpillar. No terceiro terço da fotografia um trabalhador, com camisa branca, manipula uma motoniveladora da marca caterpillar. Em último plano, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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NOV.B.18 (26)

Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes. Registro térreo retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1956 a 1960. Tratores auxiliam no processo de terraplenagem, sendo utilizadas: duas caçambas carregadas de terra e entre as caçambas uma esteira transportadora de terra erguida diagonalmente. Há um desnível no terreno no qual o maquinário se desloca. No plano de fundo, após os desníveis da via, é possível identificar montantes de terra que separam a região modificada da área vegetativa. Em último plano, no canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

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NOV.B.18 (27)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes. Registro térreo retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1956 a 1960. No primeiro terço à esquerda da fotografia, sobre um terreno de terra movimentada, um CAT 621B da marca caterpillar conduzida por um operário. À direita, uma motoniveladora da marca caterpillar operada por outro funcionário que está de pé sobre o vínculo, ao lado um homem de pé com blusa branca, calça jeans e as mãos nos bolsos. Na porção direita, vê-se parte de uma Escrêiperes da marca caterpillar operada por um trabalhador que olha diretamente para o fotógrafo. Em último plano, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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NOV.B.18 (28)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes. Registro térreo retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1956 a 1960. Tratores auxiliam no processo de terraplenagem, sendo utilizada uma pá carregadeira de esteira. Sobre o maquinário está um operário trajando camisa, calças claras e um chapéu, e está olhando diretamente para o registro, estando com braço direito segurando uma alavanca e o esquerdo manuseando outra alavanca do maquinário. Há um desnível no terreno no qual o maquinário se desloca. Acima do talude, um veículo Rural Willys de cor clara está estacionado com a traseira voltada para a fotografia. À direita do Rural Willys, um homem apoiando na mão na cintura traja vestes aparentemente formais e observa o trabalho realizado pelo operário no maquinário. No plano posterior, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Ao fundo, há um descampado seguida por um corredor vegetativo com alta densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Na região descampada, é possível ver o que aparenta ser um celeiro. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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NOV.B.18 (29)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade.Todas as vias são rodeadas por vegetação do Cerrado, que ocupa quase toda a fotografia. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p. 10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento". Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa, a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília (Cruz, 2013).

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