Sítio modificado Vias Urbanas

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NOV.B.18 (108)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Retrato do cenário de construção de Brasília, DF, entre os anos de 1956-1960. Vê-se o trabalho de terraplenagem sendo executado por maquinários pesados, como uma pá carregadeira de esteira, esta que é operada por um trabalhador que usa camisa de manga longa e chapéu, tendo suas mãos posicionadas sobre as alavancas do maquinário. Atrás da movimentação de terra se estende uma vegetação que corresponde ao cerrado típico (cerrado sentido restrito). Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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NOV.B.18 (109)

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro térreo da Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) pavimentada, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul, em Brasília, durante os primeiros anos de construção da capital (1956-1958). No registro, realizado as sombras da ponte que estrutura o fluxo da Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004) sobre a EPAR, com sentido a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051). O ônibus transita com sentido a Brasília, realizando o transporte de passageiros com destino à capital. No ônibus, é possível identificar a presença de passageiros através das janelas, nota-se ainda uma faixa na lateral (possível identificar brevemente) com os seguintes dizeres: “CRISVAL [...] PRESIDENTE J.K.”. Enquanto na parte superior: “EXPRESSO MERCEDES LDTA”. A via EPAR apresenta processo avançado de asfaltamento, com os canteiros centrais e laterais demonstrando possível finalização das etapas de obras, com mudas de palmeiras plantadas e gramíneas baixas nascendo, evidenciando a passagem de tempo desde sua finalização. Ao fundo, atrás da via, a vegetação do Cerrado se estende, sendo que na lateral direita nota-se vegetação campestre, sendo um campo limpo natural ou outra forma vegetacional que sofreu remoção da parte áerea por ação humana.

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NOV.B.18 (11)

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Na região final da pista assentada, vê-se alguns tonéis agrupados. No limite esquerdo da fotografia, na pista central, está um caminhão azul de carroceria aparentemente vazia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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NOV.B.18 (110)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas e deterioração devido às ações do tempo. Registro térreo de um senhor caminhando em direção ao fotógrafo transitando sobre o solo de terra batida em uma região em processo de terraplenagem, em Brasília, durante os primeiros anos de construção da nova capital, entre os anos de 1956 e 1957. O senhor na imagem, possivelmente, trata-se de um operário candango, trajando um chapéu claro, camisa de botão branca semi aberta, calça larga com cinto preto de fivela e botas escuras, e um vislumbre do que parece ser um relógio em seu braço esquerdo. Sua fisionomia faz retratar um senhor de meia idade com pele escura, caminhando no sentido do registro, com postura ereta e olhares fixos no fotógrafo. Ele caminha sobre um solo descampado, que devido a ação antrópica, reflete o desmatamento ocasionado durante o período de construções da vias e edificações em Brasília. A região caracteriza-se por um solo retangular terraplanado, cercado por vegetação de Cerrado, onde, nas laterais (esquerda, direita e um pequeno trecho no plano de fundo) nota-se vegetasção campestre (campo sujo) e ao fundo mata de galeria que acompanha algum curso d'água. A diferença de solo é percebida pela mudança abrupta entre a grama e o solo terroso, com pequenas porções de terra demarcando parte do retângulo terraplanado. Em evidência, identificam-se marcas de pneus, marcando os fluxos dos maquinários e veículos utilizados no auxílio do nivelamento do solo para recebimento de pavimentação. Ao fundo, a vegetação se adensa, configurando uma vegetação de Cerradão típico (Cerrado Sentido Amplo) com a presença de árvores adensadas de médio e grande porte. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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NOV.B.18 (111)

"Fotografia preta e branca no formato paisagem, Representante digital consta manchas e pontos verdes. Registro térreo de operários realizando a movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre os anos de 1956 a 1960. No registro, um trabalhador trajando camisa listrada e chapéu opera uma retroescavadeira da fabricante Caterpillar, este realiza o despejo de terra na caçamba de um caminhonete. Na caminhonete, um segundo operário no assento do motorista aparentando fisionomia rigorosa e observante, com sobrancelhas arqueadas e bigode denso. Em plano fundo, elevações de terra caracterizam a densa movimentação de terra no local, evidenciando o processo de obra em andamento. Mais ao fundo, no quadrante inferior esquerdo do registro, acima da caminhonete, fragmentos de copas de árvores caracterizando o processo de ação antrópica em em proximidades das regiões de vegetação típica do cerrado. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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NOV.B.18 (112)

Fotografia preta e branca no formato paisagem. Representante digital consta manchas e pontos verdes. Registro térreo de operários responsáveis pelo trabalho de movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre os anos de 1956 a 1960. No registro, 4 trabalhadores posam para a fotografia, onde, da esquerda para a direita: o primeiro operário traja chapéu e camisa social de cor clara, calças e botas escuras, posando com a mão esquerda dentro da calça e ombro esquerdo caído, e bigode aparente; o segundo traja camisa social, calças e botas escuras, com pose rígida direcionada para o registro; o terceiro traja um boné, camisa social parcialmente aberta, calças claras, e bota escuras, posando com corpo escorado na caçamba, com o ombro esquerdo caído, com sobrancelhas arqueadas e um bigode fino; o quarto traja um casaco sobretudo, calças e botas escuras, posa com mão esquerda apoiada na cintura, cotovelo direito apoiado sobre a caçamba da caminhonete e a perna direita levemente postada mais a frente, apoiando o pé sobre um pequeno montante de terra. Os trabalhadores apresentam fisionomia séria e cansada, com cenhos cerrados e expressão rígida, onde, os três primeiros primeiros posam de forma mais séria, enquanto o quarto retrata uma pose e expressão descontraída, com um leve sorriso. Os trabalhadores no registro evidenciam vestimentas sujas devido ao trabalho direto com o maquinário responsável pela movimentação de terra das terraplanagens, infere-se que a intenção do fotógrafo foi registrar os trabalhadores em sua empreitada pedindo-lhes para dar uma pausa no trabalho realizado e posar para o registro. Vale destacar que, os trabalhos realizados pelos candangos durante os anos que antecederam a concepção de Brasília foram marcados pela sua intensidade, de modo que, “os tapinhas nas Costas que o presidente da República dava nas Costas dos peões durante as vistorias nos canteiros de obras funcionavam como uma poderosa injeção de ânimo, levando os operários a adotar o conhecido ‘ritmo de Brasília”. Esse ritmo, ainda segundo o autor, “significava trabalhar trinta e seis horas por dia, isto é, doze horas durante o dia, doze à noite e outras doze correspondentes ao entusiasmo dos peões de obra (Holston, 1993 apud Luiz; Kuyumjian, 2000). O local do registro se ambiente é ambientado pelo contexto da obra, havendo a presença de uma caminhonete com a caçamba carregada de tonéis metálicos e um trator-escrêiper de rodas operada por um quinto operário de chapéu, sendo possível vislumbrar parte do seu rosto, aparentando estar sorrindo enquanto realiza o processo de terraplenagem, e ao centro entre o caminhão e o trator, nota-se vegetação do Cerrado, em que é possível distinguir algumas árvores de médio porte.

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NOV.B.18 (113)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro térreo de um maquinário durante os processos de movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre 1956 a 1960. Estando em evidência no registro, uma motoniveladora da fabricante Caterpillar. Em sua lataria, é possível identificar os dizeres: “Camargo Corrêa”; “CAT DWI5 SERIES E”; “LION”; CAT Nº. 428 Capacity”. Um trabalhador, trajando camisa social clara e chapéu escuro, opera o maquinário realizando o nivelamento do solo, enquanto um segundo operário, traja uma jaqueta escura, calça, meia branca e sapato, estando sentado sobre o maquinário com a perna esquerda esticada e a direita dobrada, olhando fixamente para baixo com expressão séria. Abaixo do maquinário, a terra dispersa evidencia o processo de obra recorrente, com o solo irregular ainda passando pelo processo de terraplenagem. No solo, é possível identificar pequenos pedaços de galhos, evidenciando parte da ação antrópica ocorrida no local. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final do ano de 1957, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152). No plano de fundo, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
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NOV.B.18 (114)

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Retrato do cenário de construção de Brasília-DF, entre os anos de 1956-1960. Registro térreo do trabalho de terraplenagem sendo executado por maquinários pesados, havendo a presença de três máquinas sendo operados por trabalhadores, em que, da direita para a esquerda: a primeira sendo uma carregadeira manuseada por um homem de camisa clara e calças escuras está de Costas para a fotografia; a segunda um trator-escrêiperes de rodas operado por um homem trajando chapéu e indumentárias claras, um operário sentado sobre a máquina; e a terceira, a esquerda do registro uma niveladora. Além do maquinário, é possível identificar três veículos: estando mais a frente um Jeep Willys; posteriormente, no quadrante esquerdo, uma caminhonete com tonéis na caçamba e dois operários próximos desta, estando os dois com a mão esquerda na cintura, enquanto o da esquerda observando o trabalho realizado, trajando camisa e calças escuras, e o da direita traja chapéu e camisa branca, e calça escura; uma segunda caminhonete no plano de fundo, estando 3 trabalhadores próximos (dois de pé e um sentado), havendo um vislumbre de suas vestimentas claras. No solo irregularidade ainda em processo de pavimentação identifica-se a passagem de maquinário e veículos, estando fragmentado em solo batido e pedras dispersas. A esquerda do registro, parte de um talude que, possivelmente, separa a via da vegetação. A direita, após o maquinário, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estende pelo horizonte, enquanto a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

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NOV.B.18 (115)

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura construções de um núcleo urbano, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea de um conjunto habitacional que é dividido por uma larga estrada de terra planificada por maquinário de obra. No registro, diversos alojamentos para os operários que destinavam serviços para a construção de Brasília. É possível identificar aproximadamente 45 alojamentos separados em quatro fileiras, estruturadas em madeira e telhados de fibrocimento ou zinco de queda única. As edificações se estruturam às margens de pequenas vias vicinais em terra batida advindas da via principal em destaque no registro, onde nesta: ao centro da via, há a presença de um maquinário responsável pela terraplenagem; outro na extremidade superior da via, na parte elevada do terreno; outro maquinário na parte inferior, à esquerda da extensão da via terra batida ao centro. Em primeiro plano, identifica-se uma densidade arbórea possivelmente se tratando de vegetação de mata ciliar do córrego Riacho Fundo, havendo a presença de árvores de médio e pequeno porte, com solo graminoso baixo em grande parte da região registrada (margens da via central de terra batida, nas proximidades dos alojamentos, e no quadrante inferior do registro). Na parte elevada do terreno, onde encontra-se a via terraplenada, é possível identificar o vislumbre de 8 transeuntes que presumivelmente são moradores da vila. No entorno das habitações, tem-se uma vegetação rasteira que já sofreu ação antrópica, enquanto que, na região limítrofe inferior da imagem nota-se vegetação do Cerrado, sendo incerta a identificação da fitofisionomia devido a intervenção humana ao redor. Logo atrás das construções, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano fundo, em tornar a extensão horizontal da parte elevada da região, além dos alojamentos, é possível identificar árvores e postes de eletricidade dispersas. A região do registro, possivelmente, trata-se de alojamentos para operários pertencentes ao acampamento da Vila Metropolitana, local que hoje faz parte da região do Núcleo Bandeirantes, e foi responsável, antes mesmo da construção de Brasília, abrigar os primeiros candangos engenheiros e trabalhadores da Companhia Metropolitana de Estradas, esta que foi responsável pelas obras de terrapleno da pista de pouso do futuro aeroporto de Brasília (Costa, 2011). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

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NOV.B.18 (116)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro aéreo do viaduto da via Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB ou DF-075) com passagem sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). Abaixo da ponte, a EPIA se estende diagonalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a via Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via e nos retornos da estrutura viária, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra às margens, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No quadrante inferior direito, 16 alojamentos pertencente a região do Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (Santos, 1965). Caracterizando-se pela sua configuração estrutural retangular e quadrada com tamanhos variados, com telhados de uma e duas quedas e pequenas janelas superiores. Os alojamentos ficam às margens das vias vicinais ainda em terra batida, responsáveis por ditar parte do fluxo nas proximidades dos alojamentos. Além destas, as margens das vias, é possível identificar outras vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. Ao fundo, na parte superior do registro, após o viaduto, parte do córrego Riacho Fundo serpenteando abaixo da EPIA com presente vegetação de mata ciliar. Ao fundo, às margens do córrego Riacho Fundo, há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com a extensão de parte do solo com gramíneas baixa (fitofisionomia de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno e médio porte).
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