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NOV.B.19 (151)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-151
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 1 e 2 que ilustram, respectivamente, os tópicos 1 e 2 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Fotografias similares: 150, 151, 152 e 154"

Sans titre

NOV.B.19 (152)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-152
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 1 e 2 que ilustram, respectivamente, os tópicos 1 e 2 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Fotografias similares: 150, 151, 152 e 154"

Sans titre

NOV.B.19 (153)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-153
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 10, 11 e 12 que ilustram, respectivamente, os tópicos 9 e 10 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Sans titre

NOV.B.19 (154)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-154
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto branco, formato retrato, autor desconhecido. Imagem dos croquis 1 e 2 que ilustram, respectivamente, os tópicos 1 e 2 do Relatório do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Fotografias similares: 150, 151, 152 e 154"

Sans titre

NOV.B.19 (155)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-155
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista superior da maquete do Sítio Castanho. A maquete é anterior ao concurso de Brasília. O material aparenta ser de gesso e este mostra a monumentalidade do próprio terreno onde a futura Capital será inserida. A maquete possui alguns escritos como: Seleção dos sítios mais favoráveis para localização da nova capital do Brasil (na parte superior); Sítio Castanho (logo abaixo); parte da escala gráfica na parte inferior esquerda escrito 5km (escala linear ou escala de bar é um meio de ilustrar visualmente a escala de um mapa); escala horizontal 1:25000, escala vertical 1:5000, exageração vertical :5 (na parte inferior direita). A maquete aparenta estar apoiada sobre uma espécie de cavalete que deixa o mesmo levemente inclinado para frente a fim de visualizar melhor a maquete.
CONTEXTO HISTÓRICO DO SÍTIO CASTANHO:
Em 1955 foi realizada a escolha do Sítio Castanho - área onde hoje está situada Brasília - pela Comissão de Planejamento, Coordenação e Mudança da Capital Federal, presidida pelo Marechal José Pessoa Cavalcanti e que tinha como secretário o Doutor Ernesto Silva (MARQUES, 2015).
No dia 8 de junho de 1953, o Presidente Getúlio Vargas assinou o Decreto nº 32.976, criando a Comissão de Planejamento, Coordenação e Mudança da Capital Federal para proceder aos estudos definitivos para a escolha do sítio e da área da nova capital e, por conseqüência, do Distrito Federal. Vargas nomeou para a presidência da Comissão de Planejamento Coordenação e Mudança da Capital Federal o General Agnaldo Caiado de Castro, Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República (MARQUES, 2015).
"

Sans titre

NOV.B.19 (156)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-156
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da maquete física preliminar das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. No enquadramento da imagem são apresentadas quatro superquadras, dispostas nos lados esquerdo e direito da fotografia, separadas verticalmente por um largo sistema rodoviário. Além disso, horizontalmente, essas áreas são cortadas por uma via de acesso aos comércios locais, dispostos paralelamente nos dois lados da rua. Não é possível identificar precisamente quais são as superquadras correspondentes, entretanto, pode-se inferir que as três vias centrais simbolizam o Eixo Rodoviário de Brasília, o Eixo Rodoviário W e o L. Ainda, uma importante obra arquitetônica é representada no canto inferior esquerdo, voltada para a via expressa central, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal."

Sans titre

NOV.B.19 (157)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-157
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, em formato paisagem, que apresenta uma maquete em perspectiva aérea do Palácio do Planalto. A visão detalhada é limitada, no entanto, após a análise da tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, torna-se possível deduzir que se trata do segundo anteprojeto - a segunda versão da sede do poder executivo. Este projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, marcando uma fase significativa na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio tem o formato de um bloco retangular, com nove colunas tanto a fachada frontal quanto a posterior. Estas colunas possuem uma forma singular de tronco cônico invertido, estreitando-se em direção ao topo. Uma característica marcante é a rampa de acesso principal, localizada assimétricamente no edifício, rompendo com a tradicional simetria arquitetônica.
Na fotografia, é possível visualizar a via de acesso e o estacionamento privativo para visitantes e servidores, situados à esquerda do observador. Esses elementos contribuem para a compreensão do contexto funcional e prático do edifício, revelando a consideração dada à organização do espaço.
É importante observar que a imagem da maquete destaca algumas diferenças em relação ao projeto atual do Palácio do Planalto. Notavelmente, a ausência do espelho d'água e do monumento aos candangos, que agora está localizado na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

Palácio do Planalto: sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Sans titre

NOV.B.19 (158)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-158
  • Pièce
  • "1958 - construção 21/04/1960 - inauguração"
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista afastada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Sans titre

NOV.B.19 (159)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-159
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada posterior da maquete do Palácio da Alvorada. A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa. Percebe-se todos os elementos implementados na obra atualmente como a representação da pavimentação asfáltica de acesso ao monumento, o renque de coqueiros adultos os quais foram propostos plantio de palmeiras imperiais na etapa de concepção do Palácio, o anexo de serviços semi enterrado (à esquerda), os espelhos d’água da fachada frontal que reforça a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989), a Capela do Palácio da Alvorada, a passagem subterrânea para a entrada do mesmo (à direita) e na fachada posterior, a piscina, a pérgola com bar e churrasqueira, composta por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto. Porém, alguns elementos que não foram construídos e é possível visualizar na maquete são a laje de cobertura totalmente plana (a qual foi construída uma pequena platibanda - faixa vertical que emoldura a parte superior de um edifício e que tem a função de esconder o telhado) e a pequena plataforma circundada pela piscina.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sans titre

NOV.B.19 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-16
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete, ao fundo da fotografia tem-se vista parcial de água, evidências apontam para a possibilidade da fotografia ter sido tirada da varanda do apartamento da cobertura do Edifício Ypiranga localizado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde funcionava o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). A maquete retrata o projeto da primeira praça presidencial, idealizada por Oscar Niemeyer, uma proposta de praça cívica feita antes de Lucio Costa (1902-1998) ganhar o concurso do Plano Piloto. O uso de material cinza representando as vias de circulação de veículos, o material branco representando as volumetrias, o verde representando o arborizado, os tons terrosos representando as vias de circulação de pedestres e o azul representando espelhos d’água e o lago (faixa contínua de ponta a ponta no fundo da maquete). À esquerda da maquete está a volumetria do Brasília Palace Hotel, projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, com 13.562 m² de área construída e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento; ao centro da maquete está a volumetria do Palácio Presidencial, onde os aspectos plásticos são a junção do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada, intercalando entre cheios e vazios, com colunas semelhantes aos do Palácio da Alvorada, com o parlatório logo à frente à direita da rampa, um mastro de bandeira mais à frente da rampa e à esquerda do mastro vê-se uma escultura de duas figuras humanas lado a lado; à direita do Palácio Presidencial, mais à frente, tem-se vista parcial da volumetria da capela cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França, que futuramente veio a ser incorporada ao palácio residencial; mais à direita da maquete está a volumetria do Museu de Arte de Brasília (MAB) ocupando área construída de 4.800 m², hoje situado às margens do Lago Paranoá, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, com o acervo formado por obras de arte moderna e contemporânea, que vão da década de 1950 ao ano de 2001.

Sans titre

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