Sítio modificado Energia

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NOV.B.10 (83)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-83
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi erguida durante a construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. No primeiro plano da fotografia, à direita, destaca-se o espelho d'água da represa, seguido pelo corpo da barragem cuja montante é coberta por rochas. Posterior à barragem, situa-se a Estação Elevatória de Água do torto. A edificação é construída em concreto armado e abriga os equipamentos necessários para o bombeamento de água para a ETA Brasília. Próximo à elevatória, vêem-se edificações provisórias de madeira que serviram de apoio à obr, seguidas por paisagem composta por vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Ver imagens complementares da construção da barragem do torto nos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (94) e B10(118); Pasta B6.

Untitled

NOV.B.10 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-84
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-85
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-86
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Untitled

NOV.B.10 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-87
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra a fase final da construção da galeria de desvio do rio Paranoá. Também conhecida como conduto de desvio, a galeria é uma estrutura de concreto armado que possui seção de 3,00 x 3,60 metros e é fundamental para redirecionar o curso d'água através da barragem. A fotografia mostra a galeria de desvio em sua fase de conclusão, demarcada pelas paredes de contenção em concreto às laterais da sua saída d'água. Vê-se, nessas paredes, resquícios das ferragens utilizadas para sua concretagem sugerindo a desmoldagem recente. Junto à parede da esquerda, há uma escada de madeira que conecta os níveis inferior e superior da galeria de desvio. Ainda é visto, no interior da galeria, o cimbramento (conjunto de fôrmas e apoios) utilizado na concretagem. No nível superior da galeria é possível identificar uma espécie de luminária que sugere que os trabalhos continuavam no turno da noite. No segundo plano, no nível superior da galeria, é possível ver um conjunto de edificações que são possivelmente instalações de apoio para a obra. Sua estrutura de madeira denota o carater provisório das edificações. As fotografias B10 (04) e B10 (48), mostram a área de saída d'água em vista aproximada. No terceiro plano da fotografia, é possível visualizar parte do morro de onde matéria-prima foi retirada para a construção. Nota-se também a presença de resquício de vegetação herbácea, seguido por vegetação arbórea, ambos típicas do Cerrado. Para uma visão mais completa dessa fase de construção, é recomendável consultar imagens complementares nos itens B10 (04), B10 (05) e B10 (06), onde é possível observar a galeria de desvio em estágios mais avançados de construção e o referido morro. CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-88
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, registra trabalhadores em cascalheira próxima à barragem do Lago Paranoá, durante seu período de construção. No primeiro plano, distintas figuras masculinas trajam roupas de trabalho da época, muitas delas com chapéus característicos. Três homens estão agachados, concentrados em uma tarefa específica no solo, enquanto dois adolescentes observam atentamente os adultos. Ao lado deles, dois equinos equipados com selas. No segundo plano, à esquerda, uma pilha de areia se destaca, contrastando com a estrutura metálica à direita que se assemela às fôrmas utilizadas na construção da galeria de desvio (ver imagens referenciadas em B10 (04) B10 (05) e B10 (06) e B10 (48)). O terceiro plano revela a paisagem natural do Cerrado, que se estende pelo horizonte, contrastando-se com a área desmatada em preparação para a atividade da cascalheira. Para imagens complementares, consultar os itens B10(18), B10 (32), B10 (34), B10 (36), B10 (40), B10 (90), B10 (91), B10 (92), B10 (99), B10 (100) e B10 (103); Pasta B04 (Materiais de Construção) itens B04 (25) e B04 (27).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (89)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-89
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra etapa de escavação da trincheira na encosta correspondente ao que viria a ser a ombreira direita da barragem. A trincheira de impermeabilização é um corte longitudinal, feito no solo, onde será implantado o corpo da barragem. Obra análoga à do Canal, foi feita para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento. Ao longo da trincheira, destacam-se equipamentos que possivelmente serviram para executar as fundações da barargem. À esquerda da trincheira, vê-se postes de madeira com fiação instalada, possivelmente para alimentar os equipamentos e a iluminação noturna da obra. À direita, barracões de madeira que serviram de apoio provisório à obra. Sob um deles, equipamento não identificado. No segundo plano, vê-se o rio Paranoá aparentemente sendo coberto pela ensecadeira. Posterior a ele, a encosta correspondente à ombreira direita, demarcada pela remoção vegetal, e pela trincheira, que define o eixo da barragem. Vê-se ainda, junto à trincheira, outro barracão. No terceiro plano, trechos de vegetação nativa do Cerrado, predominantemente arbórea. Ver fotografia 39, fotografia semelhante, em versão colorida. Imagens complementares da trincheira podem ser vistas nos itens B10 (31), B10 (39) e B10 (89) B10 (109). A pasta A1 (Paisagens) itens (04) e (05) também registram a mesma área.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-9
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, mostra, em vista aérea, o trecho do canal por onde o Rio Paranoá está sendo desviado. A presença de água indica que a galeria de desvio está finalizada e em funcionamento. Também conhecida como conduto de desvio, a galeria é uma estrutura de concreto armado que possui seção de 3,00 x 3,60 metros e foi fundamental para redirecionar o curso d'água através da barragem. A fotografia mostra a junção do canal com o leito original que, por sua vez, desemboca em uma das corredeiras do Rio Paranoá margeado por mata ciliar afetada pela atividade humana, vista no centro superior da imagem. Vê-se, à margem direita do rio, vegetação nativa do Cerrado com alta densidade de árvores de grande/médio porte, que contrasta com a margem esquerda, onde a vegetação foi removida para as obras da barragem, restando alguns fragmentos. Próximo à convergencia com o canal de desvio, observa-se água turva, possivelmente devido aos sedimentos da ensecadeira. Para uma melhor compreensão da etapa de construção, ver os itens: B10(03), B10(15), B10(16), B10(19), B10(20), B10(24) e B10 (59).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-90
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra montagem de maquinário em cascalheira próximo à barragem do Lago Paranoá. O registro destaca a esteira do britador sendo erguida por um guindaste da empresa Manitowoc. Nos itens B10 (32), B10 (40), B10 (91) e B10 (92) é possível ver o guindaste sendo utilizado para a montagem do britador. Próximo a ela, trabalhadores vestem roupas em cores predominantementes claras. No segundo plano, outro tipo de britador, aparentemente já montado. O terceiro Plano é composto por vegetação típica do Cerrado (cerrado sentido restrito) que contrasta com o solo exposto da área da cascalheira.Ver imagens complementares: itens B10 (32), B10 (34), B10 (36), B10 (40), B10 (92), B10 (99) e B10 (100). No grupo B04 (Materiais de Construção), itens B04 (25) e B04 (27), também é possível ver fotografias de maquinários em cascalheiras. Para a identificação do maquinário, contou-se com a consultoria do professor Oscar Luís Ferreira (FAU UnB). Fotografia de Mário Fontenelle.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (91)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-91
  • Item
  • 12/01/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra maquinário em cascalheira próximo à barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, observa-se um montículo de pedras a serem trituradas. Do lado direito da fotografia, nota-se vegetação típica do Cerrado, um arbusto, e uma árvore de grande porte popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea), em que ao fundo há outra árvore da espécie. A espécie ocorre no cerrado sentido restrito e cerradão. De acordo com Silva Júnior (2012), a espécie ""[...] aglomera-se em afloramentos de quartizitos e altitudes superiores a 1000m."" (SILVA, 2012, p. 172) No centro da imagem, em destaque, vê-se trabalhadores manipulando um britador (equipamento para a trituração da brita). Do lado esquerdo da fotografia, guindaste da empresa Manitowoc, também sendo manipulado. Nos itens B10 (40) e B10 (92) é possível ver o guindaste sendo utilizado para a montagem do britador. No terceiro plano vê-se área de cerrado típico (cerrado sentido restrito), em contraste com a área desmatada para a instalação do maquinário. Ver imagens complementares: itens B10 (32), B10 (34), B10 (36), B10 (40), B10 (92), B10 (99) e B10 (100). No grupo B04 (Materiais de Construção), itens B04 (25) e B04 (27), também é possível ver fotografias de maquinários em cascalheiras. Para a identificação do maquinário, contou-se com a consultoria do professor Oscar Luís Ferreira (FAU UnB). Fotografia de Mário Fontenelle.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

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