Setor Hoteleiro Sul (SHS)

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NOV.B.20 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-32
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

Sans titre

NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Sans titre