Setor Comercial Sul

Taxonomía

Código

Nota(s) sobre el alcance

Nota(s) sobre el origen

Mostrar nota(s)

Términos jerárquicos

Setor Comercial Sul

Término General Asa Sul

Setor Comercial Sul

Términos equivalentes

Setor Comercial Sul

Términos asociados

Setor Comercial Sul

5 Descripción archivística results for Setor Comercial Sul

5 resultados directamente relacionados Excluir términos relacionados

NOV.B.18 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-61
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

" Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas ao Eixo Rodoviário Sul (eixão), registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. No registro é possível ver que a pista principal do Eixo Rodoviário Sul, denominada popularmente por eixão, já foi planificada, recebeu a delimitação da via (meios-fio) e postes de iluminação urbana em sua extensão. No limite esquerdo da imagem, estão 4 blocos residenciais e um ainda em fase estrutural. Dois destes blocos são, possivelmente, os blocos construídos pelo Instituto de Previdência (IAPI). “Pioneiro de Brasília, com a construção e a instalação de um hospital que está atendendo a tôdas as necessidades médicas de Brasília e dos municípios vizinhos, o IAPI se dedica, atualmente, à construção dos conjuntos residenciais nas super-quadras 105 e 305, na asa do lado sul da cidade. Na quadra 105, com 11 blocos, 8 blocos de 82.44m e 3 de 68.09m de comprimento, os apartamentos serão de dois tipos, com área de 199 e 166 metros quadrados, respectivamente. Na quadra 305, com 14 blocos, as unidades também serão de 2 tipos, com um mínimo de 66 metros quadrados de área, possibilitando boa moradia aos de menores posses. O total das unidades previstas é de 1200 apartamentos.” (Diário de Brasília 1958, p.34 e 35). Abaixo dos blocos da esquerda, dois carros estão estacionados. Ao fundo dos postes do lado esquerdo da pista, dois prédios estão em fase estrutural na região do Setor Comercial Sul, prédios estes que correspondem ao BNDES (maior) e ao edifício Seguradoras (menor). Andando em direções diferentes na pista central estão três homens de camisa clara e calças escuras. Na lateral esquerda há jardim delimitado por calçadas, composto de gramíneas com árvores esparsas e ao centro e na lateral direita, a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) se estende. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.18 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-70
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas ao Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista da pista central do Eixo Rodoviário (eixão) para os blocos residenciais das superquadras 100 sul. As três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver árvores esparsas de médio porte, mantidas com fins paisagísticos. No eixão encontram-se caminhões a transitar, sendo um Chevrolet 1954 preto e um grupo de aproximadamente 6 caminhões ao fundo. Saindo na via à esquerda, está uma Kombi branca e mais carros parecem se deslocar na via acima, na região onde passa o eixinho. À frente dos primeiros blocos há um tapume com placas identificadoras da obra, um caminhão branco com carroceria carregada com dois homens acima e um Jeep Willys estacionado em direção ao tapume. Ao fundo, próximo ao limite direito da imagem, observa-se os dois prédios do Setor Comercial Sul correspondentes ao BNDES (maior) e ao edifício Seguradoras (menor). Logo atrás, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.21 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-18
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra de uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Sin título

NOV.B.21 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-20
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação da construção de uma escola classe durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições em letras grandes, em dois terços com o fundo branco da placa e sublinhado com uma linha na cor vermelha: “ESCOLA CLASSE”. No terceiro terço, com o fundo escuro as inscrições: NOVACAP/ Departamento de edificações/ 3ª Divisão”. Atrás da placa, um canteiro de obras com montes de areia branca e brita e uma estrutura construída em madeira. Abaixo da placa, um cerceamento feito com estacas de madeiras fincadas no solo e carreiras de arames farpados por todo o comprimento. No quadrante inferior direito é possível notar a presença de parte da vegetação do Cerrado, com densidade média e baixa (fitofisionomia de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte).

Sin título

NOV.B.21 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-55
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e a presença de parte de vegetação campestre do Cerrado (campo limpo), que transiciona para um ambiente com maior densidade de árvores ao fundo. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

"

Sin título