Segundo pavimento

Taxonomía

Código

Nota(s) sobre el alcance

Nota(s) sobre el origen

Mostrar nota(s)

Términos jerárquicos

Segundo pavimento

Términos equivalentes

Segundo pavimento

Términos asociados

Segundo pavimento

3 Descripción archivística results for Segundo pavimento

3 resultados directamente relacionados Excluir términos relacionados

NOV.B.2 (292)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-292
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista das varandas do segundo pavimento, a área privativa familiar, ao qual o acesso se dá pela sala de vestir do presidente, quarto do presidente e demais quartos do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, a varanda do quarto do presidente, que está à esquerda da fotografia, e três colunas da fachada leste do Palácio. Ao fundo, em direção à fachada norte, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (630) com alteração de colorimetria em preto e branco, enquadramento mais para baixo e levemente para a esquerda e um homem sentado na varanda.
"

Sin título

NOV.B.2 (630)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-630
  • Unidad documental simple
  • julho de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista das varandas do segundo pavimento, a área privativa familiar, ao qual o acesso se dá pela sala de vestir do presidente, quarto do presidente e demais quartos do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, a varanda do quarto do presidente, que está à esquerda da fotografia, um homem sentado na varanda vestindo calça escura e camisa clara olhando para o horizonte, e três colunas da fachada leste do Palácio. Ao fundo, em direção à fachada norte, parte do Cerrado sem alterações, onde virá a ser o Lago Paranoá, e parte do Cerrado modificado com piso de terra ao qual há um caminhão na estrada.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (292) com alteração de colorimetria em cores, enquadramento mais para cima e levemente para a direita e sem o homem sentado na varanda.
"

Sin título

NOV.B.19 (127)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-127
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho técnico da planta baixa do segundo pavimento do Palácio da Alvorada. O desenho representa diversos ambientes aos quais estão descritos na legenda do canto inferior direito: 1 Hall; 2 Hall do presidente; 3 S.Estar (sala de estar); 4 Q.vestir do presidente (quarto de vestir do presidente); 5 Q.do presidente (quarto do presidente); 6 Quartos; 7 Rouparia; 8 Massagens - B.Turco (banho turco); 9 S.de belêza (sala de beleza); 10 Barbearia; 11 Copa; 12 S.Estar íntima (sala de estar íntima); 13 Vazios; 14 Banheiros; 15 Varanda. Abaixo da planta, próximo à esquerda, está escrito: 2º pavimento 1/200 (a escala numérica formada por números; o numeral à esquerda dos dois pontos representa as medidas do desenho técnico e o numeral à direita dos dois pontos representa as medidas reais da peça).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título