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NOV.B.12 (36)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem tem por tema central a fachada do hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Prédio construído em madeira. A fachada parece contornar um pátio cujo piso é de terra. Algumas pessoas e automóveis estacionados. Imagem semelhante ao item n. 7. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

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NOV.B.12 (37)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano, escritórios do I.A.P.I., que iniciam a avenida composta por moradias para os profissionais de saúde que trabalhava no hospital. A avenida conduzia ao prédio do hospital. Os escritórios, as residências e o hospital possuem a madeira como elemento construtivo. A imagem possui semelhança com a fotografia item n. 6. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

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NOV.B.12 (38)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI, conforme mostrado na imagem. Ao fundo a fachada do hospital. Algumas pessoas estão próximas à agência do IA.P.I.. Um automóvel, modelo Jeep, está estacionado na avenida. Os escritórios, as residências e o hospital possuem a madeira como elemento construtivo. Imagem semelhante ao item n. 6. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

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NOV.B.12 (39)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem é composta por uma edificação, possivelmente de uso institucional, ladeada por algumas touceiras de agavea e algumas árvores de médio porte, implantada no acampamento da NOVACAP (VelhaCap), hoje a Candangolândia. Observa-se uma concentração de vegetação, à frente e ao fundo, da construção. A edificação está locada em terreno em declive, onde foi empregado o sistema construtivo em palafita para sua execução. Próximo a marquise projetada, possivelmente sobre o acesso principal do edifício, um automóvel Jeep Candango está estacionado em frente a fachada. Remissiva: na pasta B 1, a imagem n. 23 parece ser a versão fotográfica ampliada (sem cortes) e colorida desta imagem.

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NOV.B.12 (4)

Fotografia colorida em formato retrato. Fotografia que mostra em primeiro plano uma máquina utilizada nas obras da cidade. Em segundo plano o hospital distrital (atual hospital de Base) em construção. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

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NOV.B.12 (40)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem é composta pela sequência linear de construções que provavelmente são moradias, todas executadas em madeira. As casas possuem varanda e aberturas (janelas) com vidro, como observado na morada que está em primeiro plano na imagem. Antecedendo a entrada da residência um canteiro de plantas floridas e uma árvore do Cerrado de pequeno porte. Em segundo plano uma cerca de madeira parece delimitar os espaços entre as moradias. Nota-se no canto esquerdo da imagem postes de energia para abastecimento das casas e iluminação do que parece ser uma rua. A Candangolândia é o local provável do conjunto fotografado.

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NOV.B.12 (41)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem enquadra a enorme estrutura feita em madeira. Não há indicações sobre a função do prédio. Observa-se a quantidade de janelas, com vidros, enfileiradas próximas à cobertura, logo abaixo outra sequência de aberturas, estas de madeira. Há o que parece ser um acesso treliçado, note a rampa rente ao chão. Todo o prédio segue em suave declive da direita para a esquerda em profundidade. Algumas árvores do Cerrado constam na imagem. Não é possível afirmar a localização do edifício, porém, estruturas similares localizavam-se na Candangolândia.

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NOV.B.12 (42)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Fotografia provavelmente do Clube Social Paranoá e Restaurante Paranoá, conhecido por Clube Paranoá, localizado na Candangolândia. O prédio estruturado em madeira com arquitetura em “L”. Vemos os fundos, o pátio, da instituição social, piso de terra, uma árvore do Cerrado solitária, almas plantas da espécie agave próximas a fachada. Remissiva: imagem similar está na pasta B 1, item 131.

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NOV.B.12 (43)

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Fotografia provavelmente do Clube Social Paranoá e Restaurante Paranoá, conhecido por Clube Paranoá, localizado na Candangolândia. O prédio estruturado em madeira com arquitetura em “L”. Na imagem 42 vemos os fundos, o pátio, da instituição social. Na imagem, em foco, a fachada frontal do clube. Dois pavimentos, o espaço do piso térreo é resultado do declive do terreno onde o prédio está instalado. O pavimento superior, com esquadrias compostas de janelas envidraçadas, aparenta possuir espaço amplo, iluminado e ventilado, avança sobre o térreo, semelhante a um balcão e sustentado em esteios, criando uma espécie de varanda onde uma bicicleta encontra-se encostada à sombra. Em torno do prédio, desmatamento, sem árvores, somente uma isolada que aparece em primeiro plano. No lado esquerdo da fotografia um trabalhador aparece executando alguma atividade.

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NOV.B.12 (44)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a placa comemorativa da inauguração do hospital, colocada no canteiro que antecede a fachada do hospital. Escrito na fachada do prédio: Instituto dos Industriários Assistência Médica. Pessoas estão na porta do Ambulatório (bloco da direita). A madeira é o elemento utilizado para a construção do hospital. Conforme o croqui publicado na revista Brasília (Novacap, n. 2, p. 12) O hospital possui a área total de 1.265,30 m2, distribuídos da seguinte maneira: no bloco central estava a Administração (308,30 m2), a Hospitalização (438,00 m2) e o Centro Cirúrgico (150,50 m2); no bloco do lado direito o Ambulatório (185,60 m2); e no bloco do lado esquerdo os Serviços Gerais (182.90 m2). Os engenheiros responsáveis pela direção da obra: Vicente Pais Barreto e Marcelo Colares Moacir. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante.

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