Sítio modificado Hotéis

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NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Sin título

NOV.B.13 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-10
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia aérea colorida em formato paisagem da região posterior do edifício do Brasília Palace Hotel, onde se localizam o restaurante e o salão de eventos, nos anos de 1959-1960, em Brasília-DF. O recorte da imagem busca enquadrar tanto a piscina ovalada projetada por Oscar Niemeyer (1907-2012), quanto o Lago Paranoá cheio ao fundo. O hotel, projetado em 1956 por Oscar Niemeyer e sob a direção da NOVACAP, foi inaugurado em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa para a nova capital. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto. A laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão, delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. A área da piscina, próxima ao bloco térreo, foi pensada de forma simplista por Niemeyer, que desenhou o formato ovalado em um momento de impaciência pela demora na construção. Ao lado direito da piscina oval, estão três blocos brancos, sendo dois retangulares e um cilíndrico. Entre o gramado do Palace e o Lago Paranoá, há terra batida com vegetação rala de cerrado, indicando intervenção humana, que se estende até a borda do lago. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961, como relatado por Esnal em seu livro sobre a construção de Brasília. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno da península do lago Paranoá, com a presença do Cerrado e evidências de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-23;

Sin título

NOV.B.13 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-11
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem da construção do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1959 em Brasília - DF. A representante digital contém manchas e riscos verdes. Em dois terços da imagem, observa-se a obra de Oscar Niemeyer se estendendo transversalmente, ainda em etapa de finalização de estruturas. O prédio foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas na parte posterior e com cobogós na fachada frontal, além de duas empenas cegas em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, rodeados por terra batida. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, por 203 metros de comprimento. Envolto por andaimes em madeira, apenas a segunda parte do Palace tinha a estrutura pronta. Acima do edifício em construção, 4 operários se locomoviam pela laje de cobertura. Ao lado esquerdo do edifício, uma instalação de apoio aos operários do canteiro. Do lado direito do prédio, antes da divisão pelo corredor do segundo bloco, duas caminhonetes verdes fazem transporte, carga e descarga de tijolos da caçamba para o chão, e uma caçamba com uma pilha de tijolos está próxima a uma estrutura de cobertura improvisada. Na caminhonete ao lado da pilha de tijolos, um funcionário descarrega materiais da caçamba. Na caminhonete adjacente ao anterior, 3 operários - um em pé sobre o degrau da cabine, outro apoiado no para-choque e o último a caminhar no terreno de terra seca batida. Ao lado dos caminhões, há pilhas de blocos no côncavo do terreno, agrupamentos de tijolos - de furo e de adobe -, areia, terra e brita. No plano de fundo, a vegetação do cerrado se apresenta com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte, em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda urgente de Juscelino Kubitschek, que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Imagens complementares podem ser encontradas no grupo/maço: nov-d-4-4-b-2, item "NOV-D-4-4-B-2 (579)".

Sin título

NOV.B.13 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-12
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem, a representação digital mostra manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. A vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas do que viria a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, como uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa para a nova capital. O registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado considera os planos horizontais de cada pavimento, rodeado por terra batida. Isso dá uma noção da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Escadas de madeira são apoiadas nas estruturas, auxiliando os trabalhadores no acesso aos pavimentos. Do lado direito da fotografia, voltado para uma das fachadas, duas gruas - uma maior posicionada diagonalmente ao topo do edifício, enquanto a menor auxilia o transporte de materiais no térreo - fornecem apoio para a sustentação das peças metálicas. Ao fundo da estrutura metálica, três caminhonetes transitam pelos arredores da obra, responsáveis pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra. Do lado esquerdo da imagem, uma instalação - aparentemente um posto de vigilância - está presente, além de outros materiais no solo ao lado do edifício. As delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso ainda não pavimentados no entorno do hotel. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas, incluindo trechos campestres (campo sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.

Sin título

NOV.B.13 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-14
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 e 1960 em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado direito do salão, um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, é uma pintura mural feita sobre alvenaria, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Em primeiro plano, na parte inferior do piso flutuante de madeira, um tapete off-white delimita um espaço de convivência, juntamente com um conjunto de mobília composta por duas poltronas brancas, um sofá amarelo e uma mesinha branca ao centro, com um cinzeiro de vidro acima. Subindo a escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, chega-se a um mezanino; sobre ele, há uma peça de tapeçaria e um grupo de três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), dispostas em volta de uma mesinha de centro com um arranjo de flores em cima. No fundo, um painel ripado de madeira de tons escuros com passagens em ambos os lados. Na base do mezanino - lado esquerdo da fotografia - há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No lajeamento, três placas com cores amareladas destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, inclusive com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Sin título

NOV.B.13 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-17
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem mostra parte da fachada principal do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. Observa-se que a intenção do fotógrafo foi capturar a vasta paisagem do Cerrado e o pitoresco céu azul e flocado com nuvens em contraste com a imponente obra de Oscar Niemeyer (1907-2012). O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. À penumbra do edifício, sobre o piso concretado, uma estrutura retangular e vertical, que parece ser de madeira, e em frente ao hotel há um gramado, incerto se plantado ou não. Ao fundo, a região onde passará o Lago Paranoá, local onde residiam parte dos trabalhadores da capital - a Vila Amaury - em uma vila precária de casas e comércios em madeira. Tal vila foi criada por Amaury Almeida, servidor da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), em 1957, como uma região temporária, pois aquela porção de terreno receberia as águas da barragem do Paranoá, com o intuito de promover lazer e conforto climático para Brasília. A remoção dos residentes foi compulsória, mas alguns resistiram à destruição da vila permanecendo até que o nível da água subisse, tendo seus pertences levados. Cely Nogueira, trabalhador da época, conta que seu pai foi um dos que resistiu à saída da Vila: 'Meu pai teimoso não queria sair. Ele não acreditava que a água ia subir. De repente, a água estava entrando dentro de casa. Eu me mudei com ele com a água dentro da casa porque ele não queria sair. Aquele que não queria sair, teve que sair forçado' (NOGUEIRA apud BASTOS, 2018).

Sin título

NOV.B.13 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-18
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem da perspectiva da fachada do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida da parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no segundo terço da imagem, demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado direito, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (fachada posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. No canto esquerdo, na parte inferior do terreno, há duas treliças metálicas verticais, um ônibus amarelo e uma cobertura branca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. O Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.

Sin título

NOV.B.13 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-2
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Composição das duas primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa para a nova capital. Ainda no terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase final de construção, fachadas oeste - de elementos vazados - e a norte finalizadas. No plano de fundo, no quadrante superior esquerdo, o vislumbre do que configura o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). Nos arredores dos dois edifícios, tem-se a presença de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. No quadrante superior, do centro à direita, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso ainda não pavimentados no entorno do hotel, no período de obras. O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre (campo sujo) principalmente ao redor do Palácio da Alvorada e do Brasília Palace Hotel, e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23; nov-d-4-4-b-1;

Sin título

NOV.B.13 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-20
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão, há um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958, com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, do lado esquerdo, sobre o mezanino, vêem-se três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), colocadas em volta de uma mesinha de centro decorada com arranjos de flores e um vaso decorado no chão. Do lado direito, uma escultura (possivelmente trata-se da obra Três Pontos) de Franz Weissmann, de 1957, sobre uma base cúbica branca. Piso flutuante de madeira foi aplicado sobre toda a extensão do salão, exceto no quadrante inferior central da fotografia - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No piso inferior, quatro áreas de convivência são delimitadas por tapetes off white: no primeiro agrupamento de mobílias, à esquerda, há duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha de centro e outra entre o sofá e uma das poltronas, onde há uma lixeira preta em formato semelhante a uma ampulheta. Do lado direito, em primeiro plano, o segundo ambiente é composto por um conjunto de sofás vermelhos de quatro lugares, duas poltronas brancas e uma mesa de canto de madeira na lateral da poltrona. Ao fundo, um terceiro conjunto de mobílias com uma poltrona vermelha Womb Chair e duas poltronas brancas em volta de uma mesa ao centro com um arranjo de flores em vaso sobre ela. Na delimitação do lado direito da fotografia, vê-se uma parede ondulada começando convexa em primeiro plano e terminando côncava ao fundo, feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio. Na abertura entre o mezanino e os painéis de vidro, um grupo de homens e mulheres (12) está sentado em volta de uma mesa enquanto outro homem está de pé. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

Sin título

NOV.B.13 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-27
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada leste do bloco principal e parte do bloco térreo, intencionalmente captando o vão entre as estruturas. À esquerda, abaixo da cobertura do bloco secundário, um homem de capacete claro está no canto entre os painéis de vidro e o painel de azulejos. Sendo o painel de Athos Bulcão (1918-2008) composto de azulejos 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco, de 3,18 x 34,74m e está instalado no jardim externo e no salão de eventos. Paralelo ao fotógrafo estão os painéis de vidro do corredor conectivo - onde fica o mezanino e a recepção - do bloco térreo com o bloco principal. Abaixo do maior bloco, entre os pilares pretos, estão um grupo de homens (aproximadamente 9) que utilizam vestimentas mais formais - ternos, camisas sociais - e conversam entre si. Ao lado, um carro de cor amarronzada e um homem atrás dele. Atrás do bloco térreo, é possível ver uma torre de caixa d’água. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada com intuito paisagístico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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