Sítio modificado Construções

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NOV.B.20 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-11
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, vegetação rala à esquerda, indicando remoção recente da vegetação, e duas árvores de baixo porte e uma de médio porte, ambas nativas do Cerrado. Atrás, o que aparenta ser uma montagem de forma com tábuas de madeira com travamentos diagonais também de madeira. Ao redor, algumas figuras humanas e materiais de construção. Este está próximo ao canteiro de obra que está sendo construído, da SQS 106, futuro projeto da empresa Kosmos engenharia S/A, que tiveram a tarefa de erguer os onze blocos do “Conjunto Residencial IAPC” a superquadra, custeada pelo Instituto de Assistência Previdenciária dos Comerciários – IAPC.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-1 (35).
"

Untitled

NOV.B.20 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-15
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra que pressupõe ser da Esplanada dos Ministérios devido ao que possivelmente é a Alameda dos Estados do Palácio do Congresso Nacional ao centro da fotografia. Este possui hasteado as 27 bandeiras dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, e foi previamente planejado e inserido nas maquetes de estudo do Congresso Nacional. Ao fundo, da esquerda para a direita, um caminhão, um canteiro de obra com placa de identificação com o nome da construtora ESOL Engenharia Sanitária e Obras a qual foi responsável pela construção do Tribunal de Contas da União entre 1960 e 1966, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais e outro caminhão. Vários postes de tronco de madeira estão espalhados pelo local. Ao fundo, nota-se a vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-2
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Dos dois lados da EPAR, mata de galeria que acompanha o curso d’água. Ao redor da estrada vegetação campestre do Cerrado, provavelmente um campo limpo ou vegetação que foi removida para construções.

Untitled

NOV.B.20 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-22
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com risco no canto inferior direito e algumas manchas. Vista da Farmácia São João localizada na Cidade Livre, atual região administrativa Núcleo Bandeirante. A construção é longilínea e horizontalizada, com revestimentos de tábuas de madeira posicionadas verticalmente pintadas de verde claro, portas com detalhes em branco, telhado de uma água com inclinação mínima e sua base se eleva de acordo com a inclinação do terreno o qual é possível visualizar pelos tijolos rente ao chão de terra batida. Há uma figura humana masculina parada em uma das portas da construção e este está com veste formais (calça, camisa e terno). Acima desta porta há uma luminária de parede apontando para a rua. À direita da fotografia, a grande placa da farmácia escrito “Farmácia São João - manipulação, aplica-se injeções e domicílio”; uma bicicleta, parte da copa de um arbusto/árvore (espécie não identificada) e outra construção com telhado cerâmico com pelo menos duas águas.
Fotografia referência do item NOV-D-4-4-B-1 (246) a qual é possível visualizar ao fundo, à direita, escrito pintado em um edifício Farmácia São João. Esta fotografia está localizada na Avenida Central do Núcleo Bandeirante, mais especificamente na esquina da travessa Dom Bosco.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CIDADE LIVRE:
Conforme Jusselma Duarte Brito (2010, p. 68), o Núcleo Bandeirante foi idealizado como sede urbana temporária. Localizada à margem da rodovia que conectava com a cidade goiana de Luziânia (que abrigou os primeiros escritórios da Novacap na região), a pequena urbe mantinha em seu traçado primitivo apenas uma avenida central, duas secundárias e algumas ruas transversais, tinha seus terrenos cedidos em sistema de comodato, sem escritura definitiva, prevendo-se que fossem devolvidos aos domínios da Novacap em fins de 1959. As atividades comerciais eram facilitadas pela isenção de tributos, condição essa que inspirou o nome pelo qual o assentamento ficou mais conhecido em seus primeiros dias: Cidade Livre. Mas sagrou-se mesmo como Núcleo Bandeirante, onde cerca de duas mil pessoas habitavam em julho de 1957 (Geiger, 1963, p. 432).
"

Untitled

NOV.B.20 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-23
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posto de gasolina nomeado de Posto Paulista, “de propriedade do nipo-brasileiro Kioto Kahi, que veio de São Paulo em agôsto de 57. Estabeleceu-se com pôsto de gasolina, distribuindo os produtos “ATLANTIC”, conforme se vê na foto [...].” (História de Brasília. Revista, n. 1). O local possui chão de terra batida com dois tanques/reservatórios de gasolina. Duas placas estão com o nome Atlantic, um no poste entre os tanques e outro um letreiro sobre a cobertura do pequeno edifício de alvenaria com telhado de uma água o qual é branco com detalhes em azul (na base do edifício) e vermelho (ao redor das esquadrias) e têm escritos pintados em sua fachada: kelly, Posto, Kioto Kahi, Paulista; e escritos em letreiros próximo à cobertura: Atlantic, lavagem, lubrificação. Há duas figuras humanas masculinas à esquerda ao lado de vários veículos e outros dois sentados abaixo de uma das grandes janelas do edifício. Ao fundo, mais construções e veículos.

Untitled

NOV.B.20 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-25
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Escola Industrial de Taguatinga em fase de construção. Em primeiro plano, concretagem de parte do piso com carrinho de mão e diversos materiais de obra espalhados sobre o mesmo. Em segundo plano, o edifício longilíneo e horizontal de alvenaria, com alguns troncos de madeira (à direita) adjacentes às suas fachadas, acabamento de reboco aplicado na parede (após a alvenaria e antes da massa e do revestimento final), colunas em sua fachada à esquerda sobre o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Ao fundo, nos cantos esquerdo e direito da fotografia, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-27’ (21) com alteração de coloração e espelhada.
"

Untitled

NOV.B.20 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-26
  • Item
  • 1940 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista diagonal de uma das fachadas do Edifício Gustavo Capanema no Rio de Janeiro, um marco da arquitetura moderna brasileira. É possível visualizar na fotografia o edifício longíneo com o alto pé direito do pilotis com colunas estruturas externas, o grande vão do pilotis e as janelas/esquadrias em fita no pavimento superior que vão do piso até a cobertura a qual possui vegetação (parte central superior da fotografia). Ao fundo, outros edifícios de 6 pavimentos, alguns veículos e figuras humanas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO EDIFÍCIO GUSTAVO CAPANEMA:
O Palácio Capanema foi construído entre 1937 e 1945, com inauguração realizada por Getúlio Vargas, então presidente. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1948 e é um dos principais marcos da arquitetura moderna brasileira. A criação do MEC aconteceu no governo de Getúlio Vargas, com seu projeto de centralização da máquina pública. Lembrando que, na época, o Rio de Janeiro era a capital do Brasil. O nome do prédio é uma homenagem ao ministro Gustavo Capanema, um intelectual que era ligado a inúmeros artistas vanguardistas e tinha em mente um novo projeto cultural para o país. Ele buscava se apropriar das novas estéticas internacionais, como o modernismo, para refletir a busca pelo progresso e pela modernização do Brasil. (Archtrends Portobello, 2021).
O projeto para o então denominado Ministério da Educação e Saúde Pública foi elaborado no decorrer do ano de 1936 pela equipe integrada pelos arquitetos Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão e Ernani Vasconcelos, sob coordenação de Lucio Costa. A pedido do então Ministro Gustavo Capanema e com orientação de Le Corbusier, a equipe de jovens modernistas brasileiros ficou incumbida de dar identidade nacional ao edifício que viria a se tornar um dos maiores ícones de nossa arquitetura, em frontal oposição à estética dominante. (Arquicast, 2022).
Mais do que um simples edifício público com funções administrativas, o Palácio Capanema, nome que hoje batiza o complexo, é um verdadeiro acervo do que de melhor produziu nossa cultura artística no início do século XX. Fazem parte de sua inovadora espacialidade esculturas de artistas como Lipchitz, Giorgi, Menezes e Adriana Janacopulos, pinturas, afrescos e painéis de azulejos de Portinari e paisagismo de Roberto Burle Marx. (Arquicast, 2022).
"

Untitled

NOV.B.20 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-32
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-33
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea diagonal do edifício da Imprensa Nacional. O edifício possui um formato quadrado, mas que pelo ângulo da fotografia aparenta ser retangular. Este é de concreto armado com pelo menos quatro pavimentos com uma de suas fachadas revestida por esquadrias. Em sua cobertura percebe-se as seções das inclinações para escoamento de água. Ao redor do edifício, há diversas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das construções temporárias, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-35
  • Item
  • 06/07/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Plano Piloto, mais precisamente do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília sobre o eixo: “Dêsse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento.” (COSTA, 1957, p.10). Ao redor há vegetação do Cerrado, em que é possível notar trechos campestres (campo limpo), principalmente na parte inferior da fotografia, e trechos com média densidade de árvores (cerrado sentido restrito). A vegetação se estende pelo horizonte.
Fotografia com referência ao item NOV-D-4-4-B-18 (49).
"

Untitled

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