Sítio modificado

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NOV.B.6 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-51
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Plantação em estágio inicial, distribuídas em tabuleiro com leiras retangulares distribuidas uniformemente, em meio sulcos retilíneos nas quatro laterais. A primeira linha de leiras possui estacas feitas de gravetos curtos e pouco espaçados entre si, fincadas em terra seca. A segunda linha de leiras também apresenta solo seco, mas com plantas já crescendo, em estágio inicial. Na parte direta dessa mesma linha, as leiras já tem terra mais escura, ou seja, úmida.
Esse primeiro terreno está cercado por inúmeros indivíduos de plantas conhecidas como espada-de-São-Jorge (Dracaena trifasciata). Uma estrada de terra separa de outra plantação, essa com a terra mais escura e com indíviduos maiores e um pouco mais densos, em comparação com os do primeiro plano.
A paisagem consiste em 4 planos principais: em primeiro plano há plantações com irrigação em sulcos e leiras com gravetos;
Em segundo plano há outra plantação em leiras delimitada de um lado por cerca de arame farpado com madeira rústica, e do outro por uma estrada de terra que separa das espadas-de-são-Jorge e das demais plantações. Entre as leiras e à cerca, na lateral direita há um poste que sustenta um fio.
Por todo perímetro atrás da cerca há presença de planta exótica entre o cerrado nativa, sendo ela a Agave americana, conhecida também como Piteira. Ela é vista até mesmo em meio a outros arbustos e ainda não apresenta floração.
O terceiro plano mostra uma mata nativa de cerrado densa, além de um horizonte com serra à direita da fotografia. Por último está o céu nublado.
A lateral direita tem uma árvore nativa de grande porte à frente da cerca e atrás de um tanque de concreto. Possivelmente esse tanque irá irrigar os sulcos das plantações. Há um homem apoiado no tanque, na extremidade da fotografia, usando uma calça azul e uma camisa clara. Outro homem caminha na estrada de terra em frente às espadas-de-são-jorge, em frente ao tanque de concreto. Ele usa um chapéu, roupas claras, um relógio no braço direito. Sua caminhada está em direção à esquerda da fotografia.

Untitled

NOV.B.6 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-52
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

O foco principal é um cercado com plantação de uva (videira, Vitis sp.). Ela é conduzida e sustentada por meio de latada (também conhecida como pérgola). Em toda a área visível na fotografia, a latada é feita de troncos de madeira nos postes, nas cantoneiras, nos fios de sustenção, etc.
Na fotografia o fotografo deu ao cercado e à pérgola/latada um formato triangular, com uma ponta localizada na parte inferior da imagem, delimitada com um tronco rústico da cerca.

O primeiro plano é composto por solo e outros elementos sobre ele. Por toda a área visível o solo tem cor escura, implicando na presença de adubação e/ou umidade. Dois troncos em primeiro plano estão deitados pelo solo, junto à algum tipo de palha e estacas fincadas no chão à esquerda. Na lateral esquerda um tronco grosso atravessa até dentro do cercado, e há ainda um quarto tronco ao lado deste.
Dentro do cercado, as pérgolas ainda abrigam alguns indíviduos de plantas do milho (Zea mays) espalhados dentre as videiras, sendo visíveis graças a sua altura elevada e cor mais escura que contrasta com a plantação de uvas.
Após a plantação de uvas há uma linha que a separa de duas camadas de cerrado. A primeira tem cor mais clara e altura das árvores inferior à segunda camada, mas mais altas do que as videiras. Por sua vez, a segunda camada possui vegetação alta e parece ser mata de galeria ou ciliar, pois apresenta troncos mais retos e longos.
Atrás dessa última camada do cerrado, por entre alguns espaços verifica-se horizonte com morro/chapada e um céu claro com algumas nuvens.

Informações adicionais: Latada, também chamado de pérgola, é a forma mais tradicional de plantação de uvas no Brasil. Seus postes que podem ser de madeira (mais usadas), pedra, concreto ou metálicos. (EMBRAPA)

Untitled

NOV.B.6 (53)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-53
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
Em plano solo desmatado e arenoso, com algumas plantas rasteiras ralas e dispersas. Alguns montes de areias com pedaços brancos e minas d'água à esquerda. Uma pequena ponte atravessando o córrego na lateral inferior esquerda, partindo do lado de montes de areia em cada margem.
Terreno inclinado onde a direita está mais alta do que a esquerda, e o córrego é a parte mais baixa.
Em segundo plano uma estrada de terra parte da direita da imagem e segue pelo centro. Um carro está no meio da estrada ao lado de restos de troncos.
Em terceiro plano há maior densidade de vegetação nativa, incluindo mata ciliar/ de galeria, e pasto. Ao centro há um assentamento envolto à mata nativa, com diversos blocos de edificações com telhados de uma água.
A parte superior consiste em céu nublado, parte essa que ocupa quase metade da fotografia.

Informações adicionais: Os primeiros japoneses chegaram à Brasília em 1956. Isto é, antes da inauguração da Capital. Vieram por conta da Cooperativa Agrícola Cotia. Era um grupo de aproximadamente 30 orientais. Eles receberam terras (arrendadas) e se instalaram às margens do Riacho Fundo (próximo à entrada da Fazenda Sucupira) e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (p. 44)

Untitled

NOV.B.6 (54)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-54
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Dezenas de indíviduos jovens de perus (Meleagris gallopavo) abrigados em um aviário com vedação de madeira. Eles estão em pé e espalhados por toda a fotografia.
No canto superior esquerdo há uma grande quantidade de animais concentrada no que parece ser comedouros em calha ou horizontais.
O chão é coberto por aparente maravalha, um material produzido por pedaços de madeira, semelhante à serragem, e próprio para criação de aviários e outros animais.

Informações adicionais: A Granja do Torto foi aparelhada para produzir leite, ovos e frangos. (...)
A produção de ovos e frangos foi iniciada com um aviário com 40 mil aves e um abatedouro para frangos, construído próximo ao aviário. Fornecia-se aos produtores recém chegados, pintos de um dia. (p. 20)

Untitled

NOV.B.6 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-55
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Três pessoas com traços japoneses, sendo duas crianças e um adulto, posam para a foto com as mãos na plantação de tomates.

Em primeiro plano um menino com traços japoneses está agachado em posição de cócoras, usa uma camisa clara com bermuda e está descalço. Suas mãos abraçam o tomateiro e ele sorri.
Em segundo plano está um homem adulto agachado em posição de cócoras. Usa camiseta e shorts brancos e um chapéu claro. O braço esquerdo está mais levantado, segurando folhas do tomateiro.
Atrás do homem adulto está outro menino, dessa vez em pé. Ele usa um chapéu amarelado, camisa clara e também toca as folhas do tomateiro.

A parte direita da fotografia tem terra molhada e camadas de vegetação até o horizonte com céu claro.
Ao lado esquerdo, após as três pessoas, os tomateiros, com frutos ainda verdes, erguem-se em tutoramento com estacas cruzadas.

Informações adicionais:
Imigração Japonesa ao DF: Os primeiros japoneses chegaram à Brasília em 1956. Isto é, antes da inauguração da Capital. Vieram por conta da Cooperativa Agrícola Cotia. Era um grupo de aproximadamente 30 orientais. Eles receberam terras (arrendadas) e se instalaram às margens do Riacho Fundo (próximo à entrada da Fazenda Sucupira) e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (p. 44)
Plantação de tomates: "Tutoramento - É feito para as variedades de crescimento indeterminado, de modo a evitar que a planta se desenvolva apoiada no solo e ação danosa dos ventos . O sistema mais utilizado é o da colocação de um fio de arame à altura de 1,70 a 1,80 m entre duas linhas de plantio. Junto a cada planta são fincadas estacas de madeira ou bambu, amarradas ao arame. Nesse caso, as plantas ficam inclinadas." (p. 32)¹
"Irrigação - O sistema por sulcos é o mais utilizado para o tomateiro, pois, embora exija a sistematização do solo para sua implantação, reduz a possibilidade de ocorrência de doenças fúngicas em comparação com o sistema de aspersão." (p. 30)¹

Untitled

NOV.B.6 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-56
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, colorida.
Residência da Granja do Torto por volta de 1960. Na imagem a entrada da residência localizada na granja modelo número 3. À direita se observa sua fachada norte em fase completa de construção. Ao fundo da casa, uma faixa densa de cerrado emoldura a paisagem. A frente da casa, ocupando a maior parte da imagem, o jardim de entrada circundado pela estrada pavimentada levando à entrada. Neste jardim há a predominância de grama, algumas plantas ornamentais e flores. A residência, projetada por Oscar Niemeyer, se encontra em seu estado original e teve como seu primeiro morador um dos diretores da Novacap, Íris Meinberg. Sua estrutura é de alvenaria e possui características da arquitetura moderna, como cobertura plana, no entanto sua fachada quase plana é ornamentada com relevos horizontais que emolduram também as esquadrias das janelas. A residência é composta por dois volumes de prisma retangular em “L”. O volume principal de entrada é o que se enxerga na fotografia.

Untitled

NOV.B.6 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-57
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia colorida.
Imagem da fachada posterior, norte da residência da Granja do Riacho Fundo, data provavelmente de 1960. Nesta imagem ao fundo bambuzal. A direita pátio e a escada que leva à piscina. A esquerda parte da fachada leste, céu claro com algumas nuvens. No horizonte colinas e cerrado sentido restrito. No gramado à frente da casa, a grama aparenta ser recém plantada e é possível identificar um canteiro de flores ornamentais, indicando o tratamento paisagístico no terreno. A direita ao fundo da residência é possível ainda enxergar um trecho da estrada aberta atual Epnb N 4 Grj do Riacho Fundo - Riacho Fundo II.
A residência projetada por Oscar Niemeyer sofreu diversas modificações e ampliações desde sua constituição. Nesta imagem da residência em seu estágio original, se observam as esquadrias do chão ao teto de madeira e a pele de vidro que cobre a fachada. A residência está pintada de branco, possui cobertura plana e características arquitetônicas dos projetos modernistas.

Untitled

NOV.B.6 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-58
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

Untitled

NOV.B.6 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-59
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia colorida
Granja do Torto, GM-3, por volta de 1958-60
Na imagem um dos galpões da granja do torto em construção. Ao seu lado dois homens com vestes de trabalho, seus rostos escurecidos pela sombra dos chapéus vestem chapéus, camisas de botão e calças compridas. O edifício ainda em construção de alvenaria, reforçado com pilares e vigas de concreto nas extremidades. A cobertura é em arco, com vigas de aço e ainda encontra-se sem telha na imagem. A construção está escorada com tábuas de madeira e está sendo iluminada por um sistema provisório, a fiação apoiada em postes de madeira ao redor do galpão. Ao fundo e à direita da imagem se vê uma cisterna, que aparece em outras fotografias e permite localizar esta fotografia no conjunto da granja do torto. Algum resquício de cerrado sentido restrito está presente no fundo da construção enquanto ao seu redor próximo está um pedaço de terra desmatada e algumas pilhas de entulhos de obra e tijolos maciços.

Untitled

NOV.B.6 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia formato paisagem, colorida. Em destaque na imagem mudas de pinheiros. Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Outro ângulo da imagem pode ser visto no item 9. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

Untitled

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