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NOV.B.2 (314)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista perspectivada da fachada lateral (sul) e da fachada posterior (leste) do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, na imagem, a edificação está finalizada, os revestimentos foram inseridos e a pele de vidro está completa e em pleno funcionamento, fator que é notório devido os módulos de esquadria que se encontram abertos. O bloqueio visual, feito por grandes cortinas de tecido, também aparece instalado. A fotografia indica que a obra foi concluída em tempo considerável, pois o mármore branco que reveste as colunas e o piso apresentava pátina, especialmente na base desses elementos. O gramado é registrado cobrindo totalmente o entorno imediato da casa oficial. A escada de acesso à área do jardim íntimo também é vista lateralmente e conecta o bloco da residência à escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973), que não aparece no enquadramento da fotografia. Em segundo plano, há uma via lateral não pavimentada com um veículo, não identificado, estacionado. Em terceiro plano, encontra-se a vista da paisagem norte, sem alterações significativas na paisagem natural.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (313)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da construção da plataforma correspondente ao edifício principal do Congresso Nacional. Em evidência, situa-se o complexo sistema de armação de aço, disposto diagonalmente e verticalmente ao chão, contornado por formas de madeira. Em primeiro plano, da esquerda para direita, observa-se diversas esperas, em uma delas está pendurado um pedaço de pano. Adjacente, há um operário negro de chapéu, espaçadamente, há outro funcionário segurando na mão direita barras de aço. Adiante, verifica-se três trabalhadores em série, agachados inseridos nas lacunas existentes das formas de madeira, à esquerda, é possível visualizar apenas a cabeça de outro funcionário. À direita, está somente um profissional de camisa xadrez com pernas inseridas no vão fumando. Ao fundo, extrema esquerda, presencia-se esparsamente, localiza-se um trabalhador de camisa longa escura e calça jeans dentro de uma cavidade de forma madeirada. Lateralmente, conjunto de vergalhões verticalizados encadeados que prolonga-se até um grupo numerosos de operários, os quais é perceptível apenas na parte inferior. À direita, visualiza-se esperas rente a parede madeirada. Mais ao fundo, é visível mais pernas de outros operários presentes na área construtiva.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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NOV.B.2 (312)

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, à frente do edifício um dos espelhos d’água de 60 cm de profundidade. O Palácio da Alvorada está finalizado com iluminações claras na marquise (na fachada dos edifícios, cobertura em balanço ou não, lateralmente aberta, para proteger da chuva e do sol” (in Dicionário Eletrônico Houaiss) da fachada frontal do Palácio as quais valorizam sua forma arquitetônica e refletem nos espelhos d’água. Ao lado do espelho d’água, gramado plantado e ao fundo, à direita da fotografia, parte do edifício anexo de serviços e apoio a qual é semienterrada. No horizonte, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (622) e (573) com alteração de coloração e leve enquadramento para a direita.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”. "

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NOV.B.2 (311)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do que aparenta ser a construção de uma escada no Palácio do Congresso Nacional. Percebe-se a forma helicoidal (forma de hélice, em caracol) da suposta escada com o uso de tábuas de madeira que variam de angulação do núcleo do mesmo (à direita) que também é de madeira, porém de forma cilíndrica. Por baixo das tábuas de madeira há barras de aço entrelaçadas e sob as barras, outras pequenas e finas tábuas de madeira criam uma superfície contínua na parte inferior da suposta escada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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NOV.B.2 (310)

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista lateral da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, uma das rampas de acesso à Capela do Palácio e a grama do paisagismo frontal. Ao fundo, à esquerda, a marquise (a pequena cobertura entre a fachada principal e a de vidro) do Palácio da Alvorada e suas colunas revestidas em mármore branco. É possível perceber a base da coluna na aresta do monumento a qual vai afinando em direção ao solo, dando a impressão de estar repousando sobre o chão. Ao fundo, da esquerda para a direita, o anexo de serviços e apoio do Palácio da Alvorada, os espelhos d’água de 60 cm de profundidade, a escultura “As Iaras” de 1958 do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989) a qual está sobre um dos espelhos d’água (esta é feita de bronze com 1,30m x 4m), o renque de coqueiros adultos os quais foram propostos plantio de palmeiras imperiais na etapa de concepção do Palácio e alguns veículos. No horizonte, fitofisionomia do Cerrado.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

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NOV.B.2 (31)

"Fotografia em cores em formato paisagem. No primeiro plano, em destaque, há trabalhadores deslocando-se na Rampa Solene do Congresso Nacional, sede do poder Legislativo, em direção à laje de cobertura do Edifício Principal, embasamento que abriga as duas cúpulas dos Plenários. Oscar Niemeyer (1907-2012), autor desse projeto, em seu livro ""A forma na Arquitetura"", pontua que Le Corbusier (1887-1965), um dos grandes nomes da Arquitetura Moderna, enaltece a concepção plástica dessa rampa destacando sua originalidade. Na foto, a rampa está concretada e desenformada, porém ainda sem o revestimento de piso previsto em projeto: placas de mármore bruto em dimensões variadas, assentadas com juntas desencontradas. Um dos pilares em concreto de seção circular, parte integrante da estrutura da rampa, locado na sua porção final mais elevada, está desenformado, entretanto, permanece com o escoramento montado. No seu entorno à esquerda, há um amontoado de terra e areia retidos por contenção de madeira e, à direita, há peças de madeira dispostas em pilhas, presumivelmente utilizadas majoritariamente como escoras e fôrmas para concreto armado, e se observa parcialmente um barracão de obra simples em madeira. No segundo plano, observa-se o Edifício Principal, com a laje de cobertura concretada e desenformada, porém com cimbramento (estrutura de suporte provisória, formada por um conjunto de peças que apoiam fôrmas horizontais e sustentam as cargas atuantes na edificação em execução) montado na porção lateral direita, área equivalente à projeção da Câmara dos Deputados. Nesse trecho, na plataforma superior (cobertura do edifício/embasamento das cúpulas), há a movimentação de trabalhadores e percebe-se que a execução da cúpula da Câmara dos Deputados está incipiente, visto que a montagem do molde para o concreto armado da estrutura não foi concluído e é possível aferir que a malha de aço da armação não está amarrada. Em terceiro plano, posterior ao Edifício Principal, pode-se identificar o edifício Anexo da Câmara dos Deputados, uma das torres gêmeas com 29 andares que acomodam os gabinetes da sede do Legislativo, evidenciado somente pelo seu esqueleto estrutural em aço em processo de construção. No momento do registro fotográfico, sua montagem estava no estágio inicial, estando com os pavimentos parcialmente erigidos, uma passarela provisória em balanço conectando ambos edifícios e maquinário (grua) no topo de uma das torres.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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NOV.B.2 (309)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da construção da plataforma correspondente ao edifício principal do Congresso Nacional. Em evidência, ressalta-se o complexo sistema de armação de aço, disposto retangularmente, alongando-se, de baixo para cima, ao chão. Iniciou-se levemente sua expansão nas laterais. Em primeiro plano, nota-se um operário negro agachado, sob uma tábua de madeira, apoiando um dos braços no pé e o outro na caixa de ferramentas, próximo a ele, há um terno pendurado em um muro de armações de aço, seguido, de uma área que detém já fixadas diversas formas de madeira. Mais ao centro, acima, destoa-se uma quantidade considerável de estribos agrupados. Na posterior do operário negro, está uma tábua de madeira de formato triangular. Logo após, situam-se três obreiros, paralelos entre si, mirando aspectos estruturais da obra. Adjacentes a eles, há uma armação de pilar inconclusa, a qual detém um pedaço de pano apoiado em uma espera. Tal estrutura está separando os vergalhões de aço que estendem-se em uma superfície pertencente a uma longa forma de madeira. Verifica-se que há um profssional de chapéu de chapéu e camisa longa direcionando sua atenção para outro funcionário, o qual é possível visualizar apenas a parte lateral de seu corpo, adjacente a ele, está um funcionário de camisa longa de manga arregaçada e chapéu, curvado,apoiando seus braços nos vergalhões presos aos estribos. Adiante, mais ao centro da fotografia, visualiza-se um operário, adjunto a uma mesa quadrada de madeira, inserindo seu braço direito na armação, provavelmente para corrigir alguma irregularidade. Ao lado dele, presencia-se outro funcionário com as pernas introduzidas na estrutura, possivelmente descansando. Em sua diagonal, há um obreiro inclinado seu tronco e estendendo seu braço esquerdo em direção a um par de vergalhões longilíneos, que vem desde a localidade das formas instaladas, inserindo-se na forma de madeira já assentada. Tal cidadão está transmitindo informações a outro companheiro de ofício que encontra-se em pé em posição estática. Bem distanciado, o obreiro caminhando de cabeça baixo com roupa suja dos materiais de construção. Mais adiante, constata-se diversas formas de madeira demasiadamente elaboradas contendo internamente diversas secções esparsas sob o grande perímetro, diferencia-se a aparição de outra armadura de pilar não finalizada com dois panos pendurados nas esperas. No sentido leste, evidencia-se um trabalhador inclinando seu corpo para mexer em uma das barras de aço retorcidas dentro de uma estrutura de madeirada. Ao fundo, visualiza-se as parades que delimitam esta localidade de trabalho e o grande sistema de armação de aço, à esquerda, bifurcando-se em duas direções.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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NOV.B.2 (308)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da fachada posterior (leste) e da área de lazer do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, há uma faixa de solo sem vegetação, em terra batida, com rastro que indicam a passagem de veículos no local. No lado direito da fotografia, sobre uma base de concreto revestida por pedra, encontra-se a escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973). Ainda, ao centro, ripas e tábuas de madeira aparecem depositadas sobre o chão. Logo atrás, em segundo plano, há a área de lazer da residência, composta por um grande gramado, a escada de acesso posterior, a piscina, o piso de concreto com juntas gramadas que rodeia o equipamento de recreação e a pérgola com bar e churrasqueira, a qual aparece do lado direito da imagem, quase se mimetizando com a paisagem. Próximo ao gramado, à direita da piscina, um carro, modelo Jeep Willys, está estacionado em uma via não pavimentada interna. Duas figuras masculinas aparecem em pé, perto do veículo. Ao fundo, parte da fachada posterior do Palácio aparece em ângulo perspectivado. A construção encontra-se completamente finalizada, com as colunas revestidas por mármore e a pele de vidro totalmente instalada, sendo possível notar que as cortinas internas já haviam sido colocadas. No registro, um homem é fotografado limpando a varanda desta fachada, enquanto outro aparece em pé, perto da semi-coluna de canto. Ao lado direito do volume principal da residência, a delicada capela em formato caracol é registrada já revestida, mas com algumas escoras e suportes em sua fachada norte. Em terceiro plano, há a vista noroeste do território de Brasília, sem alterações significativas na paisagem.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
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NOV.B.2 (307)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida (à esquerda) com materiais de construção sobre o mesmo e algumas figuras humanas. À direita, percebe-se a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional com pequenas aberturas no mesmo (supõe-se que seja para trazer iluminação na parte inferior e auxiliar na construção do edifício, uma vez que posteriormente essa laje não terá tais aberturas). Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Sobre a laje, há alguns materiais de construção, figuras humanas caminhando e atuando na obra e a casca da Câmara que está em processo cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Atrás da cúpula, à direita, está a Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto e sem esquadrias. No horizonte, diversas fitofisionomias do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (306)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista lateral (sul) da varanda da fachada posterior (leste) do Palácio da Alvorada. Na imagem, do lado esquerdo, a varanda da edificação é retratada completamente finalizada. O ritmo estabelecido pela sequência das colunas e semi-colunas é refletido pelo piso, de granito cinza andorinha - atualmente, preto tijuca - com acabamento lateral de mármore branco, e pela pintura branca brilhosa da parte interna da cobertura. Ao fundo, enquadrado na perspectiva, estabelecida pela morfologia do Palácio e pelo ângulo do registro, há um trabalhador limpando o piso deste espaço. O subsolo aflorado da construção também aparece bem evidente, embora a sombra projetada não permita visualizá-lo com mais nitidez, o que faz parecer que a edificação está quase suspensa, isto é, suportada por poucos elementos. O gramado é registrado cobrindo totalmente o entorno imediato da casa oficial. A escada de acesso à área do jardim íntimo também é vista lateralmente e conecta o bloco da residência à escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973), que aparece do lado direito da fotografia. Em segundo plano, é notório que as paredes da piscina já se encontram revestidas de azulejos azuis, da Oficina Francisco Brennand, de Recife, e que há dois homens próximos à escada. Também, caminham, do lado direito, outras duas figuras masculinas bem perto da borda desse equipamento de lazer. Ainda, a pérgola com bar e churrasqueira, composta por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto, é registrada pronta. No perímetro mais distante é possível identificar um trecho de solo aparente. Em terceiro plano, encontra-se a vista da paisagem nordeste, com o predomínio de áreas descampadas e com bolsões de vegetação. O lago Paranoá ainda não estava presente nesse horizonte. Em destaque ao redor do palácio, gramado plantado e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
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