Sítio modificado

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NOV.B.14 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (56) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.14 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-16
  • Item
  • 19/01/1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (57). Vista do posicionamento de uma tubulação para saneamento de esgoto. Há esquerda, chão de terra com escavação; ao centro as tubulações; à direita, três figuras humanas sendo que uma está sobre uma máquina Caterpillar MD 7 Pipelayer. Ao fundo, ao centro e na lateral direita, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (57) e (65) com alteração de coloração, enquadramento e movimento de figuras humanas.

Untitled

NOV.B.14 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há via de terra batida com fragmentos de canos dispersos alinhados à esquerda da fotografia para tubulação de água. Nas laterais da via, há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com destaque para uma única árvore de grande porte na lateral esquerda (espécie não identificada). Na margem da via, a vegetação se encontra com aspecto ralo e com algumas rebrotas de árvores e arbustos, indicando que houve remoção recente da vegetação por intervenção humana. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à esquerda ao fundo, parte das tubulações. Vista da construção das tubulações de esgoto. Nas laterais da tubulação, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.14 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato retrato. Vista do posicionamento das tubulações para saneamento de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à direita ao fundo, parte das tubulações. Ao longo da tubulação, na lateral direita, nota-se algumas árvores nativas do Cerrado de médio e grande porte, com destaque para a árvore de grande porte ao fundo, popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-12
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Há esquerda, chão de terra com escavação; ao centro as tubulações; à direita, um pequeno guindaste sobre esteiras. Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) levemente rebaixado no terreno e este possui laje treliçada pré-moldada é um sistema construtivo de laje pré-moldada, que é composto por vigotas de concreto armado e por algum material de preenchimento, podendo ser de cerâmica ou de EPS, conhecido como isopor (PINHEIRO, 2022). Ao redor da construção há montes de material de construção sobre o chão de terra batida. Logo atrás do cercado, há três árvores nativas do Cerrado de médio porte em terra batida, e ao fundo há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.12 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-9
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea do Hospital Distrital em construção. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

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