Sítio modificado

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NOV.B.2 (702)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-702
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes em fase de construção. Há chão de terra batida por toda a extensão da Praça possuindo vários materiais de construção sobre o mesmo na fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional. Além disso, há também construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais próximo da Esplanada. À frente, na parte inferior da fotografia, está uma estrutura provisória sem vedação seguida de um provável depósito de aspecto longilíneo e telha inclinada, que possivelmente serviam para acúmulo de materiais e duas torres de madeira que aparentam ser caixa d’águas. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas e abaixo das cúpulas. É possível perceber que abaixo da base do monumento há uma declividade do terreno, criando a sensação do mesmo estar flutuando e pousando levemente sobre o chão. A casca da cúpula do Senado está finalizada com algumas, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Logo atrás da cúpula da Câmara, têm um grande guindaste. Atrás do Palácio do Congresso Nacional, na Praça dos Três Poderes, da esquerda para a direita da fotografia, o Palácio do Planalto em fase de construção, o Museu da Cidade (à direita das torres do Congresso) praticamente finalizado e o Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção com mais algumas pequenas construções temporárias. No horizonte, fitofisionomia do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (703)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-703
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o anexo do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Na parte esquerda inferior da fotografia, um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional. Ao lado direito do mesmo, provavelmente a pista do Eixo Monumental com a presença de um ônibus, alguns montes de terra, materiais de construção e algumas figuras humanas. À direita da fotografia, um grande estacionamento que pode ser do Palácio do Planalto com uns 13 veículos próximos, além de outros dois veículos abaixo de uma árvore e uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, ao centro e mais distante da Esplanada. Na parte superior, o que aparenta ser a construção do anexo do Senado Federal o qual é semienterrado, cuja cota da face superior da laje de cobertura não ultrapassa a altura de um metro e meio acima da cota de meio-fio dos logradouros públicos, em relação a via do Eixo Monumental. Há também outras construções temporárias, mais veículos e um canteiro de obras. Ao fundo, chão de terra batida com marcações no mesmo onde veículos passam, mais construções temporárias e parte do Cerrado na borda superior da fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (704)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-704
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com vários materiais de construção sobre o mesmo, postes de troncos de madeira com fiação, algumas figuras humanas e uma máquina de construção. Atrás, na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas (à direito da fotografia) com diversas figuras humanas, e abaixo das cúpulas, local onde terá a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Na fotografia visualiza-se somente a cúpula do Senado Federal, este está quase finalizado com outras figuras humanas em sua cobertura/casca. No horizonte, fitofisionomia do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (705)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-705
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, registro aéreo. Imagem da porção de terra delimitada para a construção do Palácio do Planalto, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem; sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Em duas faixas paralelas é possível ver marcações no chão, com furos cobertos por grades de madeira, para a implantação da fundação do palácio presidencial.

Untitled

NOV.B.2 (706)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-706
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, registro aéreo. Imagem enquadrando os três monumentos que constituem a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu. Na porção central da imagem está o canteiro de obras do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. O palácio está em estágio inicial de construção, com algumas estruturas de madeira já posicionadas, no local onde será erguido o monumento. Próximo à estrutura em construção está a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Nacional. Em segundo plano, na porção central, é possível ver estacas de madeira dispostas de maneira enfileirada no terreno da Praça dos Três Poderes. À direita da praça, nota-se o canteiro de obras do Supremo Tribunal Federal, monumento sede do poder Judiciário, construção em estágio inicial, destacando mais as estruturas temporárias de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Rabello S.A.. À esquerda da praça, destaca-se um protótipo dos pilares das fachadas frontal e posterior do Palácio do Planalto, monumento sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Esse pilar foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo de parabole deixando o pilar mais estreito (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Próximo ao protótipo vê-se as estruturas temporárias de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (707)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-707
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista a partir do chão do processo de construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com diversas figuras humanas, além de uma pequena construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais (ao centro da fotografia) adjacente a um cercado baixo com troncos de madeira (à esquerda), um caminhão e rebrota de ervas, arbustos e subarbustos esparsos sobre terra batida, que possivelmente surgiram após a primeira remoção da vegetação (à direita). Em destaque, os anexos, formados por duas torres verticais, uma correspondente ao Senado e outra à Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço e a laje é em concreto pré-moldado. À esquerda das torres, adjacente ao mesmo, percebe-se o que aparenta ser um elevador provisório talvez para carregamento de materiais e para facilitar a locomoção dos trabalhadores na fase de construção das torres. Ao fundo, da esquerda para a direita, outra pequena construção provisória, postes de madeira com fiação, mais figuras humanas, o talude (terreno em declive) e outra construção provisória. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.02 (708)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-708
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do Catetinho 1 em perspectiva e parte do Catetinho 2. Em primeiro plano, o Catetinho já com a placa comemorativa e de tombamento, no pilar à direita da fotografia. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Em segundo plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. No pilotis de ambos os edifícios, há mesas e bancos de madeira. Ao fundo, parte da vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (531) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (709)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-709
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1 já finalizado. Em primeiro plano, planta ornamental popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), seguida de arbusto de baixo porte e ao lado um recorte de outra piteira (Agave sp.). Em segundo plano, o Catetinho 1 que é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Próximo a escada, há duas árvores grandes típicas do cerrado. Ao fundo há uma mata de galeria, de vegetação rasteira, e na extrema direita, há mais um exemplar de piteira (Agave sp.) e um coqueiro de médio porte, além de um poste de madeira com fiação elétrica já instalada.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (530) com alteração de colorimetria e enquadramento.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.2 (71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-71
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista da parte superior da construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço da empresa Bethlehem (The Bethlehem Steel Corporation foi uma companhia dos Estados Unidos da América, EUA, que produziu aço durante a década de 1970), a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Entre as torres há dois guindastes, um em cada torre, para auxiliar no transporte de materiais da construção dos mesmos.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.02 (710)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-710
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1. Em primeiro plano, piso de terra com três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de pequeno porte. Em segundo plano, o Catetinho 1 finalizado. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Na parte posterior da Residência Provisória 1, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. No canto esquerdo da fotografia, uma pequeníssima parte do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) é visualizado. Ao fundo, observa-se mata de galeria, que ocorre devido à presença de uma nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (714) com alteração de enquadramento para a esquerda e levemente para cima.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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