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NOV.B.6 (69)

Formato paisagem, fotografia preto e branco
Nesta imagem se vê o início da ocupação na granja do torto. Uma estrada no centro da imagem leva a um conjunto de construções. A direita um tanque, em seguida, o que parece ser um galpão ainda em construção. No item 70 desta pasta é possível vê-lo mais de perto sendo construído. Logo em seguida para a esquerda, cinco construções semelhantes de madeira com a fachada frontal, a leste, virada para o fotógrafo, organizadas em linha e espaçadas similarmente no terreno, a última já no canto esquerdo da fotografia. Um pouco mais a frente, entre a terceira e quarta edificação, um edifício com cobertura borboleta, as águas voltadas para dentro, também de madeira. Este conjunto está cercado e ao final da estrada, uma porteira de tábuas de madeira branca indica sua entrada. Nas laterais da estrada a vegetação é rasteira e pequenas plantas indicam rebrota, o que significaria uma área de cerrado desmatada. Ao fundo das edificações uma faixa de Cerrado mais densa indica a passagem de um curso d'água. E mais ao fundo se vê um panorama do relevo com algumas chapadas, a área onde hoje ocupa o parque nacional de Brasília.
Nesta pasta o item 22 retrata a mesma paisagem numa fotografia colorida.

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NOV.B.6 (68)

Formato paisagem, fotografia preto e branco.
Na imagem, centralizada, placa de madeira onde se lê: “NOVACAP/ DEPARTAMENTO DE TERRAS E AGRICULTURA/ PLANO DE LOTEAMENTO RURAL/ NUCLEO VARGEM DA BENÇÃO”. No horizonte ao fundo se vê Cerrado sentido restrito e à esquerda a silhueta de uma árvore. A primeira região loteada pelo departamento de terras e agricultura (DTA) da Novacap foi denominada Vargem da Bênção, onde, em 1959, já se encontravam 42 granjas particulares.

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NOV.B.6 (67)

Formato paisagem preto e branco.
Segundo informações anotadas no verso da fotografia, o dia em que foi tirada é 27/07/1958, na Candangolândia, com autoria de Mário Fontenelle.
Na imagem se vê a fachada principal do SAPS, Serviço de Alimentação da Previdência Social, na Candangolândia, ainda em etapa de construção. A frente, em primeiro plano estão alguns materiais de construção empilhados, a esquerda as peças de elementos vazados que compõem a fachada, podendo formar desenhos diferentes, ao seu lado os pés de concreto que irão formar bancos para entrada do edifício, atrás, pilhas de alguma pedra para revestimento, cobertas por uma telha metálica, alguns canos também estão espalhados pelo chão. Atrás, um homem está de frente de uma escada e atrás desta um anexo do edifício, de uma etapa anterior, com estrutura de madeira, telhas metálicas e algum tipo de gradil nas aberturas laterais. O chão defronte ao edifício está em terra, a fachada, composta pelas divisórias de elementos vazados e um frontão de madeira, de onde se lê : “Serviço de Alimentação da Previdência Social SAPS”, já parece em estado avançado de execução e ainda é possível ver um pedaço do painél decorativo no seu interior, do artista Dirso José de Oliveira.

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NOV.B.6 (66)

Formato paisagem, preto e branco,
No verso da fotografia original lê-se sua data, 24/05/1958, e autoria, Mario Fontenelle.
A imagem, fotografada a partir de um canto do refeitório da Canteiro de Obras do IAPB. Nela se veem mesas compridas de madeira com bancos de ambos os lados, onde sentam trabalhadores, concentrados em suas refeições, arroz e alguma carne, servidas sobre uma bandeja retangular de material metálico com divisórias.A maior parte dos trabalhadores vestem camisas sem escritos. Um deles, no canto inferior direito da imagem, olha para câmera e veste uma camisa com a sigla IAP [B]”, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários, criado no Brasil, em 1934, e extinto em 1966. responsável por gerenciar as aposentadorias e pensões dos trabalhadores naquele período, Na construção de Brasília, assim como ocorreu em outras cidades brasileiras, muitos conjuntos residenciais foram construídos com investimentos desses institutos. Com esse investimento, em Brasília foi construído o conjunto de edifícios da SQS 108, a primeira superquadra da cidade, com blocos de autoria de Oscar Niemeyer e traçado urbano da quadra de autoria de Nauro Esteves.

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NOV.B.6 (65)

Formato paisagem, fotografia preto e branco
Refeitório da SAPS, na Candangolândia. Registro provavelmente tirado entre 1957-58.
Trabalhadores sentados à mesa comprida de madeira fazendo suas refeições em pratos de ágata, outros trabalhadores são vistos atrás aguardando em fila para receberem sua comida. Ao fundo tapumes da estrutura ainda provisória da SAPS. Mais ao fundo na imagem algumas construções de madeira típicas dos acampamentos. Os trabalhadores em pé vestem ainda seus chapéus, enquanto que os que estão sentados não dispõem deles à mesa, exceto um senhor no canto esquerdo da imagem de olhar arregalado. Muitos outros homens também olham para a câmera, mas a foto não parece ser posada.

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NOV.B.6 (64)

Formato paisagem, preto e branco.
Foto agência nacional, ano 1958-59, Reprodução Rui Faquini
Interior do restaurante do SAPS (Serviço de Alimentação da Previdência Social), que começa a funcionar em 1957, situado na Candangolândia. Na imagem, uma cena típica do cotidiano da construção na unidade da SAPS na candangolândia. A imagem cortada por um ponto de fuga no canto superior direito configura três planos diferentes. No primeiro, estão quatro trabalhadores vistos de perfil servindo comida, os três que executam esta ação vestem macacões de trabalho e chapéus de cozinha, o quarto, atrás destes, observa. A comida disposta em enormes panelas de alumínio pousadas sobre uma mesa baixa de madeira. Parece ser composta por pão, arroz e outros alimentos que não são vistos nesta imagem. Separados por um cercado de madeira, outros trabalhadores se organizam em fila para que possam receber seu alimento. Entre os itens de vestuário é possível identificar chapéus diversos, camisas de manga curta com bolsos à frente, camisa xadrez, calças largas, uma espécie de jaleco. Em terceiro, ao fundo e fora do edifício da saps, se enxergam barracas do acampamento na Candangolândia e o esqueleto de pórticos de aço de um galpão ainda em construção.

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NOV.B.6 (63)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Ao centro dá imagem há um monte de cachos de frutas aparentemente rasteiras sobre o solo com rochas e torrões. São 5 cachos de pêras-do-cerrado (Eugenia klotzschiana) com suas folhas.
Na lateral esquerda superior há um outro canteiro com terra molhada ao redor de uma planta exótica - conhecida como palma, cujo nome científico é Gladiolus hortulanus.

O primeiro plano mostra um solo seco exposto e com matéria orgânica dispersa (pedaços de galhos, etc), seixos, pequenas rochas, etc. A cor desse solo é escura e marrom.
Em segundo plano está o arbusto com cinco cachos de pêras-do-cerrado.

Informações adicionais:
As espécies de Myrtaceae produzem frutos comestíveis e tem protagonismo no cerrado. A Pêra-do-cerrado (Eugenia klotzschiana O.Ber) está ameaçada de extinção. A espécie Eugenia klotzschiana O.Berg é endêmica do bioma Cerrado (SIQUEIRA, 2014), possui porte arbustivo, com formação de hábito de touceira, o interessante é que os espécimes superficialmente são independentes, mas as mesmas estão interligadas subterraneamente (OLIVEIRA et al., 1999).

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NOV.B.6 (62)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Fotografia referência: NOV-D-4-4-B-6 (58). Trata-se da mesma imagem, com digitalização distinta. Os cortes ligeiramente diferentes nas bordas, cores mais saturadas. A imagem (62) apresenta um céu mais azul e a vegetação tem um verde mais escuro.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

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NOV.B.6 (61)

Fotografia colorida, formato paisagem. Terreno desmatado e preparado para o plantio. Observa-se estacas de madeira provavelmente preparadas para serem utilizadas para o plantio. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (60)

Formato paisagem, fotografia colorida.
Nesta imagem se vêem galpões da Granja do Torto em construção, sua data em torno de 1958-60. Em primeiro plano, adentrando a imagem, está um galpão ainda no esqueleto da estrutura de aço sobre vigas baldrame em concreto, coroada pela estrutura da cobertura de madeira com contraventamentos de aço, à espera das telhas de zinco. No fundo se vê um outro galpão com a mesma estrutura em estado mais desenvolvido, os pilares envoltos em fôrma de madeira para receber a concretagem, as paredes de alvenaria sendo erguidas, ainda em meia altura e a cobertura já com telha colocada. Muitos homens aparecem na imagem, operários trabalhando que vestem calças, camisas de manga comprida e chapéus, a maior parte deles aparece de costas na imagem. Entre os galpões, algumas pilhas de areia, tijolos, carrinhos de mão. É possível ver a fiação que ilumina o canteiro e algumas lâmpadas penduradas ali. Detrás dos galpões, estão duas construções provisórias em madeira, funcionando de apoio ao canteiro de obras. Mais ao fundo, Cerrado sentido restrito. Céu claro.

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