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NOV.B.2 (116)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-116
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Em evidência, o Senado com sua estrutura completa, todavia sem o acabamento finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a localizada mais à esquerda tem aspecto mais retilíneo e a da direita que acompanha a curvatura da cúpula e detém dois corrimões para se apoiar, em topo uma família que consiste nos pais, um filho e filha pequena de maior idade, ao lado deles, há uma estrutura de madeira apoiada na cobertura. Perto da base, é possível visualizar na base dois barris. Próximo a base pontiaguda do edifício principal, rodeado por cercas de madeira, pousa-se indicativa do monumento construído e da construtora responsável. Em seguida, destaca-se o Eixo Monumental, Via N1, com parte considerável ainda com chão de terra batida. No sentido leste da autoestrada, verifica-se uma pequena área, com diversas barras aço organizadas de forma alinhada, entre a duas primeiras há um caminhão deslocando-se em direção a uma construção temporária de aspecto longitudinal, a qual provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, bem perto dos edifícios anexos, tomados pela sua sombra, observa-se um guindaste auxiliando na organização dos recursos da obra. Adiante, em outro espaço há mais barras de aço dispostas em fileiras, destoa-se na segunda fileira com construção provisória sem vedação junta a outra de madeira que contém um radar em seu topo. Na primeira, há outra construção impermanente de pequena dimensão. Na esquerda, no Eixo Monumental, constata-se um caminhão no sentido contrário da pista,em uma estrada de terra, dirigindo-se à região inferior do Eixo Monumental, um operário de camisa branca longa e calça escura está logo abaixo da caçamba do veículo . Adjacente ao automóvel,está a cancela componente do grande cercado com arame que delimita o canteiro de obras do Palácio do Planalto. Em sua porção inicial, localiza-se a uma grande construção temporária de cobertura íngreme sem beiral, frontalmente, há uma pequena guarita com estrutura similar, todavia com espaço livre de acesso em sua entrada. Mais adiante, predomina-se a complexa estrutura do Planalto, em sua frente escorado no cercado, diferencia-se a grande caixa d'água, paralela a outras pequenas edificações, fora da divisória do terreno, visualiza-se outra guarita com caminhão ao lado,ulteriormente, a guarita, presencia-se pais com uma criança pequena ,vestidos de brancos olhando os empreendimentos da sede do Executivo. Ao fundo, observa-se parte da via N1 pavimentada em meio a uma densa mata de Cerrado nativo que alastra-se pelo território.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (115)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-115
  • Unidad documental simple
  • 18/03/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da cobertura da construção da Igrejinha. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. Na imagem, é possível visualizar diversas placas de madeira para a forma do concreto armado da cobertura e barras de aço para a estrutura das paredes da Igreja. Há doze trabalhadores homens com camisas claras, alguns com calças escuras e outros com calça clara, uns de chapéu, outros de boné e outros sem acessório na cabeça; estes estão na cobertura colocando as placas de madeira e as barras de aço. Na parte superior da fotografia, fios de energia com algumas lâmpadas penduradas para iluminação temporária. No horizonte, vista do Cerrado sem construção, que atualmente é o Lago Paranoá e outras superquadras.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Sin título

NOV.B.2 (114)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-114
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, no trecho inicial do canteiro de obras, pousam-se duas construções temporárias um pouco distanciadas, adiante, é possível visualizar mais três edificações temporárias de menor dimensão. Ao centro, encontra-se outra com telhado de formato não retilíneo. Mais à frente destaca-se, a rampa externa com a sua base sem piso assentado assim como parte de sua rampa inferior. À sua esquerda é possível observar a cavidade efetuada para realização do túnel que leva ao subsolo do Congresso Nacional, no lado oposto encontra-se a mesma estrutura, no entanto, no sentido leste, diversos automóveis estacionados rente a seu limite direito de frente a um depósito. Já no sentido oeste, há diversos acúmulos de areia e há uma escada provisória ancorada no pavimento acima. Ao centro, destaca-se a plataforma, sem o piso assentado, com seu formato característico de extremidades pontiagudas. Essa cobertura engloba o Senado que está com sua quase estrutura completa, todavia a cúpula côncava está sem o acabamento finalizado, enquanto a Câmara ainda processo construtivo mais lento. Ressalta-se sua estética cobertura, apresentando -se com uma coroa circular interna. Em sua lateral é possível observar sutilmente algumas escoras de seu escoramento. Sobressaindo sobre as cúpulas assimétricas, estão as torres anexas com suas estruturas de aço aparente, é perceptível, ver suas empenas cegas sendo construídas desde a base. Em sua parte posterior, situa-se um terreno bastante acidentado repleto de edificações provisórias e automóveis estacionados ou em circulação. Duas autoestradas, compõem o terreno. A via S1,ainda sem pavimentação, apenas com parte de seu trajeto planejado está efetuado, próximo ao canteiro de obras, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. No lado oposto, na via N1, está pavimentada perpassando todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, três carros transitam pelo percurso. Em seu trecho inicial, à esquerda, há uma edificação de madeira disposta diagonalmente no território. Mais afastado no mesmo sentido, observa-se, em seguida,uma cavidade localizada abaixo do Eixo Monumental Bem afastado, perto do trecho final é possível enxergar uma parte de um longo depósito.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (113)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-113
  • Unidad documental simple
  • 18/03/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da fachada principal e lateral da Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. Em primeiro plano, Cerrado alterado por remoção de parte da vegetação e abertura de estradas, do que atualmente é a via W1 Sul, popularmente conhecida como “Eixinho”, entre as superquadras 307 e 308 Sul. Ao centro, a Igrejinha em construção com a presença de andaimes em madeira para a sustentação da cobertura e há um trabalhador com camisa clara e calça escura sobre o mesmo. Ao fundo, da esquerda para a direita, cobertura em casca do depósito da Novacap voltado para a via W2 Sul, ao lado da W3 Sul, na Quadra 508 Sul; construção temporária, provavelmente moradia dos trabalhadores.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Sin título

NOV.B.2 (112)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-112
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção da fundação da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Este possui diversas formas de madeira, sendo que uma das formas é um anel branco circular, as quais já estão delimitando a forma da cúpula. A parte superior já concretada é chamada de galeria e a mais baixa ao centro é o Plenário do Senado. A base da cúpula está sobre a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional ao qual também está em fase de construção. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. À direita, chão de terra batida, postes de madeira com fiação e um caminhão, e no quadrante superior, montes de materiais de construção e uma rampa temporária de acesso do edifício principal para o qual virá a ser o Eixo Monumental. A rampa está sobre um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional. Percebe-se a construção das formas das pontas da laje superior do Edifício Principal do Congresso Nacional nas laterais da rampa provisória e estas pontas causam a sensação de estar repousando sobre o terreno do Eixo Monumental.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (111)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-111
  • Unidad documental simple
  • 02/02/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem, vista aérea do início da construção da Igrejinha. Vista das fundações da Igreja Nossa Senhora de Fátima na 307/308 Sul com o Plano Piloto ainda sem muitas construções ao redor do local. No canto inferior direito, construção temporária provavelmente de moradia dos trabalhadores que atuaram na obra. Na parte superior, há a marcação horizontal da via W1 Sul, popularmente conhecida como “Eixinho”, entre as superquadras 307 e 308 Sul. Há vegetação rasteira e arbustiva remanescente na paisagem.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sin título

NOV.B.2 (110)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-110
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, pousam-se várias fileiras de barras metálicas encadeadas apoiadas sobre tábuas de madeira que também encontram-se nas laterais e espalhadas ao chão. Próximo a esses materiais, à direita, situa-se a Via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. No lado oposto, na Via N1, está o Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, o qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. Verifica-se na localidade próximo a plataforma do Congresso Nacional que parte dela invade a pista, deixando um pequeno espaço para a passagem de automóveis. Percebe-se levemente, mais abaixo na VIa N1, à esquerda uma construção simplória de madeira circundada por diversas árvores do Cerrado, mais ao sul, está um caminhão próximo a outra edificação simples. À direita da via, está uma diminuta estrada de terra que leva ao canteiro de obras rodeado por cercas de madeira e detendo vários postes de iluminação espalhados pela região. Na extrema direita, há uma grande construção provisória branca, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada, ao seu lado, está sendo erigida outra edificação em estado inicial de construção. Fora do cercado, à frente de ambos edifícios, situam-se concentrações de terra de cor mais escura. Mais adiante, ao centro do canteiro, há uma grande caixa d'água, ulteriormente a ela, à direita, há duas construções temporárias, paralelas, de aspecto longitudinais, com espaços livres em seu térreo. No lado esquerdo é possível visualizar outra edificação de menor expressão. Na área externa ao Senado, nota-se um acúmulo de areia adjacente ao processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, do edifício principal. Verifica-se que a estrutura do Senado em fase inicial só obtém a parte circular de sua base, no lado oposto, o cimbramento está menos acentuado e em sua extremidade direita, percebe-se que a Câmara dispõem-se ainda em processo de fundação. Em sua área externa, presencia-se mais ajuntamento de areia, adjunto a uma edificação efêmera útil para obra. No intermédio entre as cúpulas, ressalta-se a rampa externa em fase bem incipiente de estruturação, apresentando grandes vãos. Posteriormente ao edifício principal do Congresso Nacional, predominam diversas peças metálicas no terreno, no canto esquerdo é possível observar um guindaste auxiliando na organização dos recursos da obra. À esquerda da via N1, sob o vértice do triângulo equilátero da Praça dos Três Poderes, está apenas uma coluna erigida, correspondente ao Palácio do Planalto em um perímetro ocupado por construções provisórias e materiais de construção civil. Paralelamente, na extrema direita, está um grande complexo com diversos de depósitos com cor branca situados na área correspondente a edificação do Supremo Tribunal Federal, assim como o Palácio do Planalto,o perímetro é delimitado por cercas de madeira. Ao fundo, alastra-se pelo território uma densa mata de Cerrado Nativo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-11
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, no centro da fotografia, vê-se a Igreja Nossa Senhora de Fátima. Na fachada lateral esquerda , afere-se a janela em fita vertical, característica comum da Arquitetura Moderna, e na fachada principal presencia-se trabalhadores instalando o painel de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Essa última, possui cinco folhas de madeira,a superfície vazada por figuras geométricas em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido de origem italiana, e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. O edifício é circundado por uma vasta área de gramado plantado e um pequeno cercado. Na fachada posterior, sob a marquise, a cobertura formada a partir da projeção da laje, visualiza-se um gerador protegido por uma pequena estrutura de madeira, e atrás uma estrada de terra. Ao fundo, posterior à Igreja, verifica-se remanescente de cerrado típico (cerrado sentido restrito), e à direita, percebe-se parte do depósito da Novacap, voltado para a via W2 Sul, via paralela à W3 Sul, na Quadra 508 Sul e, provavelmente, moradias provisórias em madeira dos trabalhadores para a construção da nova capital.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Sin título

NOV.B.2 (109)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-109
  • Unidad documental simple
  • 21/04/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista da fachada posterior da Igrejinha. Em primeiro plano, abaixo, “chão de terra batida” com areia espalhada pelo solo, mais concentrada à esquerda, juntamente com entulhos de todo tipo. A areia é utilizada provavelmente para a futura criação de concreto. No centro, betoneira com duas rodas abaixo e, atrás, um homem negro de vestes socais caminhando em direção à Igreja. Atrás deste trabalhador, um suporte de madeira de quatro apoios ao lado de uma peneira formada para a realização de concreto. Abaixo dela uma caixa de madeira de tamanho médio e o aparecimento de um homem adulto com vestes simples apoiando a mão em uma criança agasalhada. Mais à direita, um caminhão com lona acima e um homem parado, à frente do mesmo veículo, com apenas seu braço e perna visíveis. Outro caminhão da marca Chevrolet, conhecido popularmente como “Boca de Sapo”, está ao lado direito da fotografia. Em sua caçamba, encontra-se um trabalhador sentado. Em volta da Igrejinha, grande quantidade de postes elétricos com fiação elétrica cercam a Igreja, na esquerda, bem ao fundo, andaimes de madeira com um trabalhador,no escuro, operando mudanças na cobertura. No extremo oposto, outro operário finaliza o acabamento em um dos pilares. Acima da cobertura, mais postes elétricos circundando a Igrejinha, agrupamento de trabalhadores realizando pinturas nos pilares e dois operários ocupando a extrema esquerda do edifício.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sin título

NOV.B.2 (108)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-108
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Seguindo de baixo para cima, nota-se o terreno amplo de aspecto barroso, ressalta-se neste ambiente a presença do Eixo Monumental já pavimentado com alguns automóveis transitando pelo percurso e cidadãos próximos a via. Em seu trecho inicial, à esquerda, destaca-se duas construções provisórias, que poderiam servir de depósitos de materiais ou de alojamento, há um caminhão transitando na posição intermediária das duas edificações. Nota-se que na construção mais inferior, há outra edificação acoplada a ela, no seu lado há um pequeno edifício de madeira. Adiante, há uma pequena área verde, em seguida, há uma edificação de madeira disposta diagonalmente no território. Mais afastado no mesmo sentido, observa-se uma pequena reunião de automóveis adjacentes a uma cavidade localizada abaixo do Eixo Monumental. Em seu lado direito, pousa-se o canteiro de obras do Congresso Nacional. Verifica-se em sua porção central a presença de um conjunto de construções provisórias de telhado curvo, próximos a enorme guarita e uma caixa d'água. Paralelamente, há outra edificação de dimensão considerável, composta de madeira. Em ambas as áreas à sua frente dispõem-se vários entulhos. Observe-se que a entrada da rampa externa, ainda não está concluída, com acumulação de terra nos lados, deslocam-se em direção ao local dois ônibus à direita e ao centro da rampa, há um passando bem rente. Destoa-se no lado direito do edifício principal, o processo de cimbramento ,que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, para levantamento das colunas de concreto. Visualiza-se uma longa edificação de madeira disposta perpendicularmente as escoras do cimbramento, cinco automóveis estão estacionados, próximos ao limite do túnel, que leva ao subsolo do Congresso Nacional, virados de frente para a edificação, outro carro possua-se em sua lateral. Próximo ao talude direito que sustenta o outro Eixo, ainda não pavimentado, posiciona-se uma rampa simplória que leva a plataforma com piso ainda não assentado. No sentido leste-oeste da plataforma, presencia-se a Câmara dos Deputados, com sua estrutura ainda incompleta, com inúmeros trabalhadores circundando sua cobertura e também na área da coroa interna. É possível observar sutilmente a aparição da rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso ao topo da cúpula convexa. No lado oposto, está o Senado com sua estrutura quase completa faltando finalizar o seu acabamento. Ao centro, fora da plataforma, sobressaem as torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. À sua direita, no nível do solo, há três construções provisórias enfileiras, de grande expressão, perto de um guindaste que auxilia no transporte de materiais ao topo da Câmara. À esquerda das torres anexas, há mais edificações temporárias mais simplórias. Posteriormente aos edifícios anexos, há o Museu da Cidade em processo embrionário de andamento da sua obra com dois pilares que sustentam um enorme par de vigas que formam um bloco de concreto. Na porção direita da futura Praça dos Três Poderes, ofuscado na foto pelas torres anexas, é possível visualizar parte das colunas de concreto dispostas lateralmente e sua esbelta laje que compõem sua cobertura. No sentido leste, há uma pequena trilha de terra que concentra à sua direita um conjunto de possíveis alojamentos. Mais adiante é possível ver outro de menor porte. Ao fundo, desse grande lote, alastra-se uma grande área verde de Cerrado Nativo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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