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NOV.B.18 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-17
  • Pièce
  • 30/09/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata pavimentação do Eixo Monumental no Plano Piloto de Brasília, retirada em 30/09/1958. Representante digital apresenta manchas, riscos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior esquerdo. Vista da direção da Rodoviária de Brasília, eixo central do Plano Piloto, onde se observa a grande massa de vegetação de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado sentido restrito (cerrado sentido restrito), sendo cortada por delimitações das vias N1 e S1 do Eixo Monumental e pelo grande retângulo destinado à obra da plataforma da Rodoviária de Brasília, ponto principal dos Cruzamentos entre Eixo Monumental e Eixos Rodoviários (popularmente conhecido como eixão e eixinhos). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"".Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Autor da foto: Mario Fontenelle.
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Sans titre

NOV.B.18 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-19
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra a construção da Plataforma Rodoviária de Brasília. À esquerda da imagem, observa-se um grupo de trabalhadores próximos às instalações de apoio ao canteiro de obras, com aproximadamente 7 homens. Ao lado e à frente das instalações, pilhas de materiais (principalmente madeira) cobertas por lonas estão localizadas na parte de dentro do cercamento. À frente da cerca que divide a estrada e o canteiro de obras, um homem de camisa clara e calças jeans caminha com sua bicicleta. Mais à direita, um caminhão branco Ford F100 com um homem em pé em sua carroceria, trajando camisa bege e um possível chapéu. Ao lado direito do caminhão, um grupo de, aproximadamente, 11 trabalhadores está agrupado, sendo que um deles - de camisa branca, calça bege e chapéu escuro - à frente, parece carregar um carrinho. Adjacente à curva da pista, uma outra instalação de apoio em madeira. No limite direito da imagem, nota-se o aterro para diferenciar as alturas da plataforma Rodoviária, que assim foi pensada por Lucio Costa (1902-1998) para evitar o Cruzamento de tráfego na região, como vê-se a plataforma de velocidade reduzida a ligar eixos sul e norte e, abaixo, a via expressa que é o Eixo Monumental. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”.

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Sans titre

NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Sans titre