Rodoviária do Plano Piloto (Brasília, DF)

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Rodoviária do Plano Piloto (Brasília, DF)

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NOV.B.19 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-9
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea lateral da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a Rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-8
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea em perspectiva da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma Rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a Rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, mostra-se em primeiro plano a maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. Ao fundo, uma representação do mapa de Brasília complementa a cena, embora a visualização detalhada dos setores esteja comprometida.
O mapa do Plano Piloto revela uma numeração de 01 a 25, apesar da dificuldade em discernir cada setor devido à qualidade da imagem. A legenda, no entanto, oferece valiosas informações sobre os principais pontos da cidade, incluindo:
1- Praça dos Três Poderes
2- Esplanada dos Ministérios
3- Catedral
4- Setor Cultural
5- Centro de Diversões
6- Setor de Bancos
7- Setor Comercial
8- Moteis

9- Setor emissora rádio TV
10- Setor esportivo
11- Praça municipal
12- Quarteis
13- Estação ferroviária
14- Armazenagem e XXX indústrias
15- Cidade XXX
16-
17- Setor residencial
18- Casas individuais
19-
20- Jardim Botânico
21- Jardim zoológico
22- Clube de Golf
23-
24-
25-

Essa composição visual não apenas destaca a proeminência da Rodoviária do Plano Piloto, mas também proporciona um vislumbre dos diversos setores que compõem a cidade de Brasília.

Na maquete aparece as vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea frontal da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.18 (76)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-76
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata parte da área correspondente à extensão do Eixo Rodoviário, na altura da Rodoviária de Brasília, DF. A imagem retrata parte da plataforma rodoviária com as vias S1 e N1 do Eixo Monumental cortando transversalmente abaixo e, nota-se parte do Setor Bancário Norte com um edifício em construção. No quadrante inferior esquerdo, tem-se um carro similar a um Jeep Candango seguindo na larga via do Eixo Monumental. À frente, na mesma via, um carro se desloca até a ponta extrema direita da pista, em direção às duas pessoas no limite da via. Abaixo da plataforma rodoviária estão pilhas de materiais, alguns veículos estacionados e montes de terra. Na faixa acima, próximo aos alojamentos e instalações de apoio do canteiro, têm-se aproximadamente 21 caminhões enfileirados na via. No quadrante inferior direito, na estrada de terra que corta a região central, duas pessoas caminham. No quadrante superior direito, a região correspondente ao Setor Bancário Norte recebia seu primeiro edifício, ainda em etapa estrutural. Lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente em termos de composição urbanísticos do eixo monumental, localizaram-se o setor bancário e comercial, o setor dos escritórios de empresas e profissões literais e ainda os amplos setores do varejo comercial. Ao fundo, a extensão das pistas do Eixo Rodoviário Norte. Todas as vias estão margeadas por terra batida e ao fundo, na parte superior, nota-se ainda presente a vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável) que se estende pelo horizonte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p. 9-12) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”.
"

Untitled

NOV.B.18 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-60
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à extensão do Eixo Monumental. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. ”Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.11). Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Nas margens, ao redor das vias de terra batida, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e também trechos com vegetação mais rasteira, indicando que houve intervenção humana nessas áreas.

Untitled

NOV.B.18 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-45
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. Ao redor das vias de terra batida e dos espaços descampados e/ou com construções, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte. Na parte inferior e na parte superior mais a direita, nota-se presença de árvores esparsas. Além disso, na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília"" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.
"

Untitled

NOV.B.18 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-43
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Região correspondente ao Cruzamento dos eixos Rodoviário e Monumental, sendo a porção maior de terra e localizada na ponta extrema, a região que veio a ser a Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios. Na porção mais horizontal de terra, localiza-se o Eixo Rodoviário e a Rodoviária de Brasília como seu ponto intersectivo. A estrada que desce perpendicular a este retângulo de terra é uma extensão do Eixo Monumental. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). A matriz vegetativa que envolve a área terraplanada é variada, sendo que na parte inferior nota-se apenas cerrado típico, e no restante da fotografia trechos de cerrado típico e trechos de vegetação campestre (campo limpo/sujo), além de linhas com maior densidade de árvores que podem indicar a presença de curso d'água margeado por mata de galeria.
"

Untitled

NOV.B.18 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-41
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11). As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Ao redor das vias e espaços de terra batida, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.18 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-39
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto na Revista Brasília (1956) por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Além disso, ao redor das vias de terra batida há vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte.

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