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NOV.B.18 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-15
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção do Eixo Rodoviário do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e as delimitações das vias correspondentes à área do Eixo Monumental. Ao centro da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver traços da vegetação de cerrado típico, que permeia quase toda a paisagem. No quadrante inferior esquerdo, no vértice central de encontro dos eixos está a plataforma Rodoviária, rodeada por outras estruturas e edificações sendo erguidas. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Costa, 1957, p.10).Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido.

Sans titre

NOV.B.18 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-21
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra para a construção das vias em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Em primeiro plano, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, abaixo do assento a numeração “11214” gravada em preto, sobre o maquinário um operário -com roupas beges, botas,chapéu e um cigarro na boca- olha diretamente para o fotógrafo. Ao fundo, no quadrante esquerdo da fotografia, uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar, está sendo manuseada por um operário - com roupas beges e chapéu - com a pá posicionada verticalmente fazendo o deslocamento da terra para dentro da caçamba de um caminhão posicionado logo atrás, em cima da cabina do caminhão, outro operário - com roupa azul claro e chapéu marrom - observa o fotógrafo com uma das mão apoiadas no queixo, abaixo um terceiro operário - usando chapéu - aparece parcialmente atrás do primeiro maquinário. Ao fundo é possível ver resquícios da vegetação nativa do local em um mosaico de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) e Cerrado ralo (cerrado sentido amplo), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, com variação de cor verde intenso a verde claro. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Sans titre

NOV.B.18 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-22
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade direita da imagem há o recorte de uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar com a pá posicionada verticalmente. Atrás, sobre o monte de terra, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Ao lado esquerdo do trator de esteira D7, um segundo operário - com roupas beges - observa a movimentação de terra enquanto apoia sua mão esquerda sobre o quadril. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Sans titre

NOV.B.18 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-23
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade esquerda da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, na cabine, um trabalhador - com roupas beges e chapeus - está sentado sobre o equipamento. Estacionado no quadrante direito da fotografia, um Escrêiperes amarelo com a gravação da marca “caterpillar” na parte traseira e na lateral. Ao fundo, à esquerda da via, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Sans titre

NOV.B.18 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-3
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas verdes. Registro do trabalho de terraplenagem do Eixo Rodoviário, nos primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, Lucio Costa relata que, “desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). No registro, na extensão da via com solo de terra batida: montantes de terra enfileiradas caracterizam o processo de terraplenagem do Eixo Rodoviário; na porção direita, pedaços de madeira fincados no solo delimitam e demarcam o local. Após os montantes de terra úmida, em plano posterior, um operário - trajando uma camisa clara, calça e chapéu escuro - caminha de Costas para o fotógrafo. Ao fundo, às margens da via de terra, aparentes maquinários parados em volta de um pequeno alojamento - de madeira com telhado em duas quedas. No plano de fundo, após a vegetação e a esquerda da via, um edifício em processo de construção caracterizado por seu esqueleto estrutural ainda aparente, não havendo a presença de esquadrias e fachadas, estando sem detalhamentos externos, com fachadas vazadas. Nas laterais do Eixo Rodoviário, seguindo até a linha do horizonte, adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizando uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
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Sans titre

NOV.B.18 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-4
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro do Eixo Monumental na Esplanada dos Ministérios com o Congresso Nacional ao fundo, durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, Lucio Costa relata que, "desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p.10). Nota-se o domo fechado correspondente ao Senado Federal na região central da imagem, a elevação de terreno e o platô, com a estrutura das duas torres do Congresso a subir. As obras do Congresso Nacional foram iniciadas no ano de 1957 e, no mesmo ano, também foi iniciado o trabalho de asfaltamento do Eixo Monumental. À esquerda, um plano a frente deste cenário, uma torre de caixa d’água com a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) a circundar as laterais da estrada asfaltada. Como exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012), “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.), dessa forma, “arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso esses elementos, pois neles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Pinheiro, 1957, p.10). No primeiro plano, a via N1 já asfaltada com pequenos montantes de terra nos canteiros laterais e aglomerados de árvores de pequeno e médio porte. Nos canteiros laterais; tonéis e resquícios de materiais utilizados durante a construção; ao lado esquerdo da via, uma torre d’água. Ao centro do registro, a cúpula do Senado Federal e alguns pavimentos - ainda em estrutura metálica - de ambas as torres já foram erguidos e receberam pilares e vigas, e a torre à esquerda apresentando maiores avanços construtivos. Atrás da cúpula, uma grua erguida verticalmente auxilia o processo construtivo. No plano mais ao fundo e à direita do retrato, estruturas sequenciadas do aparentam ser a construção dos edifícios ministeriais em processo de montagem estrutural. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de cerrado, com trechos campestres e savânicos (fitofisionomias não identificáveis).

Sans titre

NOV.B.18 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-43
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Região correspondente ao Cruzamento dos eixos Rodoviário e Monumental, sendo a porção maior de terra e localizada na ponta extrema, a região que veio a ser a Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios. Na porção mais horizontal de terra, localiza-se o Eixo Rodoviário e a Rodoviária de Brasília como seu ponto intersectivo. A estrada que desce perpendicular a este retângulo de terra é uma extensão do Eixo Monumental. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). A matriz vegetativa que envolve a área terraplanada é variada, sendo que na parte inferior nota-se apenas cerrado típico, e no restante da fotografia trechos de cerrado típico e trechos de vegetação campestre (campo limpo/sujo), além de linhas com maior densidade de árvores que podem indicar a presença de curso d'água margeado por mata de galeria.
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Sans titre

NOV.B.18 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-44
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista aérea das delimitações do Eixo Rodoviário Sul, onde observa-se os recortes e subdivisões de lotes dentro da matriz de Cerrado. Na interseção do Eixo Rodoviário Sul e uma linha de terra branca, vê-se uma fileira de caminhões amarelos (ao menos sete caminhões) que foram utilizados na construção. Ao fundo é possível ver as construções da Fundação da Casa Popular, responsável por construir 500 casas geminadas com viés social. Ao redor das vias e dos espaços descampados e/ou com construções há vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia em que a vegetação se estende pelo horizonte. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
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Sans titre

NOV.B.18 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-49
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém manchas esbranquiçadas. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e as delimitações das vias correspondentes à área do Eixo Monumental. Ao centro da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com trechos ralos, indicando intervenção humana nessa área. Além disso, no horizonte a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Entre as construções nota-se árvores do Cerrado dispersas de forma esparsa. Na pista central, trafegando em direção ao limite inferior da imagem, está um caminhão de cabine escura e carroceria clara e, ao lado, um outro caminhão parece trafegar em direção oposta. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Autor da fotografia: Mario Fontenelle
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Sans titre

NOV.B.18 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-50
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações da W3 Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas esbranquiçadas. Observa-se a via correspondente a W3 sul, na altura da quadra 507/707 sul, ainda sem delimitações de via (faixas ou meio-fio), com algumas edificações lindeiras. À esquerda, tem-se as construções comerciais, mais precisamente a do Banco Lowndes S.A, na primeira fileira de edifícios brancos. Alguns trabalhadores circulam na via e frente aos edifícios que estão por finalizar. À direita, tem-se uma fileira de casas geminadas com cobogós à frente, uma vegetação rasteira revolvida para jardins está entre a pista e as casas, com duas árvores de médio porte sobre a faixa graminosa. No limite direito da fotografia encontra-se uma pilha de areia. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Remissiva B7.
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